
FABRICIANO – Oferecendo oportunidades de capacitação e qualificação, o Sistema Faemg Senar, em conjunto com Sindicatos dos Produtores Rurais e entidades cooperadas, realiza um conjunto abrangente de cursos gratuitos de Formação Profissional Rural (FPR) e Promoção Social (PS) entre os dias 26 e 31 de janeiro.
Esta iniciativa visa fortalecer o agronegócio e promover o conhecimento técnico entre trabalhadores do meio rural, abrangendo municípios das regiões dos Vales do Aço, Rio Doce e Mucuri.
Na última semana de janeiro, estão programados 29 cursos, distribuídos por 20 municípios pertencentes ao âmbito do Escritório Regional de Governador Valadares. Destacam-se, entre as formações oferecidas, o curso de Cosmética Natural à Base de Mel e Derivados, em Timóteo, e a formação de Barista em Caratinga. Em Teófilo Otoni, ocorrerá o treinamento para Trabalhador da mecanização agrícola (Manutenção do TAP e operação com um implemento).
A programação inclui, ainda, cursos voltados para tecnologia e gestão. Em Aimorés e Itambacuri, haverá cursos de Operação de Drones (Mapeamento e Operações Básicas), enquanto Malacacheta receberá uma formação em Gestão de Pessoas.
Estas ações são completamente gratuitas e têm por objetivo fomentar a qualificação no meio rural, incentivando a participação dos interessados. As inscrições e a mobilização dos participantes são organizadas pelos Sindicatos dos Produtores Rurais ou pelas entidades cooperadas em cada município.

O mercado global de agroquímicos deverá atingir US$ 243,7 bilhões em 2024, com um crescimento médio anual de 4,9% até 2033, alcançando US$ 375,5 bilhões. Este crescimento é impulsionado pela intensificação agrícola, avanços tecnológicos e adoção de fertilizantes e pesticidas eficientes. Diante da crescente preocupação com a segurança alimentar e sustentabilidade, os agroquímicos são reposicionados como ferramentas de precisão. Há maior demanda por culturas de alto valor, estimulando o uso de agroquímicos. Herbicidas lideram em volume, mas enfrentam desafios regulatórios. A inovação foca em soluções específicas, menos tóxicas e biológicas. A tecnologia, como drones e IA, otimiza a aplicação de agroquímicos, aproximando o setor da agricultura de precisão. Apesar de avanços, há desafios como resistência a pesticidas, preocupações ambientais, e custos de pesquisa e desenvolvimento. A vantagem competitiva será de quem solucionar problemas agrícolas com eficácia e menor impacto.

A produção de soja em Mato Grosso alcança volumes impressionantes, consolidando o estado como o maior produtor de soja do Brasil e destacando-o no cenário mundial. Com projeções próximas a 50 milhões de toneladas, Mato Grosso supera países inteiros, como a Argentina, na produção de soja. Este sucesso é atribuído a investimentos em tecnologia e sustentabilidade. Apesar disso, desafios como logística e armazenagem ainda limitam o potencial do setor. O estado busca melhorar essas áreas para sustentar seu crescimento e aumentar a competitividade no agronegócio global.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O intercâmbio tecnológico entre universidades do Brasil e da China está impulsionando a asininocultura, com foco na criação de asininos e na produção de leite de jumentas. A Universidade Federal Rural de Pernambuco e a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco colaboram com a Universidade de Agricultura da China. Professores brasileiros visitaram o país asiático, explorando avanços em reprodução equídea e manejo produtivo do leite asinino. Destaca-se o potencial econômico da atividade na China e o intercâmbio é visto como vital para a introdução de práticas inovadoras no Brasil. A agenda incluiu biotecnologias reprodutivas e diferentes sistemas de ordenha, reforçando a viabilidade econômica e a sustentabilidade ambiental da asininocultura.

A instabilidade climática e as chuvas persistentes em Mato Grosso impactaram a colheita da soja e atrasaram a semeadura do algodão. O relatório da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (AMPA) sinalizou boa germinação, mas alertou sobre o aumento da pressão de pragas, como o bicudo-do-algodoeiro, após a colheita da soja. Ações de manejo foram intensificadas para combater pragas como mosca-branca, percevejos e lagartas. Apesar dos desafios, as lavouras mostram bom potencial produtivo, embora o risco fitossanitário permaneça elevado, exigindo atenção dos produtores ao manejo integrado de pragas para garantir a produtividade da safra 2025/2026.