
O Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar (FSIS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) determinou o recolhimento de aproximadamente 13,44 toneladas (29.628 libras) de carne bovina in natura importada da Argentina. De acordo com o órgão, os produtos ingressaram no mercado norte-americano sem passar pela reinspeção sanitária obrigatória de importação.
Os cortes recolhidos foram processados pelo Frigorífico Gorina SAIC, estabelecimento nº 2025, sob a marca de envio 26644-AA, entre 15 e 20 de maio de 2026. A carne possui datas de validade ou de congelamento entre 15 e 20 de setembro de 2026.
A importadora Corte Argentino USA LLC distribuiu o lote para pontos de venda e estabelecimentos comerciais nos estados da Flórida e do Texas.
O FSIS e o USDA informaram que não foram registrados casos de doenças, lesões ou reações adversas associados ao consumo dos produtos recolhidos.
Em fevereiro de 2026, o governo dos Estados Unidos ampliou a cota anual de importação sem tarifas de carne bovina da Argentina de 20 mil para 100 mil toneladas, com o acréscimo de 80 mil toneladas. A medida foi apresentada como tentativa de combater a inflação, ampliar a oferta no mercado doméstico e reduzir preços ao consumidor.

O governo dos Estados Unidos fixou a cota tarifária global de açúcar em cerca de 1,117 milhão de toneladas para o ano fiscal de 2027 e destinou inicialmente 100 mil toneladas ao Brasil. Autoridades sinalizaram que cerca de 56 mil toneladas podem ser retidas e redistribuídas caso o país não apresente propostas comerciais consideradas satisfatórias.

A colheita do milho safrinha no Brasil alcançou 69,1% da área cultivada, conforme a Conab, com progresso também no Paraná e em Mato Grosso do Sul. Contratos futuros na B3 fecharam em baixa, enquanto StoneX e USDA apresentam projeções próprias para as safras de milho e soja nos Estados Unidos.

China intensifica compras de soja dos EUA na primeira semana de agosto de 2026, com aquisições diárias reportadas pelo USDA e pela Bloomberg, totalizando cerca de 1,5 milhão de toneladas em quatro dias, como parte do acordo de trégua comercial que prevê 25 milhões de toneladas anuais até 2028.

A procura pela carne bovina brasileira recuou com a cota chinesa quase esgotada e medidas da União Europeia. Em painel no Siavs, líderes da Abiec e de frigoríficos apontam necessidade de novos destinos e adaptação da indústria.

Dados de 2025 e projeções para 2026 mostram o Paraná como protagonista na cadeia de frango no Brasil e a China ampliando participação nas exportações mundiais, com análises sobre complementariedade e possíveis pressões futuras no mercado.