
De acordo com dados divulgados recentemente pelo Banco Central (BC), a agropecuária tem desempenhado um papel crucial no fortalecimento da economia brasileira. A prévia do Produto Interno Bruto (PIB) revelou um notável aumento de 13,05% do setor agropecuário ao longo de 12 meses, até dezembro. Este crescimento foi vital para o avanço geral da atividade econômica do país, que registrou uma alta de 2,45% no mesmo período.
O índice IBC-Br do BC, que é uma referência para mensurar a atividade econômica, ilustra que a agropecuária cresceu a um ritmo superior em comparação à média da economia brasileira. Outros setores, como a indústria e os serviços, demonstraram um crescimento mais contido ao longo de 2025. A indústria registrou um aumento de 1,45%, enquanto o setor de serviços avançou 2,06%, evidenciando a diferença nos ritmos de expansão entre os diversos segmentos da economia.
Na análise mensal, comparando dezembro com o mesmo período do ano anterior, a agropecuária manteve seu desempenho superior. O setor registrou um crescimento de 6,35%, contrastando com os serviços e a indústria, que expandiram 2,88% e 2,31%, respectivamente. No geral, o índice de atividade econômica aumentou 3,05%, conforme reportado pelo BC.
Os números reforçam a importância da agropecuária no cenário econômico brasileiro, destacando sua contribuição significativa para o progresso econômico do país, mesmo em um período de crescimento moderado dos demais setores. A continuidade desse desempenho robusto é fundamental para sustentar o impulso econômico do Brasil nos próximos anos.
À medida que o país avança, a atenção para políticas que promovam inovação e sustentabilidade no setor agropecuário será essencial para manter seu papel como motor do crescimento econômico e garantir benefícios duradouros para a economia brasileira como um todo.

Resumo: A Espanha alertou a Organização Mundial da Saúde sobre possível transmissão de pessoa para pessoa do vírus da gripe suína A(H1N1)v na Catalunha. O departamento de saúde catalão classificou o risco para a população como "muito baixo". A pessoa infectada não apresentou sintomas respiratórios, e testes em contatos diretos mostraram que não houve retransmissão. Segundo o El País, o paciente já se recuperou e não teve contato com porcos ou fazendas, levando especialistas a concluir pela transmissão entre pessoas. A situação reacende preocupações sobre o potencial pandêmico se o vírus se recombinar com a influenza humana, embora a OMS não tenha comentado; o histórico remoto inclui notificações da Holanda em 2023 e a pandemia de 2009, causada por um vírus com material genético de porcos, aves e humanos.

Em 2025, a cultura do cacau em Sergipe registrou sua maior expansão desde 2008: o número de agricultores aumentou de 17 para 52 (crescimento de 200%), a área plantada passou de 26 para 51 hectares em oito municípios do sul e centro-sul, e a colheita de amêndoas atingiu 15,9 toneladas (vs. 9,5 em 2024), com vendas estimadas em R$ 442.390 e preço médio de R$ 415,00 por arroba de 15 kg. A produção passou a ter canal de comercialização dentro do estado após a instalação de um posto avançado de compra da Cargill Alimentos, em Arauá, que paga pelo preço de referência do dia via Pix, antes dependente de escoamento para Santo Antônio de Jesus (BA). Além das amêndoas, há venda de mel de cacau a R$ 15 o litro, com 1.000 litros vendidos em 2025. A expansão nasce da crise da laranja e ocorre em sistemas agroflorestais com banana, maracujá e mamão, garantindo renda ao produtor antes da frutificação. O suporte técnico fica por conta da Emdagro (Seagri) em parceria com Ceplac, incluindo distribuição de 10 mil mudas clonadas (CCN51, CCN10, PS1319), 6 Unidades Demonstrativas e 10 kits de irrigação. O principal obstáculo é a dependência de mudas certificadas da Bahia, com o credenciamento do primeiro viveiro no Indiaroba em andamento; a expectativa é produzir 6.000 mudas clonadas por ciclo, atendendo 35 a 40 agricultores familiares. Segundo Jean Carlos Nascimento Ferreira, a presença institucional cobre toda a cadeia, do plantio à comercialização.

Resumo: A cachaça de alambique, patrimônio cultural mineiro desde 2007, ganha o terceiro Centro de Referência na Qualidade da Cachaça, em Salinas, com aporte de R$ 780 mil. Vinculado ao IFNMG, o centro ampliará equipamentos de análise, validará metodologias e capacitará produtores para obter o registro no MAP, reduzindo custos logísticos. A implantação está prevista para 2028, após reformas, aquisição de novos equipamentos e padronização analítica. Enquanto os laudos não começam a ser emitidos, haverá ações de comunicação institucional e parcerias para coleta de amostras. O objetivo é fortalecer a relação entre academia, pesquisa e setor produtivo, elevando a qualidade, a certificação e a atuação regional da cachaça mineira.

Resumo executivo: O Banco do Brasil (BBAS3) encara 2026 sob pressão, com inadimplência acima de 90 dias em 5,17% e o agronegócio em 6,09%. O 1T26 deve confirmar se a recuperação de margens ganha consistência ou se o desconto frente aos bancos privados permanece.

Resumo: O governo revogou o decreto que previa a concessão privada das hidrovias amazônicas, e o tema continua em estudos. O ministro Silvio Costa Filho afirmou que a suspensão não interrompe os estudos, que seguem em cinco frentes (dois no BNDES e três na Infra S.A.) com consultas públicas e ampliação do diálogo com a população, movimentos sociais e setor produtivo. Indígenas realizaram protestos contra a medida, chegando a ocupar a Cargill em Santarém e a realizar ações em São Paulo e Brasília; a revogação foi justificada pelo “risco de vida” decorrente das manifestações.