
Agricultura Alentejana Sofre R$75,8 Milhões em Prejuízos com Mau Tempo: Onda de Calamidade Se Alastra
O mau tempo provocou prejuízos significativos na agricultura em regiões de Portugal. No Alentejo, agricultores declararam perdas de 75,8 milhões de euros, com 499 submissões, principalmente em Alcácer do Sal e Odemira, afetando estufas e infraestruturas de rega. No total, 107,9 milhões de euros em danos agrícolas foram reportados na região de Lisboa e Vale do Tejo, com 1.129 candidaturas submetidas para apoios. As depressões Kristin, Leonardo e Marta resultaram em 18 mortes, destruição de propriedades e infraestruturas, e afetaram várias regiões, com a situação de calamidade encerrada em 15 de fevereiro.
Mau Tempo Causa Prejuízos Milionários na Agricultura do Alentejo
A região do Alentejo enfrenta consequências significativas devido ao recente mau tempo, com prejuízos declarados no setor agrícola atingindo 75,8 milhões de euros. O vice-presidente da CCDR do Alentejo, responsável pelo setor da Agricultura, Roberto Grilo, revelou que 499 declarações de prejuízos já foram submetidas pelos agricultores afetados.
Os concelhos mais impactados foram Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, e Odemira, no distrito de Beja. Em Odemira, os danos concentram-se em estufas de pequenos frutos e hortícolas, enquanto que, em Alcácer do Sal, os prejuízos afetam principalmente infraestruturas de rega e campos de arroz. Grilo destacou que ainda existem áreas alagadas em Alcácer do Sal, indicando que mais agricultores poderão relatar prejuízos nas próximas semanas.
O impacto do mau tempo não se limitou a essas áreas. Diversos concelhos no Alentejo também relatam uma variedade de danos, abrangendo uma vasta extensão da região. Além do Alentejo, a CCDR de Lisboa e Vale do Tejo relatou 107,9 milhões de euros em prejuízos declarados, com 1.129 candidaturas a apoios para reestabelecer o potencial agrícola produtivo à espera de análise.
Consequências do Mau Tempo em Portugal
- 18 vidas perdidas devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta.
- Centenas de feridos e pessoas desalojadas.
- Destruição parcial ou total de residências, negócios e equipamentos.
- Interrupções em vias, escolas e serviços de transporte.
- Corte de energia, água e comunicações.
- Inundações e cheias generalizadas.
As áreas mais atingidas incluem as regiões do Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo,
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