
Seleção Pública Revoluciona Pesquisa Agropecuária em São Paulo
Após duas décadas sem concursos de grande porte, o Estado de São Paulo marca um momento histórico ao concluir um processo significativo para revitalizar o sistema de pesquisa agropecuária. De 26 a 28 de outubro, em Campinas, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento realiza sessões presenciais para escolha de vagas no concurso de Pesquisador Científico I, permitindo a entrada de 37 novos profissionais nos institutos geridos pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA).
Os eventos ocorrem no Instituto Agronômico (IAC) com candidatos prontos para contribuir em diversas especializações. As oportunidades abrangem o IAC, Instituto Biológico (IB), Instituto de Zootecnia (IZ), Instituto de Pesca (IP), Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), Instituto de Economia Agrícola (IEA) e a APTA Regional.
De acordo com o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho, esta etapa representa um marco para o setor agropecuário paulista. "É uma semana crucial para a continuidade e avanço da pesquisa agropecuária paulista. São 37 novos pesquisadores que chegam para expandir o conhecimento científico e oferecer soluções inovadoras para a agricultura e nossos produtores", enfatiza.
Carlos Nabil, diretor da APTA, destaca a importância deste momento para os institutos. "Esta fase final do concurso inaugura um novo ciclo nos institutos da Secretaria da Agricultura, trazendo alegria e esperança com profissionais que vêm para ampliar e enriquecer a pesquisa por muitos anos", salienta.
Os novos pesquisadores se mostram otimistas sobre suas futuras contribuições aos desafios estratégicos do setor agropecuário. A bióloga Danielle Dias, agora parte do Instituto de Pesca, foca no desenvolvimento de vacinas e probióticos para garantir a saúde de organismos aquáticos. Por sua vez, o engenheiro agrônomo Lucas Rodrigues, do Instituto Biológico, aponta seus esforços para o manejo sustentável de doenças bacterianas em plantas, com potencial impacto em culturas de significativa relevância econômica.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

Sumário: Em 20/02/2026, os preços do suíno vivo no Brasil mantiveram-se estáveis na maioria das praças conforme Cepea/Esalq, com leve alta em São Paulo para R$ 6,87/kg (+0,44% no dia), embora o acumulado do mês em SP caia 3,10%. Os demais estados monitorados registraram estabilidade diária, com variações mensais negativas: MG -4,52% (R$ 6,76/kg), PR -2,21% (R$ 6,64/kg), RS -0,30% (R$ 6,74/kg) e SC -1,79% (R$ 6,59/kg). O intervalo de preços entre as principais praças ficou entre R$ 6,59/kg (SC) e R$ 6,87/kg (SP). O mercado de suínos permanece com equilíbrio entre oferta e demanda, indicando ajustes ao longo de fevereiro e reforçado pela leitura de referência Cepea/Esalq.

Resumo: O mercado de pecuária em Mato Grosso do Sul manteve fôlego após o Carnaval, com altas nas cotações da arroba do boi gordo e da vaca gorda em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. Em Campo Grande, boi gordo aparece a R$ 321,00 à vista e R$ 325,00 em 30 dias (+R$ 5), e a vaca gorda a R$ 301,50 à vista e R$ 305,00 a prazo (+R$ 3). Em Dourados, boi gordo fica em R$ 321,00 à vista e R$ 325,00 a prazo (+R$ 5); vaca gorda em R$ 299,50 à vista e R$ 303,00 a prazo (+R$ 3). Em Três Lagoas, boi gordo está em R$ 322,00 à vista e R$ 326,00 a prazo (+R$ 5); vaca gorda em R$ 296,50 à vista e R$ 300,00 a prazo (+R$ 5). No cenário nacional, SP, MG, MT, MS e GO registraram altas na arroba do Boi China entre R$ 3,00 e R$ 5, enquanto Paraná manteve o preço. SP: R$ 350, MG: R$ 335, MT: R$ 330, MS: R$ 330, GO: R$ 330; Paraná: R$ 345. O mercado de boi gordo segue firme após o Carnaval, impulsionado pelo consumo interno aquecido, exportações firmes e retenção de fêmeas, com a China permanecendo peça-chave nas negociações, ainda que haja volatilidade cambial.

Na semana anterior ao Carnaval, o mercado spot de etanol em São Paulo apresentou baixa movimentação, com o segundo menor volume comercializado em 2026, segundo o Cepea. Houve recuo nos preços, com o etanol hidratado caindo para R$ 3,0203/litro e o anidro para R$ 3,4120/litro. A pouca liquidez no mercado spot deve-se ao abastecimento predominantemente por contratos anteriores entre usinas e distribuidoras, típico da entressafra. A tendência de queda nos preços já era observada na primeira semana de fevereiro.

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