
A Prefeitura de Cuiabá está intensificando os esforços na manutenção viária da capital, focando na operação de tapa-buracos para melhorar as condições das ruas e avenidas da cidade. Essa iniciativa, conduzida pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, começou no ano passado e continua ao longo de 2026, visando reduzir as deficiências no sistema viário local.
Conforme dados recentes, até a última segunda-feira (26), aproximadamente 5.200 buracos já foram tapados apenas em janeiro. Esse número representa um avanço significativo de cerca de 700 reparos em apenas uma semana de operação intensificada. A expectativa é que até o final do mês, mais de 6.500 buracos sejam solucionados.
"Apesar de várias equipes, a demanda é alta. Estamos trabalhando incansavelmente para resolvê-las e em breve aumentar o número de equipes específicas para tapa-buracos e desenvolver uma mega operação na cidade", destacou o secretário Municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira.
Na terça-feira (27), quatro equipes continuaram trabalhando em diferentes locais. Duas frentes estão concentradas na Avenida dos Trabalhadores, Terminal do CPA I, Avenida Jurumirim, além dos bairros CPA I, II, III e IV. O foco está especialmente nas linhas de ônibus e no bairro Primeiro de Março. Outra equipe está atuando na região dos Florais e na avenida principal do Jardim Itália, enquanto a quarta equipe realiza serviços no bairro Jardim Paraná.
Essa operação é contínua e estratégica, concentrando-se nos corredores de transporte coletivo e vias de maior fluxo para garantir mais segurança, mobilidade e qualidade de vida à população.
Cabe ressaltar que em 2025, durante os 12 meses de gestão, mais de 80 mil buracos foram recuperados em toda a cidade.
Uma lombada eletrônica no bairro Porto apresentou divergências no display, levando a ações rápidas pelas equipes de fiscalização da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública. O consórcio responsável foi acionado imediatamente e solucionou o problema.
De acordo com a empresa, a falha ocorreu no software que controla os LEDs do display do equipamento. Foi assegurado que não houve emissão de multas durante o período de irregularidade.
A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública informou que a cidade usa esses equipamentos eletrônicos há aproximadamente 12 anos e que essa foi a primeira ocorrência desse tipo. Todos os dispositivos têm laudos do Inmetro e são verificados anualmente.
A Prefeitura de Cuiabá reforça seu compromisso com a legalidade e transparência, adotando medidas corretivas sempre que necessário.

O avanço da produção de grãos nas novas fronteiras agrícolas brasileiras vêm revelando um novo desafio para o agronegócio: fazer com que a infraestrutura acompanhe o ritmo de crescimento das lavouras. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) mostram que estados como Rondônia, Maranhão, Pará e Tocantins registram alguns dos menores índices de cobertura de armazenagem do país, evidenciando que a expansão da produção tem ocorrido mais rapidamente do que os investimentos em silos e armazéns.

O descompasso entre a capacidade real de armazenagem e o volume total de grãos colhidos a cada ciclo consolidou-se como um dos principais fatores de instabilidade na comercialização agrícola nacional. O gargalo ganha contornos críticos no segundo semestre com o escoamento simultâneo do milho e do algodão.

O escoamento da safra brasileira de grãos neste ano coloca a infraestrutura portuária sob teste. Com a projeção da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) de que os embarques de soja devem romper a barreira das 100 milhões de toneladas este ano, a operação nos terminais deixou de ser uma questão de volume para se tornar uma corrida por eficiência e preservação de margens.

A VLI, companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais, passou a receber cargas agrícolas comercializadas na modalidade CIF diretamente em seus terminais. A iniciativa elimina uma barreira histórica para a integração entre os modais rodoviário e ferroviário, tornando mais simples e eficiente o escoamento de grãos pelo sistema multimodal.

O escoamento da safra brasileira de grãos neste ano coloca a infraestrutura portuária sob teste. Com a projeção da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) de que os embarques de soja devem romper a barreira das 100 milhões de toneladas este ano, a operação nos terminais deixou de ser uma questão de volume para se tornar uma corrida por eficiência e preservação de margens.