
A semeadura da soja no estado do Rio Grande do Sul atingiu uma marca significativa, alcançando 98% da área projetada, conforme o mais recente Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira, dia 22.
Segundo o boletim, as lavouras de soja estão entrando na fase inicial de floração, representando cerca de 7% das propriedades estabelecidas. Esta etapa é crucial para o desenvolvimento da espécie, com implicações diretas sobre a produtividade da colheita.
**Continuidades e Desafios:** Nas últimas semanas, produtores rurais têm dado continuidade à implantação da cultura, sempre que as condições de acesso por maquinário se apresentam favoráveis. Este avanço tem sido possível, especialmente, em áreas de plantação de milho que foram recentemente colhidas, possibilitando assim a prática de rotação de culturas.
O estágio inicial de crescimento e o bom progresso na semeadura são resultados diretos do manejo adequado e da escolha estratégica das áreas de cultivo. Esta mobilização do setor agrícola tem gerado expectativas otimistas sobre a safra de soja, considerada vital para a economia local e o suprimento nacional.
A continuidade do processo de semeadura deverá respeitar a janela ideal de plantio, o que contribuirá para que o estado do Rio Grande do Sul mantenha sua posição de destaque na produção de soja no Brasil.
**Perspectivas para a Agricultura Gaúcha:** Este avanço na semeadura da soja não só fortalece a presença do estado no cenário agrícola nacional, como também reflete sobre a importância da técnica e da precisão no manejo de próximas etapas produtivas.
A expectativa entre os agricultores é alta, com previsões de colheita que podem bater recordes, caso as condições climáticas permaneçam favoráveis e a incidência de pragas seja controlada de maneira eficaz.
O acompanhamento contínuo da Emater/RS-Ascar e o apoio técnico prestado aos produtores são pilares fundamentais para enfrentar os desafios que surgem ao longo da safra. Esta assistência garante não apenas a implementação bem-sucedida das culturas, mas também sustenta a sustentabilidade agrícola do estado.
A revolução agrícola do Rio Grande do Sul avança para garantir sustentabilidade, crescimento econômico e segurança alimentar, enquanto os produtores se preparam para maximizar a eficiência em suas lavouras.
Desta forma, a semeadura da soja no Rio Grande do Sul avança de maneira sólida. Acompanhada por técnicas agrícolas avançadas e um contínuo suporte técnico, é de se esperar que a colheita desta temporada contribua significativamente para a economia agrícola do estado e, por conseguinte, do país.

Sumário: Em 20/02/2026, os preços do suíno vivo no Brasil mantiveram-se estáveis na maioria das praças conforme Cepea/Esalq, com leve alta em São Paulo para R$ 6,87/kg (+0,44% no dia), embora o acumulado do mês em SP caia 3,10%. Os demais estados monitorados registraram estabilidade diária, com variações mensais negativas: MG -4,52% (R$ 6,76/kg), PR -2,21% (R$ 6,64/kg), RS -0,30% (R$ 6,74/kg) e SC -1,79% (R$ 6,59/kg). O intervalo de preços entre as principais praças ficou entre R$ 6,59/kg (SC) e R$ 6,87/kg (SP). O mercado de suínos permanece com equilíbrio entre oferta e demanda, indicando ajustes ao longo de fevereiro e reforçado pela leitura de referência Cepea/Esalq.

Resumo do conteúdo: - O Projeto de Lei 5686/25 visa criar normas para proteger o produtor rural na execução extrajudicial de créditos rurais, priorizando garantias agrícolas como penhor de safra e CPR, assegurando a posse do imóvel durante a execução vinculada a essas garantias. - Prevê mediação ou arbitragem antes da execução, vedando alienação, oneração ou transferência do imóvel durante as negociações, salvo consentimento expresso do produtor. - Garante direito à revisão de contratos por valores ou encargos abusivos ou desproporcionais, com possibilidade de parcelamento ou renegociação dentro dos limites legais e respeitando a função social da propriedade. - Em casos de perdas climáticas, proíbe a execução extrajudicial de hipoteca para produtores e cooperativas que comprovem prejuízo em duas safras consecutivas; prevê mediação, renegociação ou recuperação produtiva conforme normas do CN e do BC. - A autora, deputada Any Ortiz, aponta que eventos climáticos extremos afetam a renda rural e ampliam o endividamento, especialmente no Rio Grande do Sul, buscando equilíbrio entre crédito e função social da propriedade.

O tabaco consolidou sua posição como principal produto exportado pelo Rio Grande do Sul no início de 2026, com vendas de US$ 206,5 milhões e 33,4 mil toneladas em janeiro. Isso destaca a importância histórica e econômica da cadeia produtiva de tabaco para o comércio exterior gaúcho, superando produtos como tortas de soja, trigo e óleo de soja. O Vale do Rio Pardo e arredores são regiões chave para a produção, que continua impulsionada pela demanda internacional. O perfil das exportações gaúchas inclui forte predominância do agronegócio, com destaque também para produtos semi-industrializados e segmentos industriais, como polímeros, autopeças e máquinas agrícolas.

A Região Sul do Brasil concentra 85% da produção nacional de trigo, com o Rio Grande do Sul e o Paraná sendo os principais produtores. O mercado interno de trigo está focado em grãos de alta qualidade, levando a importações significativas para equilibrar a demanda. O Brasil deve importar cerca de 7,3 milhões de toneladas no ciclo 2025/26. Globalmente, o USDA projeta uma safra recorde de trigo, com a Argentina aumentando sua oferta exportável. No cenário econômico, o Banco Central do Brasil mantém a estabilidade cambial, ajudando a controlar a inflação e influenciar custos de produção.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.