
No mundo atual, dominado por avanços tecnológicos e mudanças rápidas, as plataformas de decisão automatizada, como as da Amazon, destacam-se por deixar aos humanos apenas as tarefas críticas. Esse ambiente de inovação contínua requer líderes com um perfil diferenciado, menos focado em operações diárias e mais voltado para a identificação de padrões, criação de visões de futuro e seleção de talentos que possam sustentar a inovação a longo prazo.
Uma habilidade que está se tornando primordial é o Futuring, que permite aos líderes pensarem de forma futurista. O foco não é prever o futuro exato, mas estar preparado para ele com confiança e criatividade. Isso desloca o papel da liderança de carisma e acúmulo de experiência para uma capacidade genuína de trabalhar a partir do futuro, avançando em direção ao presente.
Visualizar futuros diferentes e desejáveis e, desse ponto, construir trajetórias concretas tornou-se essencial. Essa prática de construção de cenários futuros transforma incertezas em vantagens competitivas.
Esses métodos demonstram que decisões sólidas não surgem apenas de dados brutos, mas da percepção das narrativas invisíveis que moldam culturas e estratégias. Ao desafiar pressupostos, metáforas e crenças, abre-se espaço para a inovação genuína e maior engajamento das equipes.
No cenário corporativo atual, três dimensões tornam-se inegociáveis: inovação, produtividade de custos e pipeline de liderança. Sem esses elementos, as empresas perdem competitividade e tornam-se suscetíveis a disrupções.
A preparação de líderes prontos, em equipes diversas e multigeracionais, é fundamental nesta agenda. O desafio está em não apenas identificar sinais fracos do futuro, mas em perguntar: Que futuro vale a pena construir? Quais práticas obsoletas devem ser abandonadas para dar lugar a novos modelos?
Ao adotar estratégias de prospecção de longo prazo, alinhar valores e incorporar o futuro na cultura da empresa, as organizações passam a moldar ativamente o amanhã. A liderança se transforma de uma postura reativa para, proativamente, criar futuros viáveis, sustentáveis e inspiradores.

A FMC participa da Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, em Capão do Leão (RS), apresentando soluções para manejo de plantas daninhas, pragas e doenças. O destaque é o herbicida Giant®, com áreas demonstrativas para o público. Lançado no ano passado, o produto tem ampla adoção no mercado. O herbicida promete controle prolongado de plantas daninhas como o capim-arroz e ciperáceas, facilitando o manejo e reduzindo custos. A FMC mostra comprometimento com inovação e sustentabilidade, com novas tecnologias em desenvolvimento.

O USDA destacou a ampliação das cotas tarifárias para parceiros comerciais, beneficiando principalmente a Argentina. O rebanho bovino dos EUA diminuiu pelo sétimo ano consecutivo em 2025, registrando o menor nível em 75 anos devido aos altos preços do gado. O abate de gado em 2026 deverá diminuir, porém de forma menos acentuada. Isso inclui menores estoques e restrições às importações. O peso médio da carcaça aumentou em 2025 e deve continuar crescendo em 2026, com foco em novilhos e novilhas mais pesados.

O governador Jorginho Mello anunciou um investimento de R$ 137,8 milhões para a edição 2026 do Programa Terra Boa, destinado a apoiar a agricultura familiar em Santa Catarina. O aumento de 18% no orçamento busca beneficiar mais de 69 mil agricultores. Entre as novidades para 2026, estão a criação do Projeto Sementes de Arroz e a distribuição de insumos como calcário, sementes de milho de alto valor genético, e Kits Forrageiras e Solo Saudável. O programa, coordenado pela Fecoagro, visa aumentar a produtividade e a renda das famílias rurais de Santa Catarina.

A pesquisa científica tem revolucionado a agricultura em Mato Grosso, tornando-a mais eficiente e sustentável através do uso preciso de insumos, diminuindo desperdícios e aumentando a produtividade. Os Centros Tecnológicos do Araguaia e do Parecis, mantidos pela Aprosoja MT e Iagro, desempenham um papel crucial ao desenvolver estudos voltados para o uso consciente de recursos. Tais pesquisas têm permitido ao Brasil se destacar como potência agrícola em clima tropical. As técnicas desenvolvidas ajudam a evitar a necessidade de desflorestamento, mantendo a produção em áreas já existentes. Agricultores locais, como Alberto Chiapinotto, aplicam novas práticas testadas em centros de pesquisa, o que evidencia a importância de continuar investindo em tecnologia agrícola para garantir a sobrevivência e crescimento do setor no país.

O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.