
As importações brasileiras de fertilizantes alcançaram um recorde histórico em 2025, somando 45,5 milhões de toneladas. Este volume supera o registrado em 2024, de 44,28 milhões de toneladas, marcando um aumento de 1,22 milhão de toneladas, correspondente a um crescimento de 2,68%.
Conforme detalhado no Boletim Logístico, divulgado em janeiro de 2026 pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), este avanço nas importações reflete um cenário promissor para a agricultura nacional. A crescente disposição dos produtores em ampliar as áreas plantadas e aumentar a produtividade média das lavouras são indicativos deste movimento positivo.
Mato Grosso, Paraná e São Paulo foram os estados brasileiros que mais se destacaram no consumo de fertilizantes, evidenciando seu papel de liderança na produção agrícola do país.
Estas cifras corroboram a robustez da cadeia de suprimento de insumos agrícolas no Brasil, sustentando expectativas otimistas para o crescimento contínuo da produção de grãos.
Ataques de fertilizantes pelas principais portas de entrada portuárias do Brasil reforçam essa estrutura de logística eficiente, essencial para o setor agrícola brasileiro.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

A Gessulli Agrimídia marca presença na International Production & Processing Expo (IPPE), em Atlanta, reafirmando sua liderança na comunicação da avicultura brasileira. O evento é um dos maiores do setor global, apresentando inovações e tendências para a produção de aves. A Gessulli expande seu impacto com o Comunica 360, uma plataforma para integração e comunicação técnica no setor. A empresa também distribui anuários da revista Avicultura Industrial, abordando temas como sanidade animal, genética e inovação. Entrevistas com líderes de empresas como Boehringer Ingelheim e Plasson enriquecem a cobertura. Detalhes e conteúdos completos estão disponíveis nos canais da Gessulli.