
A GMS, uma empresa líder em reciclagem de navios sediada em Dubai, está à procura de uma licença do governo dos Estados Unidos para adquirir e desmantelar embarcações que foram apreendidas por participação no transporte de petróleo venezuelano. Segundo informações divulgadas pelo CEO da GMS à Reuters, as Forças Armadas e a Guarda Costeira dos EUA apreenderam recentemente sete navios em águas internacionais relacionados ao comércio de petróleo da Venezuela.
A medida faz parte de uma campanha norte-americana com o objetivo de pressionar pela retirada de Nicolás Maduro do poder na Venezuela. Esta operação culminou com a apreensão ou captura das embarcações pela força militar dos EUA em 3 de janeiro.
As embarcações antigas, pertencentes ao que é conhecido como "frota paralela", frequentemente carecem de seguro e certificação de segurança marítima, representando um risco significativo de derramamento de petróleo enquanto permanecem operacionais. Nesse contexto, a GMS se posiciona como a maior compradora mundial de navios para reciclagem, ao adquirir essas embarcações e encaminhá-las a estaleiros de desmantelamento, principalmente na Índia e em Bangladesh, que são os maiores centros industriais deste setor.
Anil Sharma, fundador e CEO da empresa, descreveu essas embarcações como uma "bomba-relógio". Apesar disso, ele ressaltou que a reciclagem dos mesmos só pode ocorrer com a devida licença. "Espero que o governo dos EUA agilize esse processo", disse.
A empresa afirmou que já teve discussões com o Departamento de Estado nas últimas semanas a fim de avançar com o processo de licenciamento. Embora o Departamento do Tesouro dos EUA mantenha discrição a respeito de pedidos de licença e comunicações relacionadas, um porta-voz declarou o comprometimento em garantir soluções responsáveis para a retirada dessas embarcações.
Os navios possuem alto valor de sucata, que pode atingir dezenas de milhões de dólares, variando conforme o tipo e o peso da embarcação. Além do valor potencial financeiro, a detenção desses navios também gera demandas significativas dos recursos do governo, incluindo o apoio da Guarda Costeira dos EUA.
Em 2025, um total de 16 petroleiros sancionados foram reciclados em estaleiros receptivos, uma atividade que contrasta com a reciclagem de apenas um petroleiro em cada um dos dois anos anteriores, conforme análise da GMS.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

A fruticultura de Santa Catarina celebra uma melhora nas exportações de maçãs com a realização de inspeções fitossanitárias diretamente nos packing houses, fortalecendo a segurança e a credibilidade do produto. Essa decisão, fruto de uma parceria entre entidades como a Faesc e ABPM, garante conformidade sanitária e solidifica a competitividade do estado, consolidando-o como referência na produção de maçãs no Brasil. Além disso, a Reforma Tributária, em vigor a partir de 2026, trará mudanças significativas para os produtores, como a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), demandando adaptação e planejamento tributário. A implementação da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico são outras inovações que prometem simplificar processos fiscais e melhorar a identificação dos produtores.