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O setor da equinocultura brasileira recebeu com pesar a confirmação da morte de Neon Cristal PVB, um dos reprodutores mais reconhecidos da raça Mangalarga Marchador. Conforme registros divulgados pelo Cristal Haras, o garanhão consolidou uma trajetória marcada por progênie de elite, alto valor zootécnico e impacto duradouro na seleção da raça.
Considerado por criadores e especialistas como um reprodutor de presença marcante, Neon Cristal PVB tornou-se sinônimo de desempenho e consistência, tanto nas pistas quanto na reprodução. Sua morte encerra um ciclo importante para a criação nacional, mas seu legado permanece através da genética transmitida aos descendentes, que seguem em evidência no cenário das exposições e nos plantéis.
De acordo com informações do Cristal Haras, a trajetória reprodutiva de Neon Cristal PVB foi pautada por uma característica rara e altamente desejada na seleção animal: a capacidade de fixar e transmitir qualidades. No universo do Mangalarga Marchador, isso significa entregar descendentes com conjunto harmônico entre morfologia e função, preservando a identidade racial e melhorando padrões técnicos.
Entre os pontos mais associados ao reprodutor, estão:
Expressão racial refinada, com tipicidade valorizada em julgamentos;
Temperamento equilibrado, voltado ao uso como cavalo de sela;
Qualidade de marcha, elemento central na caracterização do Mangalarga Marchador;
Consistência de progênie, com produtos competitivos e funcionalidade mantida.
O próprio nome “Neon”, segundo a leitura feita por criadores, traduzia a impressão deixada pelo animal: um brilho intenso, percebido tanto na avaliação de jurados quanto na atenção do mercado por linhagens com desempenho comprovado.
“Sua partida encerra um ciclo físico, mas consolida uma herança genética que continuará a moldar o futuro do Mangalarga Marchador.”
O impacto de um reprodutor é medido, em grande parte, pela performance e pela regularidade dos filhos. No caso de Neon Cristal PVB, o Cristal Haras destaca uma extensa lista de descendentes que vêm ocupando posições relevantes no cenário nacional, reforçando a reputação do garanhão como pai de tropa.
Os produtos atribuídos à sua linhagem são descritos como portadores de força e plasticidade de movimento, atributos associados a resultados em exposições e à valorização em criatórios.
Grupo Nomes Com afixo Cristal PVB Regata, Quatiara, Rossela, Radar, Theoria Outros descendentes em destaque Genneral do Yuri, Uva Doce de Alcateia, Jogadinha da Morada Nova, Preserve da Muralha de Pedra, Uga Uga de Alcateia, Afrodite do Lótus Sagrado
Para criadores, a relevância dessa lista não está apenas na quantidade de nomes, mas na capacidade de gerar animais competitivos e com características coerentes com a proposta de seleção do Mangalarga Marchador, unindo marcha, funcionalidade e padrão racial.
A morte de Neon Cristal PVB foi recebida como um marco simbólico para os entusiastas da raça. A ausência do animal representa uma perda relevante para quem acompanhou sua trajetória, mas o conjunto de descendentes e a difusão do sangue do garanhão reforçam a continuidade do legado.
Na prática, esse tipo de herança genética se perpetua em:
Novos nascimentos que carregam a linhagem e mantêm a seleção em evolução;
Resultados em pista, que confirmam o padrão transmitido e impulsionam a reputação do plantel;
Escolhas de acasalamento guiadas por histórico de consistência e retorno técnico;
Valorização de genética, com influência direta na formação de matrizes e reprodutores.
Mesmo sem a presença física, a influência do garanhão tende a permanecer visível na construção de novas gerações, sobretudo em criatórios que priorizam seleção baseada em desempenho e correção funcional.
Neon Cristal PVB se consolidou como um nome associado à evolução do Mangalarga Marchador ao representar um padrão desejado de reprodutor: aquele que não apenas vence, mas melhora e entrega regularidade à progênie. Essa combinação é o que costuma separar animais de destaque passageiro daqueles que se tornam referência histórica.
Com a despedida do reprodutor, fica registrada uma fase importante da equinocultura brasileira — e, ao mesmo tempo, reforça-se a expectativa de que sua linhagem continue a contribuir com animais de sela equilibrados, marchadores consistentes e tipicidade racial valorizada.
Em síntese: a morte de Neon Cristal PVB representa uma perda significativa para o setor, mas sua contribuição genética segue como um dos pilares que podem continuar orientando o futuro da raça.
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Resumo: As chuvas do inverno amazônico dificultam a colheita de açaí nos municípios ribeirinhos, levando a uma redução de cerca de 40% na oferta em Macapá e impactando produtores, batedores e consumidores. O tempo chuvoso dificulta o acesso às áreas de colheita e o transporte do fruto até a capital, chegando a reduzir a produção pela metade em dias de chuva (ex.: 180 latas frente a 400–500 em tempo bom). Em Macapá, muitas batedeiras estão sem funcionar por falta de produto; o litro varia entre R$ 20 e R$ 30. A oscilação diária de preços é evidente, com variações entre R$ 18, R$ 25 e até R$ 30, o que preocupa quem depende do fruto para sobrevivência. Adrison Pacheco Pereira comenta que é preciso pagar melhor para conseguir trazer o açaí; Antônio Alves dos Santos destaca o desemprego entre batedores; Andréa de Ataíde confirma o aumento para cerca de R$ 26 por litro; e Rony Gonçalves observa a oscilação diária de preços. A associação de batedores e produtores alerta para a necessidade de soluções para manter a atividade.

O Instituto Desenvolve Pecuária e o Sicadergs lançam a campanha de valorização da carne gaúcha, com o Fundo de Promoção da Carne Gaúcha, apresentado na Abertura da Colheita do Arroz. A presidente Antonia Scalzilli ressalta que a carne do RS possui valor agregado por ser oriunda de raças britânicas, do bioma Pampa e por responsabilidade ambiental e sanitária, devendo ser vendida como uma experiência de churrasco, não como commodity. O Fundocarne é privado e gerido por pecuaristas e indústrias, com recursos destinados a projetos de promoção. A meta é promover a carne gaúcha no RS e em outros mercados brasileiros, destacando seus diferenciais em relação ao restante do país. O presidente-executivo do Sicadergs, Ronei Lauxen, afirma que o objetivo é unir o setor, retomar o protagonismo da pecuária gaúcha e ampliar as exportações, incluindo a busca por novos mercados. Há ainda a aspiração de aumentar a produtividade industrial e discutir soluções para melhorar o ambiente de negócios. Fonte: Correio do Povo.

Sumário: Rumo (RAIL3) tem valorização expressiva impulsionada por volumes recordes de transporte no início de 2026. Analistas avaliam que a alta pode ter ido além dos fundamentos no curto prazo e pedem cautela. O JP Morgan atribui o rali ao crescimento de 55% dos volumes de janeiro vs. o ano anterior, aliado a uma posição vendida relevante no papel. A instituição projeta transporte de 91,1 bilhões de RTK em 2026, alta de 8%, sustentado pela safra agrícola forte. Tarifas ferroviárias pressionadas continuam a preocupar o cenário.

Estão abertas as inscrições para o Dia de Campo na Fazenda Lagoa dos Currais, em Cordisburgo (MG), que será realizado no próximo dia 6. O evento faz parte do programa Dias de Campo, parceria entre Baldan e Embrapa, com o objetivo de disseminar conhecimento técnico, boas práticas e soluções para aumentar a produtividade de forma sustentável. Produtores rurais, pecuaristas, técnicos, consultores, estudantes e demais profissionais do agro poderão acompanhar conteúdos sobre Integração Lavoura-Pecuária, manejo do solo, recuperação de pastagens, consórcios forrageiros, desempenho animal e uso de máquinas e implementos, com foco na realidade da região central de Minas Gerais. A inscrição custa R$ 50,00 e será doada para a Champ1 Research Foundation, com inscrições pelo link do Google Forms.

Resumo: O mercado do boi gordo permanece firme para fevereiro, com oferta de boiadas mais enxuta e demanda aquecida, sustentando um patamar de exportação recorde no início do ano, especialmente para China e EUA, além de bom consumo interno. Em São Paulo, o boi gordo subiu R$2,00/@, o boi China ficou estável porém com negócios acima da referência, e vaca/novilha estáveis. Minas Gerais registrou oferta reduzida com altas generalizadas: Triângulo Mineiro (+R$3,00/@), Belo Horizonte (+R$2,00/@ para boi gordo e vaca; +R$3,00/@ para a novilha), Norte (+R$3,00/@ boi gordo; +R$2,00/@ vaca; +R$5,00/@ novilha) e Sul (+R$5,00/@ para boi gordo e novilha; vaca estável). O indicador “boi China” avançou R$5,00/@ em relação a ontem. No acumulado, a exportação de carne bovina in natura atingiu 136,8 mil toneladas até a segunda semana de fevereiro, com média diária de 13,6 mil t e preço médio de US$ 5,6 mil por tonelada, 13,5% acima do mesmo período de 2025. (Autores: Pedro Gonçalves e Gustavo Duprat)