
Lucro da Camil atinge R$ 41,3 milhões no 2º trimestre fiscal de 2026 em meio à pressão do arroz
A Camil registrou lucro líquido de R$ 41,3 milhões no segundo trimestre fiscal de 2026, refletindo a pressão dos custos do arroz e a queda nos volumes comercializados. No mercado físico, a safra brasileira do grão atingiu 12,8 milhões de toneladas, enquanto instituições financeiras traçaram novos preços-alvo para as ações da companhia.
No dia 8 de outubro de 2026, a Camil reportou um lucro líquido de R$ 41,3 milhões referente ao seu segundo trimestre fiscal de 2026. Segundo as informações divulgadas, o desempenho financeiro foi impactado diretamente pela retração dos volumes comercializados e pela pressão dos preços das matérias-primas, especialmente do arroz. No dia seguinte, 9 de outubro, o BTG Pactual relatou o lucro líquido da companhia para o mesmo período em R$ 41 milhões.
O cenário físico do grão também teve dados atualizados em 9 de outubro. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontou que a produção brasileira de arroz na safra 2024/25 alcançou o volume de 12,8 milhões de toneladas. Na mesma data, o indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para o arroz em casca foi cotado a R$ 82,58, valor que representa uma queda de 0,28% no acumulado do mês de outubro de 2026.
No mercado de capitais, as ações da Camil (CAML3) receberam novas avaliações no dia 9 de outubro. O BTG Pactual estabeleceu um preço-alvo de R$ 9 para os papéis da empresa, projetado para um horizonte de 12 meses. Já o Itaú BBA definiu o preço-alvo das ações da companhia em R$ 7.




