
Preços do Arroz no RS Permanecem Estáveis com Demanda Firme
No Rio Grande do Sul, os preços do arroz em casca têm se mantido firmes na última semana, conforme indicam dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Este cenário é sustentado pela demanda doméstica que continua robusta, superando o interesse dos vendedores.
O aumento da liquidez foi percebido, especialmente nos segmentos atacadista e varejista, devido à necessidade de reposição de estoques ao longo da cadeia. Contudo, os agentes seguem demonstrando cautela nas negociações, optando por uma abordagem estratégica no mercado.
Oferta e Logística de Armazenagem
Do lado da oferta, especialistas do Cepea destacaram que produtores com maior volume estocado estão concentrando esforços na organização da logística de armazenagem em vista da proximidade de uma nova safra. Em contrapartida, produtores com menos estoque optaram por vendas pontuais do produto remanescente.
Análise de Mercado: Cenário Atual e Tendências
Pesquisadores salientam a importância estratégica de ajustar as operações de armazenagem para se preparar adequadamente para as exigências da nova colheita e atender a uma demanda doméstica em crescimento.
Considerações Finais
Em conclusão, o mercado do arroz no Rio Grande do Sul segue em equilíbrio, com preços estáveis suportados pela demanda interna e com os produtores ajustando suas operações logísticas em antecipação à nova safra. O cenário exige cautela e planejamento estratégico para garantir melhor aproveitamento das oportunidades de mercado.
Fonte: Cepea

Na semana anterior ao Carnaval, o mercado spot de etanol em São Paulo apresentou baixa movimentação, com o segundo menor volume comercializado em 2026, segundo o Cepea. Houve recuo nos preços, com o etanol hidratado caindo para R$ 3,0203/litro e o anidro para R$ 3,4120/litro. A pouca liquidez no mercado spot deve-se ao abastecimento predominantemente por contratos anteriores entre usinas e distribuidoras, típico da entressafra. A tendência de queda nos preços já era observada na primeira semana de fevereiro.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.