
A crescente demanda por inteligência artificial está promovendo investimentos significativos em centros de dados em todo o mundo. De acordo com o diretor executivo da Casa dos Ventos, Lucas Araripe, o setor de energia no Brasil tem a oportunidade de se beneficiar desse cenário, expandindo sua participação tanto no mercado nacional quanto internacional.
Neste mês, a Casa dos Ventos anunciou ter assinado o maior contrato de energia renovável da América Latina com a Ascenty, em um modelo de autoprodução para data centers. Este acordo prevê o fornecimento de 110 megawatts médios (MWm) e envolve mais de meio bilhão de dólares. A Ascenty terá participação em dois empreendimentos em desenvolvimento, que deverão entrar em operação em 2027, com potência instalada conjunta de mais de 1,5 GW.
Após um período de incertezas causado pela iniciativa ReData, do governo federal, que visa estimular investimentos em infraestrutura digital, o mercado de data centers deve ganhar impulso. A conclusão esperada do programa em fevereiro poderá criar um ambiente de incentivos mais claro para o setor. Lucas Araripe acredita que, ao fomentar a indústria, mais centros de dados devem ser atraídos para o país, uma vez que representam grandes oportunidades para os fornecedores de energia renovável.
A Casa dos Ventos já está em diálogo com empresas como Accenture, Scala e Equinix para futuros projetos. Contudo, a previsão é de que a capacidade desejada só esteja disponível em 2028, devido ao tempo necessário para a construção das infraestruturas de data centers no Brasil.
Os investimentos são intensos e continuam a crescer. Entre o final do ano passado e o início deste ano, a Casa dos Ventos estima expandir sua capacidade instalada em 2,1 GW com projetos de energia eólica e solar, totalizando investimentos entre R$ 11 e R$ 12 bilhões. O objetivo é atingir 6,4 GW de capacidade renovável instalada até 2028, grande parte destinada ao setor de data centers e novas demandas industriais. “Estamos investindo massivamente por acreditar nesta nova demanda”, afirma Araripe.
Além disso, a empresa planeja aprovar novos projetos até o final do ano, para adicionar pelo menos mais 1 GW de capacidade até 2029, de olho na meta de alcançar 10 GW em 2030.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando ensaios para avaliar materiais de EPIs agrícolas, liderados pelo IAC-Quepia em colaboração com a cientista Anugrah Shaw. Os testes realizados no CEA, em Jundiaí, visam subsidiar a atualização da norma ISO 27065, garantindo maior segurança. Hamilton Ramos, coordenador do programa, destaca que as pesquisas analisam a resistência e durabilidade de aproximadamente 40 materiais impermeáveis, com o objetivo de validar e ampliar conhecimentos sobre EPIs agrícolas. O IAC-Quepia é referência internacional em segurança no agronegócio, e suas pesquisas são essenciais para revisões normativas e para garantir a proteção dos trabalhadores rurais.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando testes com materiais de EPIs agrícolas no IAC para revisões na norma ISO 27065, focando em resistência e durabilidade. Liderado pelo programa IAC-Quepia, em colaboração com a Universidade de Maryland Eastern Shore, o estudo analisa cerca de 40 materiais para garantir segurança no uso de agroquímicos. O projeto busca validar dados anteriores e fortalecer a liderança do Brasil em pesquisas de segurança no agronegócio. Enquanto isso, a Reforma Tributária prevê mudanças fiscais para o setor a partir de 2026, incluindo a introdução do IBS e CBS e a simplificação através da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico, visando melhor planejamento e competitividade para produtores rurais.

A Rawer, empresa de alimentação animal, surgiu de uma inquietação de Keila Bezi sobre a qualidade dos alimentos para pets. Após deixar seu emprego em uma clínica veterinária, Bezi iniciou a produção de alimentos naturais para animais na cozinha de sua mãe com um investimento inicial modesto. O negócio cresceu rapidamente, passando de um projeto artesanal a uma planta industrial em Mar del Plata, tendo sido finalista na competição Naves do IAE no final de 2022. A empresa, que enfatiza o bem-estar animal, enfrenta desafios logísticos devido à natureza perecível dos seus produtos, vendidos principalmente via e-commerce e em uma rede de clínicas veterinárias. Em 2026, planejam lançar dietas específicas para patologias animais e expandir a operação para Rosário, com a visão de desafiar o sistema tradicional falho e promover a mudança cultural na alimentação de pets.

No artigo, destaca-se a evolução das agrorevendas no Brasil, que passaram de pontos simples de venda para centros de curadoria tecnológica. Cada vez mais conectadas, elas enfrentam transformações significativas, migrando das tradicionais relações pessoais para um cenário digital, onde o WhatsApp e as redes sociais despontam como ferramentas essenciais. A necessidade de manter a confiança e os vínculos pessoais, agora formalizados, é essencial em um ambiente onde o suporte técnico e a informação de qualidade se tornam diferenciais decisivos para os produtores rurais. A intermediação entre oferta tecnológica e as demandas do campo é vital para o sucesso e a continuidade dessas relações.

A busca com inteligência artificial está transformando radicalmente o panorama da internet, alterando como marcas são descobertas e avaliadas. Ao invés de simples posições de ranking, a visibilidade agora depende da inclusão em respostas geradas por IA. Com o foco na recuperação de informações, a qualidade do conteúdo é avaliada em nível de fragmento, privilegiando clareza e concisão. A mídia conquistada ganha destaque em consultas de consideração, enquanto estratégias de GEO medem a eficácia em se obter visibilidade. É imperativo melhorar a estrutura e representação do conteúdo para otimizar sua citação em respostas generativas, ajustando as práticas de SEO para se alinhar com as novas exigências impostas por sistemas de inteligência artificial.