
A Phibro Saúde Animal, reconhecida mundialmente por sua atuação no setor de saúde e nutrição animal, integrou-se recentemente à Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia).
A Asbia é uma entidade comprometida com o melhoramento genético na pecuária de corte e leite, desempenhando um papel crucial no aumento de produtividade e eficiência nessas áreas vitais.
Cleocy Junior, diretor de Ruminantes da Phibro, expressou que o futuro da pecuária está atrelado à difusão de tecnologia, uso inteligente de dados e um aumento sustentável de produtividade. "Queremos ser protagonistas nesse movimento, contribuindo para a evolução da pecuária nacional", afirmou.
Segundo Lilian Matimoto, executiva da Asbia, a presença da Phibro adiciona um grande valor à entidade, que já conta com mais de 40 associados.
A parceria oferece à Phibro acesso a dados exclusivos sobre o setor de melhoramento genético, essenciais para o desenvolvimento de novas soluções para bovinos de corte e leite.
Com 80 anos de história completados em 2026, a Phibro possui um portfólio abrangente, incluindo produtos certificados por sua contribuição ao bem-estar animal, como o NutraGen, imunomodulador que auxilia o manejo do estresse em gado de corte, e OmniGen-AF, que fortalece o sistema imunológico de vacas leiteiras.

Resumo: A semana começa com volatilidade nos mercados, acompanhando uma agenda econômica carregada de indicadores globais em meio à escalada do conflito no Oriente Médio. No Brasil, o foco é o Boletim Focus (8h30), com projeções de inflação, PIB e juros. No exterior, Alemanha divulga encomendas e produção industrial (4h) e o índice de confiança Sentix (6h30); o Eurogrupo se reúne (7h) e há fala de Frank Elderson (7h30). América Latina observa o IPC do México (feb) às 9h. Nos EUA, acompanham-se o Índice de Tendência de Emprego (11h) e as Expectativas de Inflação ao Consumidor (12h). No Japão, o PIB do 4T/2025 sai às 20h50, apontando leve desaceleração. Geopoliticamente, o Irã permanece no foco, com alertas de chuva ácida após ataques israelenses e interrupção de exportações na região, elevando os preços de petróleo (WTI acima de US$ 108, Brent acima de US$ 107). Internamente, Mojtaba Khamenei é eleito o novo líder supremo. No Brasil, o Ibovespa fechou a semana anterior em queda de 4,99%, aos 179.364,82 pontos, com Petrobras registrando lucro líquido de R$ 15,6 bilhões no 4T/2025.

Resumo: O microcrédito rural especialmente via Banco do Nordeste (BNB), tem sido divisor de águas para produtores familiares em Minas Gerais. A trajetória de Ovídio Soares Vilela, que em 1973 vendia apenas 13 litros de leite por dia e hoje gerencia uma fazenda com 25 funcionários e produção diversificada, ilustra a transformação possibilitada por linhas de crédito com juros baixos e prazos maiores.

Resumo: O Brasil ficará com 42,5% da cota de exportação de carne bovina prevista no acordo Mercosul–União Europeia, seguido por Argentina (29,5%), Uruguai (21%) e Paraguai (7%). Esse rateio foi definido por um entendimento firmado entre associações setoriais do Mercosul, com base no peso relativo das exportações de cada país. O acordo estabelece uma cota anual de 99 mil toneladas, divididas em 55 mil toneladas de carne fresca/refrigerada e 44 mil de carne congelada, com tarifa de 7,5%. A implementação será gradual ao longo de seis anos. Dados do MDIC mostram que as exportações brasileiras de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada para a UE variaram nos últimos anos entre 3 mil e 7 mil toneladas mensais, com valores entre US$ 20 milhões e US$ 50 milhões, refletindo a valorização da proteína no mercado internacional.

Mato Grosso iniciou 2026 com impulso no mercado de trabalho, fortemente puxado pelo agronegócio. Em janeiro, o estado gerou 18.731 empregos formais, sendo 10.074 novas vagas na agropecuária — o que representa 43,7% das vagas do setor no Brasil e faz de MT o segundo maior gerador de empregos no setor, atrás apenas do Rio Grande do Sul (11.139 vagas). A agropecuária respondeu por 54% das contratações no estado. A soja liderou as vagas do setor, com 7.299 empregos (72%), seguida por bovinos para corte (804), milho (497) e serviços de preparo, cultivo e colheita. As cidades com maior geração de empregos foram Sorriso (779), Nova Mutum (403), Brasnorte (386), Primavera do Leste (368) e Pedra Preta (351). Segundo o IBGE, houve variação positiva de 2,04 milhões de toneladas na produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em janeiro de 2026 em relação ao mês anterior, apontando manutenção do forte nível de produção iniciado em 2025. O secretário Anderson Lombardi ressaltou a força da economia mato-grossense e o papel central da agropecuária no dinamismo regional.

Resumo: O texto afirma que o agro brasileiro, em 2026, continuará sendo o principal pilar econômico do país, respondendo por cerca de 25% do PIB, mais de 40% das exportações e milhões de empregos, mas enfrenta riscos estruturais. O desafio central é a insegurança regulatória, com mudanças frequentes em regras ambientais, fundiárias, trabalhistas e tributárias, judicialização e sobreposição de competências, o que compromete a previsibilidade de investimentos de longo prazo. Também destaca a necessidade de adaptação climática pragmática (seguro rural robusto, zoneamento agroclimático dinâmico, crédito para resiliência, pesquisa aplicada e agricultura de baixo carbono com métricas claras). Em infraestrutura, gargalos logísticos elevam custos e reduzem margens, tornando essencial planejar melhor, integrar modais, reduzir custos regulatórios e acelerar concessões. No plano internacional, o agro enfrenta exigências como rastreabilidade, descarbonização e ESG; o texto defende transformar sustentabilidade em vantagem competitiva por meio de diplomacia, defesa técnica do produtor e narrativa baseada em dados.