
As importações brasileiras de fertilizantes alcançaram um recorde histórico em 2025, somando 45,5 milhões de toneladas. Este volume supera o registrado em 2024, de 44,28 milhões de toneladas, marcando um aumento de 1,22 milhão de toneladas, correspondente a um crescimento de 2,68%.
Conforme detalhado no Boletim Logístico, divulgado em janeiro de 2026 pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), este avanço nas importações reflete um cenário promissor para a agricultura nacional. A crescente disposição dos produtores em ampliar as áreas plantadas e aumentar a produtividade média das lavouras são indicativos deste movimento positivo.
Mato Grosso, Paraná e São Paulo foram os estados brasileiros que mais se destacaram no consumo de fertilizantes, evidenciando seu papel de liderança na produção agrícola do país.
Estas cifras corroboram a robustez da cadeia de suprimento de insumos agrícolas no Brasil, sustentando expectativas otimistas para o crescimento contínuo da produção de grãos.
Ataques de fertilizantes pelas principais portas de entrada portuárias do Brasil reforçam essa estrutura de logística eficiente, essencial para o setor agrícola brasileiro.

A proibição da União Europeia a produtos brasileiros de carne bovina e mel entra em vigor em 3 de setembro, com base em alegações de monitoramento insuficiente de antimicrobianos. Exportações de carne e mel orgânico para o bloco registraram altas recentes, mas o cenário futuro torna-se incerto.
Após a expansão do ecossistema de inovação voltado ao agronegócio, o mercado de fusões e aquisições envolvendo agtechs caminha para uma etapa mais seletiva. Com investidores e compradores cada vez mais atentos à geração de valor, empresas capazes de comprovar resultados operacionais, escalabilidade e maturidade de gestão tendem a concentrar as oportunidades de negócios nos próximos anos. Nesse cenário, de acordo com Camila Perez, líder de M&A da Galapos, a expectativa é que 2026 seja marcado por operações mais qualificadas, com foco em ativos que combinem tecnologia validada, base de clientes consistente, governança madura e capacidade comprovada de gerar vantagem competitiva no campo.

Produzir mais, preservando os recursos naturais e reduzindo a vulnerabilidade às mudanças climáticas, deixou de ser apenas uma agenda ambiental para se tornar uma estratégia de sobrevivência no agronegócio. Essa necessidade acelerou a busca por sistemas produtivos mais resilientes.
Fundada em um pequeno kibbutz em Israel há 60 anos, a Netafim é pioneira e líder mundial em soluções para irrigação. Com atuação em mais de 110 países, chegou ao Brasil na década de 1990, com um portfólio completo de produtos e soluções inovadoras de irrigação por gotejamento, que visam contribuir com o eficiente uso da água, aumentando a produtividade na agricultura e trazendo mais tranquilidade ao produtor rural.
A construção de uma agricultura mais resiliente às mudanças climáticas e capaz de gerar valor para toda a cadeia produtiva passa, cada vez mais, pela atuação conjunta entre empresas, instituições financeiras e produtores rurais. Foi com esse objetivo que a BB Seguros sediou, na última semana, o encontro "Agricultura Regenerativa em Pauta: Valor, Métricas e Mercado", promovido pelo Consórcio Reg.IA, primeiro consórcio de agricultura regenerativa da América Latina, liderado pela Produzindo Certo, empresa que conecta produtores rurais a empresas comprometidas com a sustentabilidade.