
Produtores do Centro-Sul do Brasil já haviam retirado o milho da segunda safra de 85% das lavouras até 13 de agosto de 2026, conforme a AgRural. Em 6 de agosto, a consultoria apontava 79% da área colhida.
No recorte equivalente de 2025, 94% da área de safrinha no Centro-Sul já estava colhida.
Na mesma quinta-feira de agosto de 2026, as operações em Mato Grosso estavam praticamente finalizadas. Houve bom avanço da colheita em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. No Paraná, o excesso de umidade manteve-se como obstáculo para a entrada das máquinas no campo.
A AgRural também registrou o começo da semeadura do milho verão 2026/27 no Rio Grande do Sul, com 0,3% da área estimada plantada até 13 de agosto. No mesmo intervalo do ano anterior, o índice gaúcho era de 1,6%.

Goiás estima redução de 30% na colheita da safrinha de milho 2025/26, o equivalente a quatro milhões de toneladas a menos. Em paralelo, a Conab aponta produção de 8,7 milhões de toneladas, com 80% da área já colhida.

A colheita da segunda safra de milho 2025/26 em Mato Grosso atingiu 99,1% da área até 8 de agosto. A produção é estimada em 57,3 milhões de toneladas, com comercialização em 64,29% da safra.

O Hortifrúti/Cepea estima que Vargem Grande do Sul (SP) acumule 50% da safra de inverno de batata colhida até o fim de agosto, com até 35% do volume concentrado no próprio mês. O rendimento médio em julho ficou em torno de 30 t/ha; para agosto, a expectativa é se aproximar de 40 t/ha.

Segundo o Deral, a colheita do milho segunda safra chegou a 60% da área no Paraná em 11 de agosto de 2026, após chuvas frequentes que atrapalharam o ritmo. A batata 2ª safra está em 94%, enquanto trigo e cevada apresentam estágios variados de desenvolvimento na safra de inverno.

A colheita de café arábica na área da Expocacer chegou a 74% até 7 de agosto na safra atual, com 56% beneficiados e rendimento médio de cerca de 500 litros por saca. A cooperativa faturou cerca de R$ 3 bilhões em 2025 e projeta 2,8 milhões de sacas em 2026.