
Nos últimos 25 anos, os motores de busca transformaram a forma como navegamos pela internet, mas os próximos 25 anos prometem uma evolução ainda mais profunda com a introdução da inteligência artificial (IA) na busca. Esta não é apenas uma nova interface, mas todo um novo sistema que redefine como os usuários encontram, avaliam e confiam nas marcas. A evolução da busca irá alterar fundamentalmente a maneira como a visibilidade é conquistada no mundo digital.
Com a IA, o primeiro resultado que encontramos em uma busca não é mais uma simples lista de links, mas uma resposta gerada que sintetiza as informações diretamente para o usuário. Esse novo paradigma desafia o tradicional otimizado SEO, orientado para rankings de página. Agora, o foco se desloca para o que está sendo chamado de GEO (Otimização Generativa para Mecanismos de Busca).
Os sistemas de busca modernos com IA são moldados por fluxos de recuperação avançados, como o modelo de geração aumentada por recuperação, ou RAG. Eles utilizam tecnologias como embeddings e busca vetorial para selecionar e sintetizar informações, garantindo que a resposta fornecida ao usuário seja completa e precisa.
Se o seu conteúdo não é recuperado nesses sistemas de busca, ele corre o risco de passar despercebido, independente de seu desempenho em termos de SEO tradicional. Neste novo cenário, o que define um conteúdo de qualidade é sua clareza e relevância, otimizados para facilitar o processo de recuperação e síntese pelas IA.
As IAs de busca demonstram uma inclinação favorecida por fontes conquistadas, como avaliações em plataformas independentes e cobertura editorial confiável. Um recente estudo demonstrou que estratégias de busca são diferenciadas conforme a intenção da consulta, destacando essa preferência. Enquanto o SEO tradicional continua relevante, o GEO surge como uma necessidade para uma presença marcante na esfera de IA.
GEO é um campo empírico, medido pela representação em respostas gerativas. Estudos apontam que citar fontes e adicionar estatísticas são métodos eficazes na promoção de visibilidade. Isso mostra que, na nova economia informacional sustentada por IA, a densidade de informações e a justificativa bem estruturada são fatores cruciais para a citação.
A estrutura de um site se torna agora mais significativa do que nunca, funcionando como uma verdadeira API para a IA. O investimento em SEO técnico e na marcação de dados estruturados é essencial para tornar informações como preços e especificações legíveis por máquinas. A engenharia de conteúdo, incluindo tabelas comparativas e prós e contras, também desempenha um papel vital na recuperação eficaz de informações pela IA.
Em resumo, enquanto os princípios do SEO permanecem, seu papel é reconfigurado no contexto emergente da busca com IA. As marcas que desejam permanecer visíveis e relevantes devem adaptar-se e inovar na sua abordagem, assegurando que suas informações não só sejam encontradas, mas também criteriosamente citadas por sistemas de IA.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando ensaios para avaliar materiais de EPIs agrícolas, liderados pelo IAC-Quepia em colaboração com a cientista Anugrah Shaw. Os testes realizados no CEA, em Jundiaí, visam subsidiar a atualização da norma ISO 27065, garantindo maior segurança. Hamilton Ramos, coordenador do programa, destaca que as pesquisas analisam a resistência e durabilidade de aproximadamente 40 materiais impermeáveis, com o objetivo de validar e ampliar conhecimentos sobre EPIs agrícolas. O IAC-Quepia é referência internacional em segurança no agronegócio, e suas pesquisas são essenciais para revisões normativas e para garantir a proteção dos trabalhadores rurais.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando testes com materiais de EPIs agrícolas no IAC para revisões na norma ISO 27065, focando em resistência e durabilidade. Liderado pelo programa IAC-Quepia, em colaboração com a Universidade de Maryland Eastern Shore, o estudo analisa cerca de 40 materiais para garantir segurança no uso de agroquímicos. O projeto busca validar dados anteriores e fortalecer a liderança do Brasil em pesquisas de segurança no agronegócio. Enquanto isso, a Reforma Tributária prevê mudanças fiscais para o setor a partir de 2026, incluindo a introdução do IBS e CBS e a simplificação através da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico, visando melhor planejamento e competitividade para produtores rurais.

A Rawer, empresa de alimentação animal, surgiu de uma inquietação de Keila Bezi sobre a qualidade dos alimentos para pets. Após deixar seu emprego em uma clínica veterinária, Bezi iniciou a produção de alimentos naturais para animais na cozinha de sua mãe com um investimento inicial modesto. O negócio cresceu rapidamente, passando de um projeto artesanal a uma planta industrial em Mar del Plata, tendo sido finalista na competição Naves do IAE no final de 2022. A empresa, que enfatiza o bem-estar animal, enfrenta desafios logísticos devido à natureza perecível dos seus produtos, vendidos principalmente via e-commerce e em uma rede de clínicas veterinárias. Em 2026, planejam lançar dietas específicas para patologias animais e expandir a operação para Rosário, com a visão de desafiar o sistema tradicional falho e promover a mudança cultural na alimentação de pets.

No artigo, destaca-se a evolução das agrorevendas no Brasil, que passaram de pontos simples de venda para centros de curadoria tecnológica. Cada vez mais conectadas, elas enfrentam transformações significativas, migrando das tradicionais relações pessoais para um cenário digital, onde o WhatsApp e as redes sociais despontam como ferramentas essenciais. A necessidade de manter a confiança e os vínculos pessoais, agora formalizados, é essencial em um ambiente onde o suporte técnico e a informação de qualidade se tornam diferenciais decisivos para os produtores rurais. A intermediação entre oferta tecnológica e as demandas do campo é vital para o sucesso e a continuidade dessas relações.

O WhatsApp, da Meta, anunciou um novo recurso de segurança chamado "Configurações de conta rigorosas", oferecendo medidas de proteção avançadas para usuários que desejam evitar ataques cibernéticos. O modo inclui bloqueio de mídias de remetentes desconhecidos, desativação de pré-visualização de links e silenciamento de chamadas desconhecidas. Esta abordagem é uma resposta para usuários como jornalistas ou figuras públicas que necessitam de segurança elevada. Esse movimento segue a tendência de outras empresas, como a Apple e a Alphabet, que já oferecem modos de segurança reforçada para seus sistemas. A medida é vista positivamente por especialistas em segurança digital.