
Pioneirismo Brasileiro em Patentes de Inovação Agropecuária Sustentável
A busca por abordagens menos agressivas ao solo e à saúde humana orienta a inovação no agronegócio brasileiro, conforme estudo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Entre 2012 e 2025, fertilizantes e defensivos agrícolas de base biológica compõem 70% dos registros de patentes em tecnologias agrícolas verdes no Brasil. Este dado sublinha o crescente interesse por biofertilizantes e biodefensivos, priorizando insumos sustentáveis sobre as formulações químicas tradicionais.
Segundo o relatório, foram 1.205 pedidos de patentes brasileiras nesse segmento, sendo 465 apresentados por empresas com participação nacional. Pessoas físicas e instituições públicas de pesquisa também contribuíram significativamente, registrando 435 e 389 pedidos, respectivamente. A Embrapa se destaca entre as instituições públicas, liderando com 34 pedidos, evidenciando a importância da pesquisa pública para soluções agrícolas sustentáveis.
Ao analisar também as patentes estrangeiras, bioinsumos ainda predominam, representando 73% do total das tecnologias agrícolas verdes no INPI. Os defensivos sustentáveis somam 3.282 pedidos e os biofertilizantes 2.597, totalizando 5.879 registros, superando a agricultura digital, que teve 2.132 solicitações.
No âmbito global, o Brasil é o segundo maior depositante de patentes agrícolas verdes, atrás dos Estados Unidos, com a Alemanha em terceiro. Entre 17 organizações nacionais que apresentaram múltiplos pedidos de patentes, há um predomínio de instituições públicas.
A inovação e transformação digital no agronegócio são reforçadas por eventos como o Show Rural Digital, integrando conhecimento, tecnologia e networking desde 2019. Com programação extensa, sua edição de 2026 promete mais expositores e eventos relevantes, consolidando-se como palco de inovação no agronegócio.
Momento central do evento é o Fórum Internacional das Cooperativas, abordando o futuro do cooperativismo, com participação internacional. Outro destaque é o Hackathon, incentivando o desenvolvimento de soluções agropecuárias efetivas, oferecendo aos vencedores uma experiência de imersão em ecossistemas de inovação na América do Sul.
A agenda do Show Rural Digital inclui temas como inteligência artificial no agronegócio, cibersegurança, agricultura de precisão e valorização de resíduos. O evento reforça o compromisso com a diversidade, promovendo a equidade e liderança feminina no setor.
Com o avanço global do agronegócio, a comunicação do Brasil com o mercado internacional torna-se crucial. Segundo especialistas, é essencial comunicar eficazmente a origem e valores dos produtos brasileiros, garantindo reconhecimento da sua contribuição para a segurança alimentar global.
O recente Mercoagro Talks evidenciou a importância da comunicação, especialmente para a proteína animal. Discursos enfatizaram que, apesar da existência de tecnologia e genética, a comunicação é o que realmente muda a percepção do consumidor final, resultando no aumento do consumo de carne suína no Brasil.
Entre os desafios está a melhora da imagem do agronegócio brasileiro no exterior, sendo que apenas 8% dos europeus conhecem-no. Estratégias eficazes de comunicação são necessárias para evidenciar a dignidade e a qualidade dos produtos do Brasil.
Eventos como o Mercoagro, uma feira internacional que ocorrerá em março, são vitais para promover a imagem do Brasil como uma potência agropecuária. Esses eventos fortalecem o agronegócio brasileiro, promovendo sua relevância e melhorando a comunicação com o mercado global.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando ensaios para avaliar materiais de EPIs agrícolas, liderados pelo IAC-Quepia em colaboração com a cientista Anugrah Shaw. Os testes realizados no CEA, em Jundiaí, visam subsidiar a atualização da norma ISO 27065, garantindo maior segurança. Hamilton Ramos, coordenador do programa, destaca que as pesquisas analisam a resistência e durabilidade de aproximadamente 40 materiais impermeáveis, com o objetivo de validar e ampliar conhecimentos sobre EPIs agrícolas. O IAC-Quepia é referência internacional em segurança no agronegócio, e suas pesquisas são essenciais para revisões normativas e para garantir a proteção dos trabalhadores rurais.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando testes com materiais de EPIs agrícolas no IAC para revisões na norma ISO 27065, focando em resistência e durabilidade. Liderado pelo programa IAC-Quepia, em colaboração com a Universidade de Maryland Eastern Shore, o estudo analisa cerca de 40 materiais para garantir segurança no uso de agroquímicos. O projeto busca validar dados anteriores e fortalecer a liderança do Brasil em pesquisas de segurança no agronegócio. Enquanto isso, a Reforma Tributária prevê mudanças fiscais para o setor a partir de 2026, incluindo a introdução do IBS e CBS e a simplificação através da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico, visando melhor planejamento e competitividade para produtores rurais.

A Rawer, empresa de alimentação animal, surgiu de uma inquietação de Keila Bezi sobre a qualidade dos alimentos para pets. Após deixar seu emprego em uma clínica veterinária, Bezi iniciou a produção de alimentos naturais para animais na cozinha de sua mãe com um investimento inicial modesto. O negócio cresceu rapidamente, passando de um projeto artesanal a uma planta industrial em Mar del Plata, tendo sido finalista na competição Naves do IAE no final de 2022. A empresa, que enfatiza o bem-estar animal, enfrenta desafios logísticos devido à natureza perecível dos seus produtos, vendidos principalmente via e-commerce e em uma rede de clínicas veterinárias. Em 2026, planejam lançar dietas específicas para patologias animais e expandir a operação para Rosário, com a visão de desafiar o sistema tradicional falho e promover a mudança cultural na alimentação de pets.

No artigo, destaca-se a evolução das agrorevendas no Brasil, que passaram de pontos simples de venda para centros de curadoria tecnológica. Cada vez mais conectadas, elas enfrentam transformações significativas, migrando das tradicionais relações pessoais para um cenário digital, onde o WhatsApp e as redes sociais despontam como ferramentas essenciais. A necessidade de manter a confiança e os vínculos pessoais, agora formalizados, é essencial em um ambiente onde o suporte técnico e a informação de qualidade se tornam diferenciais decisivos para os produtores rurais. A intermediação entre oferta tecnológica e as demandas do campo é vital para o sucesso e a continuidade dessas relações.

A busca com inteligência artificial está transformando radicalmente o panorama da internet, alterando como marcas são descobertas e avaliadas. Ao invés de simples posições de ranking, a visibilidade agora depende da inclusão em respostas geradas por IA. Com o foco na recuperação de informações, a qualidade do conteúdo é avaliada em nível de fragmento, privilegiando clareza e concisão. A mídia conquistada ganha destaque em consultas de consideração, enquanto estratégias de GEO medem a eficácia em se obter visibilidade. É imperativo melhorar a estrutura e representação do conteúdo para otimizar sua citação em respostas generativas, ajustando as práticas de SEO para se alinhar com as novas exigências impostas por sistemas de inteligência artificial.