
Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) finalizou 2025 com expressivo volume de R$ 1,26 bilhão em contratações voltadas ao agronegócio no Paraná, destacando-se como impulsionador chave da economia estadual.
Ao todo, foram firmados 3.621 contratos, mantendo um nível consistente com o ano anterior, mas com um incremento notável de 10% nas operações direcionadas à safra, totalizando R$ 850 milhões apenas na segunda metade de 2025. Este crescimento sublinha a função crítica do crédito rural na economia do Paraná.
Renê Garcia Junior, diretor-presidente do BRDE, afirmou que esses resultados refletem a missão estratégica do banco como um financiador de longo prazo crucial para o setor agrícola, que é o alicerce da economia do estado. Ele destacou a importância de planejar e acessar crédito adequado para elevar a produtividade e agregar valor.
O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) foi responsável por um volume de R$ 422,9 milhões em 3.259 contratos, visando principalmente a modernização e aquisição de equipamentos.
Já o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) movimentou R$ 277,6 milhões em apenas 25 operações, enfocando na expansão de capacidade de armazenagem, um aspecto crucial para melhorar a logística agricola e reduzir perdas.
Em 2025, o Banco do Agricultor Paranaense destacou-se ao aplicar R$ 133 milhões em 985 projetos, mostrando um aumento contínuo e um apoio significativo à modernização e inovação no campo desde sua criação em 2021.
O BRDE está pronto para participar do Show Rural Coopavel 2026, um dos maiores eventos agropecuários da América Latina, reforçando relações e apresentando soluções financeiras personalizadas. A expectativa é fortalecer vínculos e compartilhar oportunidades de investimento alinhadas ao desenvolvimento sustentável.
O evento contará com lançamentos, palestras e novas parcerias, incluindo a apresentação de uma nova etapa do BRDE Labs, focada em inovação e empreendedorismo.
A presença do BRDE no Show Rural coincide com as celebrações dos 65 anos do banco, que continua a ser um pilar no financiamento do desenvolvimento do Sul do Brasil, integrando pilares importantes como inovação e sustentabilidade em sua agenda.
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) alerta para as mudanças já em vigor da Reforma Tributária, que impacta a emissão de notas fiscais eletrônicas e o modelo de contribuição dos produtores rurais desde janeiro de 2026.
Destaque para a Nota Fiscal Fácil (NFF), que simplifica o processo de emissão e formaliza obrigações fiscais, além dos novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) que substituem outros impostos dentro do modelo do IVA.
Produtores com receita acima de R$ 3,6 milhões devem adotar o novo regime, enquanto aqueles com menos têm a opção de adesão, aproveitando benefícios como melhor uso de créditos tributários e condições favorecidas de crédito rural.
Para auxiliar na transição, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) disponibilizou uma ferramenta gratuita para cálculo das novas obrigações fiscais, auxiliando produtores e contadores na adoção das novas medidas.
Este cenário morre um novo horizonte de planejamento e inovação para o setor, prometendo elevar a competitividade e otimizar processos dentro do agronegócio brasileiro.

Resumo: - O governo discute implementação do seguro rural paramétrico, obrigatório para quem tomar financiamentos com juros controlados do Plano Safra, conforme proposta do ministro Carlos Fávaro. O Observatório do Seguro Rural da FGV Agro aponta que o modelo pode não estar suficientemente maduro para vingar no Brasil. - Mudanças estruturais são consideradas essenciais: estabilidade institucional, previsibilidade fiscal, base atuarial regionalizada, fundo de estabilização robusto, alinhamento com resseguradoras e transição gradual de pelo menos 12 meses.

Sumário: Em 20/02/2026, os preços do suíno vivo no Brasil mantiveram-se estáveis na maioria das praças conforme Cepea/Esalq, com leve alta em São Paulo para R$ 6,87/kg (+0,44% no dia), embora o acumulado do mês em SP caia 3,10%. Os demais estados monitorados registraram estabilidade diária, com variações mensais negativas: MG -4,52% (R$ 6,76/kg), PR -2,21% (R$ 6,64/kg), RS -0,30% (R$ 6,74/kg) e SC -1,79% (R$ 6,59/kg). O intervalo de preços entre as principais praças ficou entre R$ 6,59/kg (SC) e R$ 6,87/kg (SP). O mercado de suínos permanece com equilíbrio entre oferta e demanda, indicando ajustes ao longo de fevereiro e reforçado pela leitura de referência Cepea/Esalq.

Resumo: O mercado de pecuária em Mato Grosso do Sul manteve fôlego após o Carnaval, com altas nas cotações da arroba do boi gordo e da vaca gorda em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. Em Campo Grande, boi gordo aparece a R$ 321,00 à vista e R$ 325,00 em 30 dias (+R$ 5), e a vaca gorda a R$ 301,50 à vista e R$ 305,00 a prazo (+R$ 3). Em Dourados, boi gordo fica em R$ 321,00 à vista e R$ 325,00 a prazo (+R$ 5); vaca gorda em R$ 299,50 à vista e R$ 303,00 a prazo (+R$ 3). Em Três Lagoas, boi gordo está em R$ 322,00 à vista e R$ 326,00 a prazo (+R$ 5); vaca gorda em R$ 296,50 à vista e R$ 300,00 a prazo (+R$ 5). No cenário nacional, SP, MG, MT, MS e GO registraram altas na arroba do Boi China entre R$ 3,00 e R$ 5, enquanto Paraná manteve o preço. SP: R$ 350, MG: R$ 335, MT: R$ 330, MS: R$ 330, GO: R$ 330; Paraná: R$ 345. O mercado de boi gordo segue firme após o Carnaval, impulsionado pelo consumo interno aquecido, exportações firmes e retenção de fêmeas, com a China permanecendo peça-chave nas negociações, ainda que haja volatilidade cambial.

A FMC participa da Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, em Capão do Leão (RS), apresentando soluções para manejo de plantas daninhas, pragas e doenças. O destaque é o herbicida Giant®, com áreas demonstrativas para o público. Lançado no ano passado, o produto tem ampla adoção no mercado. O herbicida promete controle prolongado de plantas daninhas como o capim-arroz e ciperáceas, facilitando o manejo e reduzindo custos. A FMC mostra comprometimento com inovação e sustentabilidade, com novas tecnologias em desenvolvimento.

As grandes redes de varejo do Reino Unido e Europa enviaram uma carta às principais tradings agrícolas exigindo um posicionamento sobre a saída da Moratória da Soja. Eles determinaram que as empresas têm até 16 de fevereiro para responderem sobre a adesão individual à moratória, o cumprimento dos compromissos climáticos e os controles de compra anti-desmatamento. A retirada da Abiove do pacto ocorre no contexto da Lei nº 12.709/2024, de Mato Grosso, que condiciona incentivos ao cumprimento estrito da legislação ambiental nacional. As tradings agora serão avaliadas individualmente por seus clientes europeus, que mantêm a restrição à soja proveniente de desmatamento na Amazônia. A saída foi encarada positivamente por produtores e autoridades de Mato Grosso, mas gera alertas de ambientalistas sobre riscos para o agronegócio brasileiro.