
Uma comitiva da expedição promovida pela CNA e por federações estaduais percorreu mais de 889 quilômetros entre Porto Velho (RO) e Manaus (AM). O trajeto ocorreu de 9 a 13 de agosto, com o objetivo de avaliar gargalos logísticos.
A BR-319 foi construída na década de 1970 e conecta Manaus a Porto Velho.
Em Manaus (AM), o Super Terminais movimentou 150 mil contêineres em 2025, segundo Marcello di Gregório. O Super Terminais é responsável por aproximadamente 50% das cargas que entram e saem de Manaus.
Em Careiro Castanho (AM), a produtora Maria Izabel Melo Nogueira e sua família possuem cerca de 15 mil pés de abacaxi.

Relatório Frete Insights mostra alta de 20% no preço médio do frete, mesmo com redução de 22% no volume nacional de cargas; Estudo identifica os corredores logísticos mais pressionados do país.

Segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), toda a carga transportada no território brasileiro utiliza em torno de 61% de rodovias, enquanto ferrovias respondem por cerca de 21% e hidrovias por volta de 14%. As rodovias abrangem quase todo o território nacional, com exceção de áreas amazônicas, e estão concentradas nos polos econômicos das regiões Sudeste e Sul.

Rondonópolis, no sudeste de Mato Grosso, a cerca de 215 km de Cuiabá, é conhecida como a Capital Nacional do Agronegócio e abriga o maior terminal ferroviário de grãos da América Latina, operado pela Rumo Logística, com capacidade de 40 milhões de toneladas por ano. No auge da safra, chegam até....

O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou um pacote de pavimentação no valor de R$ 19,8 milhões para a zona rural de São José das Palmeiras, no Oeste do Paraná. O investimento, inserido no programa Estrada Boa da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), contempla 16 quilômetros de trechos das estradas Barra Funda, São Caetano, União Baixadão, Alvorada, São Rodrigues e São Vicente, entre a PR-317 e o limite com Entre Rios do Oeste.

Resumo: A região do Matopiba (11 milhões de hectares em Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) avança na produção de grãos, hoje em torno de 33 milhões de toneladas, com previsão de chegar a 44 milhões em 2024, e é apresentada como motor para reposicionar o Nordeste no comércio internacional de commodities por meio de Suape. Dois desafios centrais emergem: déficit de armazenagem, com cerca de 40% da produção nacional sem espaço adequado (estimativas apontam que o país precisa investir R$ 148 bilhões para zerar o déficit); neste ano, 135 milhões de toneladas não têm lugar para guardar. Na logística, exportações do Matopiba seguem pelos portos de Itaqui (MA) e Aratu (BA), que enfrentam filas; em contraste, Suape oferece tempos de espera inferiores a 24 horas, reduzindo custos.