
No início de 2026, o tabaco consolidou sua posição como o principal produto de exportação do Rio Grande do Sul, destacando a relevância histórica dessa cadeia produtiva no comércio exterior do estado.
Dados de janeiro mostram que as vendas de tabaco em folhas lideraram a lista dos 20 principais produtos exportados, totalizando US$ 206,5 milhões em negócios e um volume exportado de 33,4 mil toneladas.
O setor ganhou ampla vantagem sobre outros produtos tradicionalmente exportados pelo estado, como:
A liderança expressiva do tabaco destaca a forte inserção internacional da produção agrícola da região sul do Brasil, especialmente nas áreas produtoras do Vale do Rio Pardo e vizinhanças, onde o cultivo do tabaco se mantém como uma das principais atividades econômicas.
A permanência da demanda externa como o motor principal do setor reforça a posição do Rio Grande do Sul como destacado fornecedor global de matéria-prima para a indústria de derivados do tabaco.
Em janeiro, o perfil das exportações do estado foi fortemente marcado pela predominância do agronegócio e de produtos primários ou semi-industrializados, com ênfase em:
Além disso, segmentos industriais também tiveram participação significativa, incluindo:polímeros de etileno, autopeças, transformadores elétricos, máquinas agrícolas, calçados e móveis, ressaltando a {diversidade produtiva} na economia estadual.

Resumo: A Espanha alertou a Organização Mundial da Saúde sobre possível transmissão de pessoa para pessoa do vírus da gripe suína A(H1N1)v na Catalunha. O departamento de saúde catalão classificou o risco para a população como "muito baixo". A pessoa infectada não apresentou sintomas respiratórios, e testes em contatos diretos mostraram que não houve retransmissão. Segundo o El País, o paciente já se recuperou e não teve contato com porcos ou fazendas, levando especialistas a concluir pela transmissão entre pessoas. A situação reacende preocupações sobre o potencial pandêmico se o vírus se recombinar com a influenza humana, embora a OMS não tenha comentado; o histórico remoto inclui notificações da Holanda em 2023 e a pandemia de 2009, causada por um vírus com material genético de porcos, aves e humanos.

Em 2025, a cultura do cacau em Sergipe registrou sua maior expansão desde 2008: o número de agricultores aumentou de 17 para 52 (crescimento de 200%), a área plantada passou de 26 para 51 hectares em oito municípios do sul e centro-sul, e a colheita de amêndoas atingiu 15,9 toneladas (vs. 9,5 em 2024), com vendas estimadas em R$ 442.390 e preço médio de R$ 415,00 por arroba de 15 kg. A produção passou a ter canal de comercialização dentro do estado após a instalação de um posto avançado de compra da Cargill Alimentos, em Arauá, que paga pelo preço de referência do dia via Pix, antes dependente de escoamento para Santo Antônio de Jesus (BA). Além das amêndoas, há venda de mel de cacau a R$ 15 o litro, com 1.000 litros vendidos em 2025. A expansão nasce da crise da laranja e ocorre em sistemas agroflorestais com banana, maracujá e mamão, garantindo renda ao produtor antes da frutificação. O suporte técnico fica por conta da Emdagro (Seagri) em parceria com Ceplac, incluindo distribuição de 10 mil mudas clonadas (CCN51, CCN10, PS1319), 6 Unidades Demonstrativas e 10 kits de irrigação. O principal obstáculo é a dependência de mudas certificadas da Bahia, com o credenciamento do primeiro viveiro no Indiaroba em andamento; a expectativa é produzir 6.000 mudas clonadas por ciclo, atendendo 35 a 40 agricultores familiares. Segundo Jean Carlos Nascimento Ferreira, a presença institucional cobre toda a cadeia, do plantio à comercialização.

Resumo: A cachaça de alambique, patrimônio cultural mineiro desde 2007, ganha o terceiro Centro de Referência na Qualidade da Cachaça, em Salinas, com aporte de R$ 780 mil. Vinculado ao IFNMG, o centro ampliará equipamentos de análise, validará metodologias e capacitará produtores para obter o registro no MAP, reduzindo custos logísticos. A implantação está prevista para 2028, após reformas, aquisição de novos equipamentos e padronização analítica. Enquanto os laudos não começam a ser emitidos, haverá ações de comunicação institucional e parcerias para coleta de amostras. O objetivo é fortalecer a relação entre academia, pesquisa e setor produtivo, elevando a qualidade, a certificação e a atuação regional da cachaça mineira.

Resumo executivo: O Banco do Brasil (BBAS3) encara 2026 sob pressão, com inadimplência acima de 90 dias em 5,17% e o agronegócio em 6,09%. O 1T26 deve confirmar se a recuperação de margens ganha consistência ou se o desconto frente aos bancos privados permanece.

Resumo: O governo revogou o decreto que previa a concessão privada das hidrovias amazônicas, e o tema continua em estudos. O ministro Silvio Costa Filho afirmou que a suspensão não interrompe os estudos, que seguem em cinco frentes (dois no BNDES e três na Infra S.A.) com consultas públicas e ampliação do diálogo com a população, movimentos sociais e setor produtivo. Indígenas realizaram protestos contra a medida, chegando a ocupar a Cargill em Santarém e a realizar ações em São Paulo e Brasília; a revogação foi justificada pelo “risco de vida” decorrente das manifestações.