
WhatsApp Introduz Modo de Segurança Avançado para Usuários de Alto Risco
O WhatsApp, serviço de mensagens da Meta, promoveu na última terça-feira (27) uma atualização de segurança voltada para usuários que necessitam de proteção extra contra hackers. A função, denominada “Configurações de conta rigorosas”, permite que os usuários ativem diversas medidas de segurança com apenas um clique, reforçando a proteção em suas comunicações.
Este novo modo integra ao usuário um bloqueio de mídias e anexos provenientes de remetentes desconhecidos, a desativação das pré-visualizações de links em mensagens de texto e o silenciamento de chamadas de contatos não identificados. Esses recursos foram identificados como potenciais portas de entrada para mecanismos de vigilância e ciberataques avançados.
Apesar de todas as conversas do WhatsApp já serem protegidas por criptografia de ponta a ponta, a Meta reconhece que usuários como jornalistas e figuras públicas necessitam de um nível de segurança mais elevado. Essas medidas são direcionadas a indivíduos que sejam alvos de ameaças digitais raras e altamente sofisticadas.
Meta se junta a outras gigantes de tecnologia que também estão ampliando suas ofertas em termos de segurança. A Apple, por exemplo, introduziu o "Modo de Bloqueio" em 2022, que se destina a oferecer proteção extrema para um seleto grupo de usuários que possam ser atacados por ameaças digitais avançadas. Este modo está disponível para dispositivos iPhone e macOS e limita funcionalidades como anexos de mensagens e chamadas do FaceTime.
Da mesma forma, a Alphabet, responsável pelo Android, lançou o “Modo de Proteção Avançada” que visa aumentar a segurança de usuários particularmente vigilantes. Ele restringe, entre outros, o download de aplicativos fora da Google Play Store, priorizando segurança em detrimento de algumas funcionalidades.
Especialistas do Citizen Lab, um grupo de pesquisa da Universidade de Toronto, veem a atualização do WhatsApp como uma evolução positiva. Segundo John Scott-Railton, este avanço ajudará a proteger grupos vulneráveis como dissidentes e ativistas e incentivará outras empresas de tecnologia a seguir o mesmo caminho de aperfeiçoamento nos seus serviços de segurança.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando ensaios para avaliar materiais de EPIs agrícolas, liderados pelo IAC-Quepia em colaboração com a cientista Anugrah Shaw. Os testes realizados no CEA, em Jundiaí, visam subsidiar a atualização da norma ISO 27065, garantindo maior segurança. Hamilton Ramos, coordenador do programa, destaca que as pesquisas analisam a resistência e durabilidade de aproximadamente 40 materiais impermeáveis, com o objetivo de validar e ampliar conhecimentos sobre EPIs agrícolas. O IAC-Quepia é referência internacional em segurança no agronegócio, e suas pesquisas são essenciais para revisões normativas e para garantir a proteção dos trabalhadores rurais.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando testes com materiais de EPIs agrícolas no IAC para revisões na norma ISO 27065, focando em resistência e durabilidade. Liderado pelo programa IAC-Quepia, em colaboração com a Universidade de Maryland Eastern Shore, o estudo analisa cerca de 40 materiais para garantir segurança no uso de agroquímicos. O projeto busca validar dados anteriores e fortalecer a liderança do Brasil em pesquisas de segurança no agronegócio. Enquanto isso, a Reforma Tributária prevê mudanças fiscais para o setor a partir de 2026, incluindo a introdução do IBS e CBS e a simplificação através da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico, visando melhor planejamento e competitividade para produtores rurais.

A Rawer, empresa de alimentação animal, surgiu de uma inquietação de Keila Bezi sobre a qualidade dos alimentos para pets. Após deixar seu emprego em uma clínica veterinária, Bezi iniciou a produção de alimentos naturais para animais na cozinha de sua mãe com um investimento inicial modesto. O negócio cresceu rapidamente, passando de um projeto artesanal a uma planta industrial em Mar del Plata, tendo sido finalista na competição Naves do IAE no final de 2022. A empresa, que enfatiza o bem-estar animal, enfrenta desafios logísticos devido à natureza perecível dos seus produtos, vendidos principalmente via e-commerce e em uma rede de clínicas veterinárias. Em 2026, planejam lançar dietas específicas para patologias animais e expandir a operação para Rosário, com a visão de desafiar o sistema tradicional falho e promover a mudança cultural na alimentação de pets.

No artigo, destaca-se a evolução das agrorevendas no Brasil, que passaram de pontos simples de venda para centros de curadoria tecnológica. Cada vez mais conectadas, elas enfrentam transformações significativas, migrando das tradicionais relações pessoais para um cenário digital, onde o WhatsApp e as redes sociais despontam como ferramentas essenciais. A necessidade de manter a confiança e os vínculos pessoais, agora formalizados, é essencial em um ambiente onde o suporte técnico e a informação de qualidade se tornam diferenciais decisivos para os produtores rurais. A intermediação entre oferta tecnológica e as demandas do campo é vital para o sucesso e a continuidade dessas relações.

A busca com inteligência artificial está transformando radicalmente o panorama da internet, alterando como marcas são descobertas e avaliadas. Ao invés de simples posições de ranking, a visibilidade agora depende da inclusão em respostas geradas por IA. Com o foco na recuperação de informações, a qualidade do conteúdo é avaliada em nível de fragmento, privilegiando clareza e concisão. A mídia conquistada ganha destaque em consultas de consideração, enquanto estratégias de GEO medem a eficácia em se obter visibilidade. É imperativo melhorar a estrutura e representação do conteúdo para otimizar sua citação em respostas generativas, ajustando as práticas de SEO para se alinhar com as novas exigências impostas por sistemas de inteligência artificial.