As operações que dependem de máquinas e equipamentos estão passando por uma transformação acelerada: além da manutenção corretiva ou de rotinas tradicionais, cresce a demanda por prevenção de falhas, monitoramento contínuo e decisões orientadas por dados. Nesse cenário, a Ascendum apresentou uma nova geração de Contratos de Serviço, descritos pela empresa como mais inteligentes, flexíveis e adaptáveis às necessidades de cada operação.
A proposta da nova fase dos contratos parte de um ponto central: operações modernas exigem previsibilidade e resposta rápida a riscos de parada. Segundo a Ascendum, os contratos evoluíram para um formato proativo, com suporte de dados captados diretamente das máquinas, permitindo acompanhar condições de uso e antecipar necessidades de intervenção.
Na prática, a empresa afirma combinar sua experiência em serviços com monitorização proativa, geração de insights operacionais e adoção de serviços preditivos. O objetivo é reduzir imprevistos e melhorar o desempenho do conjunto de equipamentos, com impactos diretos em produtividade e planejamento.
A Ascendum destaca que o principal efeito esperado é a diminuição de eventos não planejados, reduzindo o tempo de máquina parada e elevando a eficiência operacional. A lógica é simples: quanto mais cedo um sinal de desgaste ou anomalia é identificado, maior a chance de correção antes que a falha se transforme em interrupção total da atividade.
A nova geração de contratos foi desenhada para entregar desempenho de forma contínua — não apenas nos dias de manutenção — com acompanhamento e ações preventivas ao longo da operação.
Para gestores, isso se traduz em maior capacidade de programar intervenções, organizar a rotina de manutenção e evitar picos de demanda de reparos. Em ambientes que operam com múltiplos equipamentos, essa previsibilidade pode representar ganhos relevantes na gestão de recursos e no cumprimento de prazos.
Outro ponto enfatizado pela empresa é a flexibilidade. Em vez de um modelo único, os clientes podem selecionar o nível de contrato que melhor se adequa ao seu perfil de uso, ao tipo de operação e ao risco de parada. Além disso, a cobertura pode ser reforçada com opções adicionais, ampliando o pacote de serviços conforme a necessidade.
Contratos ajustados à operação: desenho do serviço considerando a rotina e as exigências do cliente.
Cuidados proativos e preventivos: foco em evitar falhas e reduzir impactos de desgaste.
Gestão baseada em dados: acesso a informações, insights e relatórios para apoiar decisões.
Possibilidade de expansão: inclusão de opções extras para elevar o nível de proteção da frota.
A Ascendum também caracteriza a evolução dos contratos como multimarcas, uma abordagem que busca atender operações que não trabalham com uma única fabricante de máquinas. Em contextos com frotas mistas, uma visão integrada tende a facilitar o acompanhamento de performance e o planejamento de intervenções, especialmente quando há variações de idade dos equipamentos, intensidade de uso e condições de trabalho.
Com isso, a proposta é oferecer um modelo de suporte que acompanhe a complexidade da frota e contribua para padronizar rotinas de manutenção, reforçar controles e ampliar a visibilidade sobre o estado dos ativos ao longo do tempo.
A transição para contratos de serviço mais inteligentes reflete uma tendência mais ampla de transformação na gestão de ativos: a manutenção deixa de ser apenas uma resposta a falhas para se tornar uma estratégia de redução de riscos, com base em dados e indicadores operacionais. Com monitoramento e relatórios, o gestor passa a contar com elementos objetivos para priorizar intervenções e justificar decisões.
Aspecto Modelo tradicional Nova abordagem (proativa e orientada por dados) Foco Correção e rotina de manutenção Prevenção, predição e redução de imprevistos Planejamento Intervenções reativas e janelas fixas Intervenções mais previsíveis, conforme sinais e condição do equipamento Gestão Menor uso de indicadores Relatórios, insights e maior controle operacional Impacto esperado Risco maior de paradas inesperadas Menos tempo de inatividade e melhor desempenho ao longo do ciclo de uso
Ao reunir prevenção, dados e personalização, a Ascendum afirma que busca ampliar a disponibilidade da frota e apoiar a continuidade das operações. Para setores com alta dependência de equipamentos, a capacidade de antecipar falhas e reduzir paradas tende a ser decisiva para produtividade e competitividade.
O movimento reforça a consolidação da manutenção preditiva e do monitoramento como pilares de gestão moderna de máquinas, com contratos mais alinhados a metas de desempenho e redução de riscos operacionais.

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Resumo: Embora a indústria brasileira de máquinas e equipamentos tenha registrado um recorde histórico de exportações em 12 meses, totalizando US$ 14,4 bilhões, o setor aponta preocupações com o cenário econômico e regulatório. A Abimaq destaca que a combinação de juros elevados no mercado interno e a possível aprovação da PEC que altera a jornada de trabalho para o regime 6x1 pode comprometer decisões de investimento e impactar pontos da reforma trabalhista de 2017.

Usadão Máquinas e Cocamar Máquinas Seminovos realizam, no dia 19 de junho, em Maringá/PR, um grande leilão com mais de 100 equipamentos agrícolas seminovos disponíveis para venda.
Durante a Agrishow, fabricantes apresentaram uma pluralidade de caminhos para descarbonizar as máquinas agrícolas — etanol, biometano, gás natural, hidrogênio, eletrificação e diesel renovável — em diferentes estágios de maturidade. A maior parte das soluções ainda é conceitual ou está em testes, com foco na durabilidade e na viabilidade operacional em condições de campo, não apenas na eficiência energética. A transição aparece como gradual e regionalizada, acompanhando a matriz energética de cada país. O etanol recebe destaque no Brasil pela proximidade com o setor sucroenergético e pela infraestrutura existente; a FPT Industrial desenvolve motores para etanol e ampliou investimentos na América Latina de R$ 130 milhões para R$ 250 milhões até 2028.