
Chuvas favoráveis nos EUA pressionam futuros de soja em Chicago, mas prêmios firmes sustentam cotações no Brasil
As condições climáticas favoráveis e as chuvas nos Estados Unidos pressionaram em queda os contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago no início de agosto de 2026. No Brasil, a valorização dos prêmios de exportação e a demanda aquecida limitam o repasse das baixas e sustentam os preços no mercado físico.
As chuvas e as condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos reduziram as preocupações com o rendimento das lavouras e pressionaram em queda os contratos futuros de soja na CME Group (Bolsa de Chicago) no início de agosto de 2026.
O clima favorável e as chuvas benéficas no Cinturão Agrícola dos EUA diminuíram os riscos de quebra de safra e elevaram a expectativa de oferta global, afastando compradores de grandes volumes no curto prazo. As informações são do Cepea e da Agrimídia.
No mercado físico brasileiro, no entanto, as cotações da soja em grão e derivados encontram sustentação. A valorização dos prêmios de exportação nos portos, aliada à demanda aquecida tanto interna quanto externa, limita o repasse das baixas registradas em Chicago.
A alta dos prêmios de exportação, o aquecimento do consumo interno e o forte interesse de compradores internacionais por soja em grão e derivados mantêm os preços firmes no Brasil, segundo as mesmas fontes.




