
Produção de azeite no Brasil está prestes a alcançar níveis recordes neste ano, impulsionada por condições climáticas favoráveis. Especialistas do setor agrário destacam a importância deste avanço, refletindo um fortalecimento no mercado nacional de azeite, o que promove uma diversificação na agricultura brasileira.
A tensão comercial entre Estados Unidos e China tem concentrado atenção na soja, um dos produtos mais estratégicos no comércio entre as duas nações. Após um período de boicote, a China recomeçou a adquirir grandes volumes de soja dos EUA como parte de um esforço de reaproximação. Nos últimos três meses, a importação chinesa alcançou cerca de 12 milhões de toneladas, cumprindo acordos anteriores.
A soja brasileira tem emergido como uma alternativa competitiva e mais econômica para mercados internacionais, especialmente a China. Segundo especialistas, a diferença de preços torna a soja do Brasil uma opção atraente para importadores chineses.
Os Estados Unidos declararam que existe um compromisso da China de comprar 25 milhões de toneladas de soja americana por ano até 2028. Esse compromisso reflete um complexo arranjo comercial que pode fortalecer relações bilaterais econômicas entre as duas superpotências, desde que a estrutura e o acordo comercial sejam mantidos de maneira eficaz.
A China, visando cumprir suas metas comerciais, ainda enfrenta desafios como tarifas sobre importações, atualmente em torno de 13%, que podem inibir futuras compras de soja dos EUA. A possível redução dessas tarifas pode incentivar esmagadoras privadas a intensificarem suas transações com os EUA, consolidando parcerias estratégicas em longo prazo.
Apesar de desafios, as perspectivas para a produção de azeite e as relações comerciais no setor de agronegócio continuam sendo positivas, prometendo um cenário otimista para o Brasil e seus parceiros comerciais.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.