
O setor da fruticultura catarinense está comemorando um avanço significativo nas exportações de maçãs frescas. **As inspeções fitossanitárias**, que antes eram realizadas de forma descentralizada, agora ocorrem diretamente nos packing houses, unidades de beneficiamento e embalagem localizadas na origem da produção em Santa Catarina. Esta medida, adotada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), torna o processo mais eficiente.
A principal mudança é que as inspeções na origem permitem a emissão do Certificado Fitossanitário Internacional (CFI), essencial para a exportação, consolidando Santa Catarina como uma referência em qualidade e segurança alimentar no cenário nacional.
Uma reunião realizada no dia 20 de janeiro reafirmou a continuidade das inspeções na origem. O encontro contou com representantes do setor agrícola, incluindo membros da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) e da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM). Tal decisão estratégica visa projetar a exportação de aproximadamente 20 mil toneladas de maçãs para mais de dez países nesta safra.
Para o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, manter a inspeção na origem é crucial para a credibilidade internacional do produto catarinense. "A inspeção no ponto de origem garante que a fruta atenda a todas as exigências sanitárias dos países importadores, o que fortalece nossa competitividade global", comentou.
Segundo Antônio Marcos Pagani de Souza, esta conquista representa um marco para a fruticultura estadual. "O produto, certificado desde a origem, chega ao destino com mais agilidade e qualidade, beneficiando todos os envolvidos na cadeia produtiva", afirmou.
Santa Catarina mantém sua posição de liderança na produção nacional de maçãs, ao lado do Rio Grande do Sul, especialmente na região sul. Esta atividade, conhecida como pomicultura, é uma fonte vital de empregos e movimenta a economia local.
A decisão de realizar as inspeções na origem fortalece a imagem do estado como referência na exportação de frutas de alta qualidade, além de agregar valor à produção e melhorar a eficiência logística.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

Na reunião de planejamento para 2026, foram discutidas ações para melhorar a divulgação de políticas públicas e desenvolver o setor agropecuário. A parceria entre Emater e a Associação de Municípios é considerada crucial para o desenvolvimento regional, criando novas oportunidades e facilitando o acesso às políticas públicas. A Emater/RS-Ascar, com sua equipe qualificada, é vista como essencial para o suporte econômico e social nas áreas rurais, ajudando a combater o êxodo rural. A colaboração com a AMAU pretende fortalecer essas iniciativas, visando um desenvolvimento sustentável na região do Alto Uruguai.