
Na manhã desta quarta-feira (28), o mercado de grãos no Brasil traz destaques contrastantes entre a soja e o trigo. No cenário atual, a saca de soja de 60 kg apresentou desvalorização tanto no interior do Paraná quanto em Paranaguá.
| Região | Desvalorização | Preço |
|---|---|---|
| Interior do Paraná | 1,12% | R$ 119,83 |
| Paranaguá | 2,18% | R$ 124,76 |
De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a cepa atual para a soja revela esse comportamento de queda que tem chamado a atenção dos investidores do setor.
Em contraste, o trigo apresentou uma leve valorização nas principais regiões produtoras. No Paraná, o aumento do preço foi de 0,13%, com a tonelada chegando a R$ 1.176,36. Já no Rio Grande do Sul, a valorização foi um pouco maior, de 0,31%, e o preço atingiu R$ 1.057,34 por tonelada.
| Estado | Valorização | Preço por Tonelada |
|---|---|---|
| Paraná | 0,13% | R$ 1.176,36 |
| Rio Grande do Sul | 0,31% | R$ 1.057,34 |
A saca de grãos, seja de soja ou de trigo, é a principal unidade de comercialização no Brasil e corresponde a 60 quilos. Este padrão, adotado por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Ministério da Agricultura (MAPA), auxilia na padronização das cotações e facilita análises de mercado.
Essas variações de preços são fundamentais para o planejamento de agricultores e investidores, evidenciando a importância de estar sempre atento às flutuações do mercado de grãos no cenário nacional.

A colheita da soja da safra 2025/26 em Mato Grosso chegou a 65,75% da área prevista, segundo levantamento divulgado na segunda-feira (23) pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O avanço representa um salto de 14,74 pontos percentuais em relação à semana anterior, reforçando um cenário de perspectiva positiva para o andamento das operações no estado.

Resumo: Em Mato Grosso, o agronegócio enfrenta atraso de colheita devido às chuvas intensas, elevando custos, dificultando o acesso às lavouras e pressionando o fluxo de caixa. O quadro é agravado pela elevação do custo e da seletividade do crédito, com garantias maiores, prazos menores e negativas de financiamento em momentos críticos.

Sumário: Em 20/02/2026, os preços do suíno vivo no Brasil mantiveram-se estáveis na maioria das praças conforme Cepea/Esalq, com leve alta em São Paulo para R$ 6,87/kg (+0,44% no dia), embora o acumulado do mês em SP caia 3,10%. Os demais estados monitorados registraram estabilidade diária, com variações mensais negativas: MG -4,52% (R$ 6,76/kg), PR -2,21% (R$ 6,64/kg), RS -0,30% (R$ 6,74/kg) e SC -1,79% (R$ 6,59/kg). O intervalo de preços entre as principais praças ficou entre R$ 6,59/kg (SC) e R$ 6,87/kg (SP). O mercado de suínos permanece com equilíbrio entre oferta e demanda, indicando ajustes ao longo de fevereiro e reforçado pela leitura de referência Cepea/Esalq.

Resumo do conteúdo: - O Projeto de Lei 5686/25 visa criar normas para proteger o produtor rural na execução extrajudicial de créditos rurais, priorizando garantias agrícolas como penhor de safra e CPR, assegurando a posse do imóvel durante a execução vinculada a essas garantias. - Prevê mediação ou arbitragem antes da execução, vedando alienação, oneração ou transferência do imóvel durante as negociações, salvo consentimento expresso do produtor. - Garante direito à revisão de contratos por valores ou encargos abusivos ou desproporcionais, com possibilidade de parcelamento ou renegociação dentro dos limites legais e respeitando a função social da propriedade. - Em casos de perdas climáticas, proíbe a execução extrajudicial de hipoteca para produtores e cooperativas que comprovem prejuízo em duas safras consecutivas; prevê mediação, renegociação ou recuperação produtiva conforme normas do CN e do BC. - A autora, deputada Any Ortiz, aponta que eventos climáticos extremos afetam a renda rural e ampliam o endividamento, especialmente no Rio Grande do Sul, buscando equilíbrio entre crédito e função social da propriedade.

Resumo: O mercado de pecuária em Mato Grosso do Sul manteve fôlego após o Carnaval, com altas nas cotações da arroba do boi gordo e da vaca gorda em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. Em Campo Grande, boi gordo aparece a R$ 321,00 à vista e R$ 325,00 em 30 dias (+R$ 5), e a vaca gorda a R$ 301,50 à vista e R$ 305,00 a prazo (+R$ 3). Em Dourados, boi gordo fica em R$ 321,00 à vista e R$ 325,00 a prazo (+R$ 5); vaca gorda em R$ 299,50 à vista e R$ 303,00 a prazo (+R$ 3). Em Três Lagoas, boi gordo está em R$ 322,00 à vista e R$ 326,00 a prazo (+R$ 5); vaca gorda em R$ 296,50 à vista e R$ 300,00 a prazo (+R$ 5). No cenário nacional, SP, MG, MT, MS e GO registraram altas na arroba do Boi China entre R$ 3,00 e R$ 5, enquanto Paraná manteve o preço. SP: R$ 350, MG: R$ 335, MT: R$ 330, MS: R$ 330, GO: R$ 330; Paraná: R$ 345. O mercado de boi gordo segue firme após o Carnaval, impulsionado pelo consumo interno aquecido, exportações firmes e retenção de fêmeas, com a China permanecendo peça-chave nas negociações, ainda que haja volatilidade cambial.