
Por Global Saúde
Na busca pela regularização ambiental e pelo desenvolvimento sustentável, o Governo de Mato Grosso lançou o Programa Regulariza Rural em Tangará da Serra. Com o objetivo de beneficiar mil e trezentos pequenos produtores rurais, a iniciativa oferece consultoria técnica gratuita para a elaboração do CAR, Cadastro Ambiental Rural, e do PRADA, Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas e Alteradas.
O Regulariza Rural, coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) em parceria com o Serviço Florestal Brasileiro, conta com recursos do Banco KfW e é executado pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura. Segundo Mauren Lazzaretti, a titular da Sema, o programa é voltado para as propriedades de até quatro módulos fiscais, garantindo que pequenos agricultores possam regularizar suas terras, acessar crédito de forma legal e segura.
A iniciativa é ainda apoiada por diversas organizações, incluindo o REM, Instituto Produzir, Conservar e Incluir, Sindicato Rural de Tangará da Serra, Empaer, Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e Embrapa. Na ocasião do lançamento, o deputado Dr. João, do MDB, primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, destacou a relevância do programa.
O parlamentar sublinhou que o projeto significa um alívio para aqueles que vivem da terra e, muitas vezes, não possuem condições de arcar com custos técnicos e burocráticos. O Programa Regulariza Rural traz dignidade e tranquilidade ao produtor, permitindo que ele trabalhe dentro da legalidade e preserve o meio ambiente.
O deputado reiterou ainda que a iniciativa oferece segurança jurídica aos pequenos produtores, estimulando a produção sustentável e o cumprimento das diretrizes ambientais. Com apoio técnico gratuito para regularizar o CAR e resolver passivos ambientais, o programa assegura condições reais para a continuidade da produção agrícola de forma legal e responsável.

Resumo: Nesta segunda-feira (09/03/2026), Canarana, no leste de Mato Grosso, amanheceu com céu fechado, 22°C de temperatura e 96% de umidade, com sensação térmica de 23°C. A probabilidade de chuva é alta, em 88%, com pancadas esperadas principalmente à tarde e à noite. As temperaturas devem variar entre 21°C (mínima) e 26°C (máxima), mantendo o tempo abafado devido à umidade. Ventos fracos (≈2,7 km/h), pressão de 1011 hPa e boa visibilidade (≈10 km) completam o quadro do dia. A tendência é de instabilidade climática ao longo da semana, com nova chuva prevista para terça-feira (~20°C) e tempo predominantemente nublado com menor intensidade de precipitação na quarta-feira, refletindo o padrão típico do período chuvoso em Mato Grosso. Para acompanhar atualizações, confira a previsão do tempo em outras cidades.

Resumo: O microcrédito rural especialmente via Banco do Nordeste (BNB), tem sido divisor de águas para produtores familiares em Minas Gerais. A trajetória de Ovídio Soares Vilela, que em 1973 vendia apenas 13 litros de leite por dia e hoje gerencia uma fazenda com 25 funcionários e produção diversificada, ilustra a transformação possibilitada por linhas de crédito com juros baixos e prazos maiores.

Resumo: O texto afirma que o agro brasileiro, em 2026, continuará sendo o principal pilar econômico do país, respondendo por cerca de 25% do PIB, mais de 40% das exportações e milhões de empregos, mas enfrenta riscos estruturais. O desafio central é a insegurança regulatória, com mudanças frequentes em regras ambientais, fundiárias, trabalhistas e tributárias, judicialização e sobreposição de competências, o que compromete a previsibilidade de investimentos de longo prazo. Também destaca a necessidade de adaptação climática pragmática (seguro rural robusto, zoneamento agroclimático dinâmico, crédito para resiliência, pesquisa aplicada e agricultura de baixo carbono com métricas claras). Em infraestrutura, gargalos logísticos elevam custos e reduzem margens, tornando essencial planejar melhor, integrar modais, reduzir custos regulatórios e acelerar concessões. No plano internacional, o agro enfrenta exigências como rastreabilidade, descarbonização e ESG; o texto defende transformar sustentabilidade em vantagem competitiva por meio de diplomacia, defesa técnica do produtor e narrativa baseada em dados.

Resumo: Brasil e Espanha avançam na cooperação em irrigação, gestão sustentável da água e desenvolvimento regional, por meio do Memorando de Entendimentos assinado entre o MIDR e o Ministério da Agricultura espanhol em 2025. O secretário nacional de Segurança Hídrica do MIDR, Giuseppe Vieira, lidera uma delegação com representantes da ANA para intercâmbio de conhecimentos, visitas técnicas a áreas irrigadas e centros de pesquisa na Andaluzia, visando aprender boas práticas, entender marcos regulatórios e fortalecer capacidades institucionais. A missão incluiu visitas ao perímetro irrigado Genil-Cabra, à Comunidade de Irrigantes de Santaella, ao CENTA e à Universidade de Córdoba, com foco em soluções como reutilização de água e uso de gêmeos digitais na agricultura. O objetivo é compartilhar práticas brasileiras, atrair cooperação e investimentos, além de discutir políticas públicas de gestão da água e planejamento hidrológico; a missão será concluída com reunião no Ministério da Agricultura da Espanha.

Resumo: O Atlas do Mercado de Terras 2025, do Incra, mostra um preço médio nacional de R$ 22.951,94 por hectare, com variações significativas por região e tipo de uso (agricultura vs. não agrícola). Mogiana (SP) apresenta extremos: não agrícola ~ R$ 2.433.233,91/ha e agrícola ~ R$ 80.911,18/ha, destacando a presença de café, cana e turismo rural. Regiões Sul e Sudeste concentram os maiores preços, com Xanxerê (SC) em torno de R$ 173.298,67/ha; a Região Metropolitana do Maranhão alcança ~ R$ 299.279,01/ha e, para uso não agrícola, até ~ R$ 405.641,35/ha. Oeste Amazonense figura entre os menores valores, cerca de R$ 1.525,62/ha, devido a logística precária, áreas protegidas e menor demanda. A média nacional subiu 28% entre dezembro de 2024 e dezembro de 2022. Fatores que elevam ou reduzem o preço incluem produtividade, proximidade a mercados, logística, economia, situação legal e uso da terra. O Incra aplica métodos para eliminar outliers na metodologia. Observação: 1 hectare equivale a 10 mil m². Para 2025/2026, não há preço fixo, mas a tendência é de valorização em polos consolidados (ex.: Mato Grosso, Matopiba) com avanços infraestruturais como a Ferrovia Norte-Sul; áreas preservadas ou com conflitos tendem a preços mais baixos.