
Cuiabá – Ao longo do ano de 2025, o Centro de Eventos do Pantanal (CEP) registrou um impacto econômico significativo de R$ 32,9 milhões na economia de Cuiabá, conforme avaliação do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT). Durante este período, o espaço acolheu 185 eventos, atraindo 162,5 mil visitantes.
O impacto abrangente foi calculado utilizando uma metodologia da Embratur, revelando que 54 setores econômicos foram beneficiados. Isso inclui cadeias produtivas de alimentação, compras, hotelaria e transporte, com a criação de 7.328 empregos temporários.
Segundo Roberto Dahmer, diretor de Administração e Finanças do Sebrae/MT, os eventos exercem um papel crucial na economia local. "Esse efeito multiplicador beneficia desde pequenos fornecedores locais até grandes indústrias, estimulando a inovação e fortalecendo o desenvolvimento econômico", afirmou. Os eventos não só dinamizam o turismo como também promovem a sustentabilidade e competitividade em diversos segmentos.
Eventos de destaque incluem: Master Meeting da Soja, FIT Pantanal, Acricorte, ForestFire, 5º Conojus, Congresso Brasileiro de Neurocirurgia e ExpoMinério, que contribuíram para elevar a projeção de Cuiabá no cenário nacional, segundo Charles Padilha, gerente do CEP.
“Os eventos atraíram quase 20 mil visitantes de fora, ampliando a visibilidade do CEP e inserindo-o no radar de novas oportunidades de negócios”, explicou Padilha.
Em 2025, o CEP celebrou seus 25 anos com uma reforma estrutural significativa. A modernização incluiu ampliação do espaço, climatização, construção de um mezanino e novo design interno e externo.
Esse investimento visa oferecer mais conforto e experiência aprimorada para público e organizadores, consolidando o CEP como o principal centro de convenções de Mato Grosso e fortalecendo sua capacidade de atrair eventos de médio e grande porte, além de apoiar a economia local.
O CEP foi consolidado como referência na região Centro-Oeste, reconhecido pelo Prêmio Caio 2025, conhecido como o “Oscar dos Eventos”. Em 2026, já estão confirmados 22 eventos de médio e grande porte, dos quais 12 ocorrem no primeiro semestre.
A programação diversificada inclui 10 feiras de negócios e 12 congressos ou conferências, com destaque para eventos de alcance nacional como Master Meeting da Soja, Conferência Nacional de Inteorização da OAB e FIT Pantanal.

O mau tempo provocou prejuízos significativos na agricultura em regiões de Portugal. No Alentejo, agricultores declararam perdas de 75,8 milhões de euros, com 499 submissões, principalmente em Alcácer do Sal e Odemira, afetando estufas e infraestruturas de rega. No total, 107,9 milhões de euros em danos agrícolas foram reportados na região de Lisboa e Vale do Tejo, com 1.129 candidaturas submetidas para apoios. As depressões Kristin, Leonardo e Marta resultaram em 18 mortes, destruição de propriedades e infraestruturas, e afetaram várias regiões, com a situação de calamidade encerrada em 15 de fevereiro.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.