
O Estado do Paraná ampliou significativamente sua participação no cenário agrícola nacional, respondendo, segundo projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por 13,9% da safra de grãos do país até 2026. Esse aumento representa uma evolução em relação à previsão anterior de 13,5% de participação, destacando o avanço paranaense no setor.
Contrapondo-se à liderança de Mato Grosso, que concentra 30,3% da produção de grãos, o Paraná ocupa a segunda posição nacional, seguido por Rio Grande do Sul com 11,8%, Goiás com 10,6%, e Mato Grosso do Sul com 7,6%. O fortalecimento da presença paranaense na agricultura é uma notícia promissora para a economia brasileira.
A expansão na produção paranaense foi impulsionada principalmente por culturas como soja, milho e feijão. Em janeiro, a variação positiva na produção foi de 213,8 mil toneladas, sendo a terceira maior alta do país, ficando atrás apenas de Mato Grosso e Goiás. Por outro lado, estados como Piauí, Ceará e Rio de Janeiro enfrentaram quedas expressivas.
No caso da soja, a produção no Paraná deverá atingir 22,2 milhões de toneladas, mantendo-se como o segundo maior produtor do Brasil. Esse volume representa um aumento de 0,3% em relação à estimativa anterior e um salto de 3,9% comparado à safra de 2025. A nível nacional, a produção de soja alcançou um recorde de 172,5 milhões de toneladas, 1,3% acima do prognóstico anterior.
A produção de milho 2ª safra também destaca-se, com uma expectativa de 17,4 milhões de toneladas, representando 16,5% do total nacional. Este volume assinala um crescimento de 0,7% em comparação ao levantamento anterior. No âmbito nacional, espera-se que a produção alcance 105,2 milhões de toneladas.
Além disso, o Paraná preserva seu status de maior produtor nacional de feijão, com uma expectativa de 736,5 mil toneladas, o que equivale a 24,2% da produção do país. Minas Gerais e Goiás seguem na lista com participações significativas.
| Região | Produção (toneladas) | Participação Nacional |
|---|---|---|
| Centro-Oeste | 167,5 milhões | 48,9% |
| Sul | 95,3 milhões | 27,8% |
| Sudeste | 30,2 milhões | 8,8% |
| Nordeste | 28,2 milhões | 8,2% |
| Norte | 21,5 milhões | 6,3% |
A Região Sul apresentou o crescimento mais expressivo, com um aumento de 10,4%, enquanto a produção no Nordeste expandiu-se em 1,8%. Este cenário positivo para o Paraná e a Região Sul representa um impulso significativo para o agronegócio, refletindo a força e o potencial de crescimento contínuo do setor no Brasil.

Resumo: A Bahia está promovendo uma articulação intersetorial para ampliar a citricultura, reunindo a Seagri, a Bahiainveste e as secretarias de Desenvolvimento Rural (SDR) e de Desenvolvimento Econômico (SDE) para debater diagnóstico técnico, abertura de novos mercados para a laranja e atração de investimentos privados. O objetivo é avançar na implantação de agroindústrias na região e fortalecer a cadeia citrícola por meio de cooperações com os territórios do Litoral Norte e do Recôncavo Baiano.

Produção de cervejas sem glúten disparou de 71 milhões de litros em 2024 para 367,9 milhões em 2025, um crescimento de 417,68%. - Disponibilidade de produtos: 44.212 cervejas registradas e 56.170 marcas cadastradas. - Panorama regional: São Paulo lidera com 452 cervejarias; a região Sudeste responde por 47,2% do total. - Comércio exterior: as exportações atingiram US$ 218,3 milhões em 2025, alta de 6,9% ante 2024, enquanto o volume exportado caiu 5,1%, apontando maior valor agregado aos produtos. - Transformação do setor: apesar do ritmo de abertura de novas cervejarias ter desacelerado, o Brasil expandiu a presença no mercado internacional, registrando o maior valor de exportações já observado.

Produtores brasileiros de alho enfrentam a concorrência de importações baratas, principalmente da China e da Argentina, que pressionam o mercado interno. Segundo a Associação Nacional dos Produtores de Alho (Anapa), as entradas de alho importado chegam abaixo do custo de produção nacional, agravando os prejuízos. Em resposta, os produtores vão pedir ao governo medidas para conter as importações. Como consequência, prevê-se uma queda de 21% na área plantada neste ano, atingindo 11 mil hectares.

A trajetória da cachaça de Paraty, nascida nos alambiques históricos que marcam o Caminho do Ouro da Estrada Real. Do período colonial, em que a bebida circulava como moeda, à resistência contemporânea, a produção local preserva saberes de fermentação e destilação moldados por um território onde serra encontra o mar.

Resumo: A Safra da Tainha de Florianópolis será marcada por ações culturais, religiosas e educativas que antecedem a abertura oficial, prevista para o dia 1° de maio. As atividades começam no domingo (26), com missa às 7h30 no Rancho Getúlio Manoel Inácio, no Campeche; na quinta-feira (30) ocorrem ações educativas para crianças, com material audiovisual e roda de conversa sobre os 200 anos da Igreja São Sebastião; na sexta-feira (1°) ocorre a abertura oficial com café comunitário. Ainda no mesmo dia, na Praia do Moçambique, o Rancho Parelha Atobá oferece celebrações, apresentações e café da tarde. A Safra deve se estender até o final de julho, com cotas de pesca por modalidade; a Rota da Tainha em Florianópolis abrange 26 praias, onde banheiros químicos serão instalados, iluminação reforçada e restrições a esportes aquáticos em áreas próximas aos ranchos. O subsecretário de pesca, Gabi Floripa, ressalta que a Safra envolve planejamento, respeito à natureza e organização comunitária. Em 2025, Florianópolis teve 51 embarcações licenciadas de emalhe, 500–600 pescadores e produção de cerca de 400 toneladas, com impacto econômico próximo de R$ 4 milhões; mais de 1 mil pessoas participaram do arrasto de praia entre 57 ranchos.