
O número de boletins de ocorrência por bullying nas escolas do estado de São Paulo apresentou um aumento significativo após a prática ser tipificada como crime, em janeiro de 2024. De acordo com dados obtidos pelo Grupo EP, através da Lei de Acesso à Informação junto à Secretaria de Segurança Pública, esse fenômeno reflete uma mudança importante no tratamento desse problema.
Em 2024, o primeiro ano após a implementação da lei, foram registrados 16 boletins de ocorrência em instituições de ensino por todo o estado. Entretanto, em 2025, esse número alcançou 41, marcando um crescimento de 156%.
Por trás dessas estatísticas estão histórias complexas de violência e intimidação que vão muito além de simples brincadeiras. Relatos de famílias destacam casos de agressões físicas, situações constrangedoras e impactos emocionais profundos em crianças e adolescentes que são alvo de bullying dentro das escolas.
É importante observar que muitas vítimas possuem condições que as tornam particularmente vulneráveis, como dificuldades de comunicação ou sociais, características que são frequentemente exploradas por agressores.
Desde que a legislação brasileira passou a considerar o bullying um crime, as punições abrangem não apenas os perpetradores das agressões, mas também aqueles que negligenciam suas responsabilidades perante tais situações. As vítimas ou seus responsáveis são incentivados a procurar as autoridades policiais para registrar ocorrências quando a violência ultrapassa limites aceitáveis.
Especialistas identificam que o aumento nos registros pode indicar uma maior conscientização da população a respeito dos direitos das vítimas e a necessidade de denunciar esses casos. Além das implicações legais, são sugeridas ações proativas para enfrentar o problema, envolvendo escolas, famílias e a própria comunidade estudantil.
O crescimento nos números de ocorrências evidencia que o bullying passou a ser reconhecido como uma violação grave de direitos, demandando uma resposta assertiva por parte do poder público e de toda a comunidade escolar.
Esses esforços conjuntos são essenciais para promover um ambiente escolar mais seguro e acolhedor para todos os estudantes.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

A fruticultura de Santa Catarina celebra uma melhora nas exportações de maçãs com a realização de inspeções fitossanitárias diretamente nos packing houses, fortalecendo a segurança e a credibilidade do produto. Essa decisão, fruto de uma parceria entre entidades como a Faesc e ABPM, garante conformidade sanitária e solidifica a competitividade do estado, consolidando-o como referência na produção de maçãs no Brasil. Além disso, a Reforma Tributária, em vigor a partir de 2026, trará mudanças significativas para os produtores, como a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), demandando adaptação e planejamento tributário. A implementação da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico são outras inovações que prometem simplificar processos fiscais e melhorar a identificação dos produtores.