
A arroba do boi gordo tende a seguir firme ao longo dos próximos 50 dias, embora sem fundamentos que justifiquem altas mais agressivas. A avaliação é de Rodrigo Dutra Costa, analista da Consultoria Pasto & Mercado.
De acordo com o especialista, a oferta de confinamento pode atuar como um limitante para eventuais altas nas cotações do boi gordo. Já as demandas, por sua vez, terão pouca influência na formação dos preços nesse cenário.
O mercado de boi gordo, portanto, deve se manter em um patamar estável no período, com a oferta confinada freando movimentos de alta mais intensos e a demanda exercendo papel secundário na precificação.

Na primeira semana de agosto, a maioria das categorias de reposição em São Paulo caiu na comparação semanal, salvo o bezerro de desmama, que subiu 0,8%. No intervalo de julho de 2025 a julho de 2026, o bezerro desmamado valorizou 22,6% e a relação de troca com o boi gordo piorou para o pecuarista.

As cotações do boi gordo em São Paulo acumularam alta de 7,3% desde 13 de julho, segundo The AgriBiz. O indicador Datagro marcou R$ 325,08/@ naquela data, e contratos futuros de outubro na B3 negociam a R$ 354,35.

O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Geraldo Melo Filho, participa, no dia 12 de agosto, às 8 horas, da abertura oficial da 5ª edição do Beefday, realizada pela APTA Regional, em Colina. Com o tema “A ciência a favor do campo”, o encontro reunirá produtores, técnicos, pesquisadores, estudantes e profissionais ligados à cadeia da carne bovina.
O setor brasileiro de nutrição animal atravessa uma mudança estrutural em 2026, ditada pela necessidade de eficiência máxima em um cenário de custos operacionais elevados.

Nos últimos 20 anos, o Fundesa-RS tem sido apontado como modelo de referência nacional em responsabilidade compartilhada, uma vez que é abastecido e gerido pelas entidades que representam produtores e indústrias da proteína animal.