
Na última década nos acostumamos com a migração de empresas e segmentos inteiros do modelo presencial para o digital, este movimento estimulou inúmeros “gurus” da economia a profetizar o que era um movimento disruptivo que transformaria totalmente a forma do mercado global.
Realmente muita coisa mudou com o advento da internet e nem tudo foi para o bem. Tivemos um aumento exponencial de golpes digitais e empresas falsas aplicando todo tipo de ilícitos, sites falsos, e-mail carregados com vírus, ligações fraudulentas, mensagens maliciosas, entre tantas outras atividades criminosas.
Mais importante que ter leis rigorosas é a justiça brasileira ter as ferramentas para a aplicação da lei. Hoje o estelionato digital é difundido e assola milhares de brasileiros todos os dias, como as penas são brandas e a justiça tem dificuldade de aplicá-las os bandidos têm quase que um salvo conduto para operar uma vez que dificilmente são identificados e quando o são as penas são muito inferiores aos valores adquiridos com os golpes.
Os golpes digitais são tantos que acabamos se tornando parte da rotina dos brasileiros e o ambiente digital que prometia ser um paraíso rapidamente está se tornando um purgatório, em especial para as empresas honestas que nasceram neste modal ou migraram para o digital. Esta realidade de difícil solução vem impondo desafios aos empresários que precisam investir cada vez mais em segurança cibernética tal como blockchain e construir estratégias que desvinculem suas atividades dos estelionatários digitais.
Segundo o Leiloeiro oficial do Leilão Usadão Máquinas Sr. Rubens Henrique de Castro, o mercado digital passou na última década de um oceano azul para um mar vermelho onde os clientes com coragem e disposição de comprar bens de capital no meio on-line são disputados por falsários, aventureiros, estelionatários e empresas honestas.
Dentro deste cenários complexo algumas empresas estão fazendo o movimento inverso e migrando do digital para o presencial. É o exemplo do Leilão Usadão Máquinas, uma das empresas pioneiras na oferta digital de equipamentos pesados no Brasil com mais de 16 anos de atuação exclusiva no meio digital e que recentemente está expandindo sua participação no mercado presencial com as lojas Usadão Máquinas Express.
Rubens destaca que este movimento é um sonho antigo que agora está se concretizando, inicialmente o grupo instalou sua primeira filial na cidade de Cascavel no oeste do Paraná e tem em seu plano de expansão mais 12 cidades espalhadas no Brasil para a instalação de unidade Express e assim estar presencialmente em todas as regiões produtoras do Brasil.
As unidades presenciais do Leilão Usadão Máquinas tem um modelo de negócios adaptado para o mercado presencial além de oferecer os equipamentos cadastrados no Leilão Usadão Máquinas também vão oferecer outros serviços como Seguro, Consórcio e Crédito.
A Gerente financeira do Grupo Pietra Fagundes, destacou que os serviços financeiros foram construídos para atender as características do mercado de maquinas e equipamentos, segundo ela “Hoje temos para o mercado de seminovos as mesmas linhas e condições que os distribuidores brasileiros tem para maquinas novas, esta novidade foi construída com longas e intensas negociações com os agentes parceiros e só foram possíveis em decorrência da nossa experiência de mais de 16 anos neste mercado.”
Temos no grupo uma corretora de seguros que atua a mais de cinco anos trazendo segurança para nossos clientes. Recentemente formalizamos em 2025 convênio com a empresa de consórcios Ademicon, uma das maiores do Brasil neste segmento e este ano formalizamos convênio com o Banco Bradesco para operar a linha E-Agro.
Conclui Pietra, somos atualmente a empresa mais completa no Brasil quando o assunto é maquinas e equipamentos agrícola e de construção seminovas.
O exemplo do leilão Usadão Máquinas mostra que existe um caminho viável a ser percorrido neste mar vermelho que se tornou a internet e que um modelo misto possa ser a resposta para que a atividade digital seja exercida sem tantos riscos para o consumidor. Ter unidades presenciais traz segurança que além do portal tem também o acesso a empresa e seus colaboradores, sem contar que o aperto de mão olho no olho ainda é a forma de fazer negócio mais preferida no agronegócio Brasileiro.

Resumo: O Ministério da Agricultura está negociando com a Fazenda um aumento de 10% nos recursos do Plano Safra 2026/27 em relação ao ciclo anterior, o que pode elevar o volume destinado à agricultura empresarial para próximo de R$ 570 bilhões. A agricultura familiar fica sob a condução de outro ministério. O objetivo é manter a taxa de juros “teto” em um dígito, e o novo Plano Safra deve ser anunciado em 1º de julho.

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