
Embraer, uma das gigantes da aviação global, anunciou um marco significativo em sua trajetória empresarial ao revelar que sua carteira de pedidos firmes atingiu o valor recorde de US$ 31,6 bilhões no final de 2025. Este feito representa uma expansão substancial de 20% em relação ao quarto trimestre do ano anterior, sublinhando a resiliência e o crescimento consistente da empresa.
A divisão de aviação comercial, reconhecida como a mais lucrativa da Embraer, desempenhou um papel crucial neste sucesso, com pedidos somando US$ 14,5 bilhões. Esta cifra reflete um crescimento expressivo de 42% em comparação com o mesmo período de 2024. No entanto, há uma leve variação negativa de 5% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, o que não diminui o contexto de fortalecimento global da companhia.
Paralelamente, a aviação executiva da Embraer também apresentou resultados positivos, com uma carteira de pedidos avaliada em US$ 7,6 bilhões. Esta área específica da empresa cresceu 3% em termos anuais e viu um aumento trimestral de 4%. Este incremento evidencia a procura constante pelos sofisticados jatos executivos da Embraer e o compromisso da empresa com inovação e excelência.
A notável expansão da carteira de pedidos firmes da Embraer apontada em seu último comunicado ao mercado sinaliza um horizonte promissor, tanto para a continuidade da liderança no setor de aviação quanto para o fortalecimento da economia regional e global. Com foco em inovação e atendimento de alta qualidade, a Embraer se posiciona para contrabalançar os desafios do mercado e impulsionar um crescimento sustentável. O cenário atual destaca a Embraer como uma potência consolidada, capaz de navegar por um mercado dinâmico e competitivo, o que inspira confiança nos investidores e catalisa novos negócios.

A proibição da União Europeia a produtos brasileiros de carne bovina e mel entra em vigor em 3 de setembro, com base em alegações de monitoramento insuficiente de antimicrobianos. Exportações de carne e mel orgânico para o bloco registraram altas recentes, mas o cenário futuro torna-se incerto.
Após a expansão do ecossistema de inovação voltado ao agronegócio, o mercado de fusões e aquisições envolvendo agtechs caminha para uma etapa mais seletiva. Com investidores e compradores cada vez mais atentos à geração de valor, empresas capazes de comprovar resultados operacionais, escalabilidade e maturidade de gestão tendem a concentrar as oportunidades de negócios nos próximos anos. Nesse cenário, de acordo com Camila Perez, líder de M&A da Galapos, a expectativa é que 2026 seja marcado por operações mais qualificadas, com foco em ativos que combinem tecnologia validada, base de clientes consistente, governança madura e capacidade comprovada de gerar vantagem competitiva no campo.

Produzir mais, preservando os recursos naturais e reduzindo a vulnerabilidade às mudanças climáticas, deixou de ser apenas uma agenda ambiental para se tornar uma estratégia de sobrevivência no agronegócio. Essa necessidade acelerou a busca por sistemas produtivos mais resilientes.
Fundada em um pequeno kibbutz em Israel há 60 anos, a Netafim é pioneira e líder mundial em soluções para irrigação. Com atuação em mais de 110 países, chegou ao Brasil na década de 1990, com um portfólio completo de produtos e soluções inovadoras de irrigação por gotejamento, que visam contribuir com o eficiente uso da água, aumentando a produtividade na agricultura e trazendo mais tranquilidade ao produtor rural.
A construção de uma agricultura mais resiliente às mudanças climáticas e capaz de gerar valor para toda a cadeia produtiva passa, cada vez mais, pela atuação conjunta entre empresas, instituições financeiras e produtores rurais. Foi com esse objetivo que a BB Seguros sediou, na última semana, o encontro "Agricultura Regenerativa em Pauta: Valor, Métricas e Mercado", promovido pelo Consórcio Reg.IA, primeiro consórcio de agricultura regenerativa da América Latina, liderado pela Produzindo Certo, empresa que conecta produtores rurais a empresas comprometidas com a sustentabilidade.