
São Paulo, 24 de setembro de 2023 - A Gafisa, uma das principais empresas no segmento de alto luxo imobiliário no Brasil, anunciou mudanças significativas em sua liderança, sinalizando um forte compromisso com a continuidade de sua estratégia de mercado e inovação.
Nesta sexta-feira (23), durante reunião do conselho de administração, Luis Fernando Ortiz foi nomeado o novo diretor-presidente da companhia. Ortiz, que tem uma sólida experiência de 14 anos na empresa, recentemente ocupava a posição de vice-presidente de negócios. Ele sucede Sheyla Resende, que encerra seu ciclo de 16 anos na Gafisa, tendo começado sua trajetória como trainee e, por último, ocupando o cargo de diretora-presidente.
A saída de Resende marca o fim de uma era em que a Gafisa passou por um significativo reposicionamento no mercado, emergindo como um dos principais players no segmento de alto luxo. A transição para Ortiz, de acordo com o comunicado divulgado pela empresa, representa a continuidade dessa estratégia de reposicionamento, particularmente nas metrópoles de São Paulo e Rio de Janeiro.
Além da nomeação de Ortiz, a Taimir Barbosa foi eleita como a nova diretora financeira e diretora executiva operacional, com responsabilidade sobre a área de controladoria. Barbosa traz em sua bagagem expertise necessária para manter a estabilidade financeira e gerencial da companhia.
Mantendo a estabilidade em sua estrutura de liderança, a Gafisa anunciou ainda que Frederico Kessler continuará como vice-presidente de negócios, enquanto Carmelo Di Leta permanece no cargo de diretor de relações com investidores e diretor executivo operacional responsável pela área jurídica.
O comunicado reforça que as mudanças são parte de um plano estratégico mais amplo que visa não apenas preservar, mas intensificar o foco da Gafisa em seu nicho específico de mercado. O direcionamento da companhia para o alto luxo busca aproveitamento de oportunidades em um setor que, apesar da volatilidade econômica, continua a mostrar um crescimento potencial.
Com uma estratégia voltada para a inovação e excelência, a Gafisa está determinada a consolidar sua posição no mercado imobiliário de alto luxo, contando com a experiência e visão de Ortiz para liderar as próximas fases de expansão e desenvolvimento.
As mudanças na liderança aconteceram em um período de recuperação e otimização pós-pandemia, onde o setor imobiliário enfrenta desafios e oportunidades únicas. As expectativas são de que, sob a nova direção, a Gafisa continue sua trajetória de sucesso e inovação.
Nota: Este texto é um resumo das informações principais sobre as mudanças na liderança da Gafisa.

Sumário: Em 20/02/2026, os preços do suíno vivo no Brasil mantiveram-se estáveis na maioria das praças conforme Cepea/Esalq, com leve alta em São Paulo para R$ 6,87/kg (+0,44% no dia), embora o acumulado do mês em SP caia 3,10%. Os demais estados monitorados registraram estabilidade diária, com variações mensais negativas: MG -4,52% (R$ 6,76/kg), PR -2,21% (R$ 6,64/kg), RS -0,30% (R$ 6,74/kg) e SC -1,79% (R$ 6,59/kg). O intervalo de preços entre as principais praças ficou entre R$ 6,59/kg (SC) e R$ 6,87/kg (SP). O mercado de suínos permanece com equilíbrio entre oferta e demanda, indicando ajustes ao longo de fevereiro e reforçado pela leitura de referência Cepea/Esalq.

Resumo: O mercado de pecuária em Mato Grosso do Sul manteve fôlego após o Carnaval, com altas nas cotações da arroba do boi gordo e da vaca gorda em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. Em Campo Grande, boi gordo aparece a R$ 321,00 à vista e R$ 325,00 em 30 dias (+R$ 5), e a vaca gorda a R$ 301,50 à vista e R$ 305,00 a prazo (+R$ 3). Em Dourados, boi gordo fica em R$ 321,00 à vista e R$ 325,00 a prazo (+R$ 5); vaca gorda em R$ 299,50 à vista e R$ 303,00 a prazo (+R$ 3). Em Três Lagoas, boi gordo está em R$ 322,00 à vista e R$ 326,00 a prazo (+R$ 5); vaca gorda em R$ 296,50 à vista e R$ 300,00 a prazo (+R$ 5). No cenário nacional, SP, MG, MT, MS e GO registraram altas na arroba do Boi China entre R$ 3,00 e R$ 5, enquanto Paraná manteve o preço. SP: R$ 350, MG: R$ 335, MT: R$ 330, MS: R$ 330, GO: R$ 330; Paraná: R$ 345. O mercado de boi gordo segue firme após o Carnaval, impulsionado pelo consumo interno aquecido, exportações firmes e retenção de fêmeas, com a China permanecendo peça-chave nas negociações, ainda que haja volatilidade cambial.

Na semana anterior ao Carnaval, o mercado spot de etanol em São Paulo apresentou baixa movimentação, com o segundo menor volume comercializado em 2026, segundo o Cepea. Houve recuo nos preços, com o etanol hidratado caindo para R$ 3,0203/litro e o anidro para R$ 3,4120/litro. A pouca liquidez no mercado spot deve-se ao abastecimento predominantemente por contratos anteriores entre usinas e distribuidoras, típico da entressafra. A tendência de queda nos preços já era observada na primeira semana de fevereiro.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.