
Em 2025, as exportações de gengibre do Espírito Santo registraram um aumento significativo, alcançando um volume de 28,6 mil toneladas, o que representa um crescimento de 8% em relação ao ano anterior, quando o volume exportado foi de 26,4 mil toneladas.
O gengibre capixaba, amplamente reconhecido por sua qualidade superior, foi exportado para 50 países ao redor do mundo. Entre os principais destinos, os Países Baixos lideraram o ranking, adquirindo o gengibre brasileiro no valor de US$ 19,91 milhões. Os Estados Unidos e a Itália seguiram, com importações de US$ 11,68 milhões e US$ 1,77 milhão, respectivamente.
Segundo Enio Bergoli, secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, os resultados alcançados em 2025 refletem o esforço contínuo na organização da cadeia produtiva e a estratégica abertura de mercados internacionais, que têm contribuído para o sucesso das exportações.
A qualidade premium do gengibre capixaba, aliada a estratégias comerciais eficazes, potencializou a aceitação em mercados exigentes, consolidando o Espírito Santo como um player importante no cenário global de exportação de gengibre.
| País | Valor em US$ |
|---|---|
| Países Baixos | 19,91 milhões |
| Estados Unidos | 11,68 milhões |
| Itália | 1,77 milhão |
Com uma reputação em ascensão e comprometimento com a qualidade, o Espírito Santo continua a mostrar força na exportação de gengibre, aumentando a competitividade no mercado internacional e impulsionando a economia local.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.