
A Kepler Weber iniciou recentemente o envio de equipamentos para um significativo projeto internacional, selando um contrato relevante com a MP Agro, uma importante empresa cerealista da Venezuela. O acordo estabelece a criação de uma unidade para beneficiamento e estocagem de milho branco, com uma impressionante capacidade inicial de 80 mil toneladas e planos de futura expansão.
Este empreendimento contempla principalmente a indústria de farinha de milho branco, que constitui uma parte essencial da dieta local. Além disso, permitirá que a MP Agro aumente sua capacidade de recebimento de grãos, oriundos de produtores independentes, cooperativas e fornecedores parceiros.
"O projeto reforça nossa atuação internacional e está alinhado à estratégia de diversificação geográfica da companhia", afirmou Bernardo Nogueira, CEO da Kepler Weber.
A proposta inclui uma solução integrada, abrangendo sistemas de pré-limpeza, quatro secadores e tecnologia de termometria digital da Procer, equipada com sensores de umidade relativa. Tal inovação permitirá monitoramento contínuo, assegurando a qualidade dos grãos durante o armazenamento.
O acordo prevê a conclusão das obras para o segundo semestre de 2026, representando um avanço na presença da Kepler Weber em mercados estratégicos da América Latina.
Esse projeto integra a estratégia de crescimento internacional da Kepler Weber, visando consolidar sua posição de liderança na América Latina em soluções para armazenagem e pós-colheita.
Desempenho Financeiro:
Esse crescimento reflete o sucesso das operações fora do Brasil e de projetos de grande porte nos mercados de atuação.
"Projetos desse porte exigem engenharia robusta, integração de sistemas e domínio de processos voltados ao consumo humano. É nesse tipo de desafio que a companhia consolida sua atuação internacional, levando tecnologia brasileira a mercados estratégicos", destacou Ismael Schneider, gerente de negócios internacionais da Kepler Weber.
O projeto na Venezuela reafirma o compromisso da Kepler Weber em expandir a presença de sua tecnologia em soluções agroindustriais por toda a América Latina. A empresa busca a inovação e a eficiência operacional como pilares de sustentabilidade e crescimento em mercados internacionais.

O mercado global de agroquímicos deverá atingir US$ 243,7 bilhões em 2024, com um crescimento médio anual de 4,9% até 2033, alcançando US$ 375,5 bilhões. Este crescimento é impulsionado pela intensificação agrícola, avanços tecnológicos e adoção de fertilizantes e pesticidas eficientes. Diante da crescente preocupação com a segurança alimentar e sustentabilidade, os agroquímicos são reposicionados como ferramentas de precisão. Há maior demanda por culturas de alto valor, estimulando o uso de agroquímicos. Herbicidas lideram em volume, mas enfrentam desafios regulatórios. A inovação foca em soluções específicas, menos tóxicas e biológicas. A tecnologia, como drones e IA, otimiza a aplicação de agroquímicos, aproximando o setor da agricultura de precisão. Apesar de avanços, há desafios como resistência a pesticidas, preocupações ambientais, e custos de pesquisa e desenvolvimento. A vantagem competitiva será de quem solucionar problemas agrícolas com eficácia e menor impacto.

A produção de soja em Mato Grosso alcança volumes impressionantes, consolidando o estado como o maior produtor de soja do Brasil e destacando-o no cenário mundial. Com projeções próximas a 50 milhões de toneladas, Mato Grosso supera países inteiros, como a Argentina, na produção de soja. Este sucesso é atribuído a investimentos em tecnologia e sustentabilidade. Apesar disso, desafios como logística e armazenagem ainda limitam o potencial do setor. O estado busca melhorar essas áreas para sustentar seu crescimento e aumentar a competitividade no agronegócio global.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.