
A nova diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (FAET) deu início ao seu mandato com uma reunião de trabalho inaugural. Sob a liderança do presidente reeleito, Paulo Carneiro, o encontro teve como foco a definição e alinhamento de pautas importantes para o setor agropecuário do Tocantins até 2026.
Temas centrais da reunião incluíram: as discussões sobre REDD+ e crédito de carbono, a proposta de Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) do Tocantins, e a rastreabilidade bovina. Esses tópicos são vistos como estratégicos por impactarem diretamente a competitividade e sustentabilidade do mercado, bem como a capacidade de produtores acessarem novos mercados.
Além disso, a diretoria sublinhou a importância de uma atuação mais estratégica da FAET nas exposições agropecuárias e feiras rurais. Tais eventos são vistos como ambientes de negócios essenciais, gerando oportunidades econômicas para produtores, sindicatos rurais e municípios.
"Esses eventos são fundamentais para a economia das localidades, mas precisamos priorizar os interesses dos produtores e transformar as feiras em referências para os negócios do campo", destacou Paulo Carneiro.
A reunião contou com a presença de Fred Sodré, secretário estadual de Agricultura e Pecuária e 2º vice-presidente da FAET, sinalizando uma cooperação estratégica entre a Federação e o Governo do Estado. Rayley Luzza, superintendente do Senar Tocantins, também participou, apresentando eventos e ações técnicas planejadas em colaboração com a FAET e os sindicatos rurais.
A capacitação de técnicos dos sindicatos rurais foi outro ponto destacado pelo superintendente da FAET, Miller Santana. A entidade pretende investir em convênios que possibilitem a realização de feiras e eventos agropecuários, ampliando a estrutura e eficientizando as ações do sistema sindical rural em todo o estado.
Com essas iniciativas, a FAET busca não apenas fortalecer os produtores locais, mas também transformar o Tocantins em uma referência em práticas agrícolas sustentáveis e competitivas, alinhando-se a tendências globais e ampliando sua inserção em mercados internacionais.

A nova diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (FAET) realizou sua primeira reunião de trabalho para definir a agenda do mandato focada no futuro do agronegócio tocantinense. Liderada pelo presidente reeleito Paulo Carneiro, a reunião abordou temas como REDD+, crédito de carbono, Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) e rastreabilidade bovina, essenciais para a competitividade e sustentabilidade dos produtores rurais do estado até 2026.

Passagem de frente fria e formação de ciclone trarão chuvas intensas ao Sul e Sudeste do Brasil a partir de 29 de setembro, segundo o Inmet. A previsão é de tempestades, vento, raios e granizo, com chuvas superando 100 mm em algumas áreas. Na sexta-feira, 30, o ciclone intensifica as chuvas no Sudeste, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. No sábado, 31, chuvas persistentes seguem entre o Triângulo Mineiro e o Rio de Janeiro, com risco de volumes elevados. O ciclone pode manter a umidade alta até a próxima semana, levando a um padrão típico de verão.

A Queijaria Faz o Bem, localizada em Piumhi (MG), combina agroecologia e pecuária regenerativa na produção de Queijo Canastra, preservando 44% de sua área com mata nativa e empregando um sistema regenerativo que integra pastagens, agroflorestas e bem-estar animal. Fundada por Vinícius Soares, a propriedade é um modelo de sustentabilidade, não utilizando agrotóxicos e aproveitando subprodutos como o soro de queijo na alimentação suína. O Sebrae apoiou o desenvolvimento da identidade de marca e da Indicação de Procedência do Queijo Canastra. A Faz o Bem foi premiada em competições nacionais e internacionais por sua excelência, e busca ser um exemplo inspirador de produção regenerativa. Paralelamente, a Reforma Tributária impacta o agronegócio brasileiro, introduzindo o IBS e CBS como novos modelos de taxa e promovendo a adoção de um CNPJ alfanumérico para produtores rurais, visando simplificação e inclusão fiscal.

Nos últimos anos, entre 2012 e 2025, o Brasil contabilizou 1.205 pedidos nacionais de patentes verdes, com o Nordeste contribuindo apenas com 12% desse total, ficando atrás do Sudeste e do Sul. O relatório do INPI, divulgado em janeiro, mostra que o país é o segundo maior em pedidos de tecnologias agrícolas verdes no mundo, principalmente em biofertilizantes e defensivos sustentáveis. As patentes de origem estrangeira também seguem essa tendência. A estrutura de pesquisa nacional é majoritariamente pública, destacando a participação da Embrapa e das universidades federais, especialmente no Sudeste. No entanto, o Nordeste apresenta inovação concentrada em poucos polos estaduais, com a maior parte dos pedidos não chegando a se tornar patentes protegidas. A falta de colaborações inter-regionais e a predominância de atores públicos limitam a conversão da pesquisa em produtos comercializáveis. Essas dinâmicas são discutidas no relatório completo do INPI disponível online.

A nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, que entrará em vigor em fevereiro, isenta a pecuária e a agricultura do licenciamento, mesmo em terras sem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) homologado, alarmando especialistas sobre possíveis impactos devastadores no Amazonas. A modificação da lei, com a liberação de atividades sem análise prévia, enfraquece a fiscalização e aumenta o risco de desmatamento ilegal, afetando unidades de conservação e a biodiversidade, como o macaco-aranha-de-cara-preta. A nova regulamentação também reduz o poder do ICMBio em monitorar impactos, gerando insegurança jurídica e ameaçando o clima local.