
No início de 2026, o tabaco consolidou sua posição como o principal produto de exportação do Rio Grande do Sul, destacando a relevância histórica dessa cadeia produtiva no comércio exterior do estado.
Dados de janeiro mostram que as vendas de tabaco em folhas lideraram a lista dos 20 principais produtos exportados, totalizando US$ 206,5 milhões em negócios e um volume exportado de 33,4 mil toneladas.
O setor ganhou ampla vantagem sobre outros produtos tradicionalmente exportados pelo estado, como:
A liderança expressiva do tabaco destaca a forte inserção internacional da produção agrícola da região sul do Brasil, especialmente nas áreas produtoras do Vale do Rio Pardo e vizinhanças, onde o cultivo do tabaco se mantém como uma das principais atividades econômicas.
A permanência da demanda externa como o motor principal do setor reforça a posição do Rio Grande do Sul como destacado fornecedor global de matéria-prima para a indústria de derivados do tabaco.
Em janeiro, o perfil das exportações do estado foi fortemente marcado pela predominância do agronegócio e de produtos primários ou semi-industrializados, com ênfase em:
Além disso, segmentos industriais também tiveram participação significativa, incluindo:polímeros de etileno, autopeças, transformadores elétricos, máquinas agrícolas, calçados e móveis, ressaltando a {diversidade produtiva} na economia estadual.

Resumo: O Ministério da Agricultura está negociando com a Fazenda um aumento de 10% nos recursos do Plano Safra 2026/27 em relação ao ciclo anterior, o que pode elevar o volume destinado à agricultura empresarial para próximo de R$ 570 bilhões. A agricultura familiar fica sob a condução de outro ministério. O objetivo é manter a taxa de juros “teto” em um dígito, e o novo Plano Safra deve ser anunciado em 1º de julho.

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