
A Massey Ferguson, fabricante de máquinas agrícolas do grupo AGCO, aponta o Brasil como motor de crescimento na América Latina. Segundo a companhia, o país combina dois fatores decisivos: a necessidade de renovar a frota, que envelheceu nos últimos anos, e a expansão da produção para atender o aumento da área plantada e a conversão de pastagens para lavouras.
A projeção para o mercado nacional é de avanço de 3% a 4% nas vendas neste ano, apoiado por um portfólio que vai de tratores compactos a máquinas de altíssima potência. A empresa também confirmou que planeja, para 2026, o lançamento de três tratores e uma colheitadeira.
Contexto de mercado: a frota nacional ainda tem alta participação de equipamentos com idade média superior a 16 anos, o que mantém a pressão por modernização e ganho de eficiência no campo.
Durante a Agrishow, fabricantes apresentaram uma pluralidade de caminhos para descarbonizar as máquinas agrícolas — etanol, biometano, gás natural, hidrogênio, eletrificação e diesel renovável — em diferentes estágios de maturidade. A maior parte das soluções ainda é conceitual ou está em testes, com foco na durabilidade e na viabilidade operacional em condições de campo, não apenas na eficiência energética. A transição aparece como gradual e regionalizada, acompanhando a matriz energética de cada país. O etanol recebe destaque no Brasil pela proximidade com o setor sucroenergético e pela infraestrutura existente; a FPT Industrial desenvolve motores para etanol e ampliou investimentos na América Latina de R$ 130 milhões para R$ 250 milhões até 2028.
Além do mercado interno, o Brasil permanece como base relevante para as exportações do grupo. As máquinas produzidas no país são enviadas para destinos como Estados Unidos, México, países da África e da Ásia. A operação brasileira também participa da comercialização de tecnologias de precisão para outros mercados.
Para a indústria, a tecnologia vem sendo tratada como ferramenta para elevar a rentabilidade do produtor, melhorar a qualidade do trabalho no campo e gerar retorno em prazos mais curtos. Mesmo com investimentos ocorrendo abaixo do patamar considerado ideal, a renovação continua acontecendo de forma gradual, impulsionada por produtividade e redução de custos operacionais.
Indicador O que mostra Vendas projetadas Crescimento de 3% a 4% no mercado brasileiro neste ano Lançamentos previstos Três tratores e uma colheitadeira em 2026 Peso do Brasil Cerca de 12% das vendas globais do grupo Envelhecimento da frota Aproximadamente metade dos equipamentos com idade média acima de 16 anos
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