
A Sadia Halal encerrou o segundo trimestre de 2026 com receita líquida de US$ 590 milhões, o que representou crescimento de 16,6%, segundo Miguel Gularte. No mesmo intervalo, a marca dobrou o Ebitda ajustado, que atingiu US$ 95 milhões. Os resultados referem-se ao mercado de carne de frango no Oriente Médio.
Em outra frente das exportações de carne, a Administração Geral de Aduanas da China (GACC) informou ter encontrado o medicamento veterinário imidocarb acima do limite permitido em carga de carne bovina da planta de Tacuarembó da MBRF, no Uruguai. A ocorrência é datada de 19 de maio de 2026 e foi relatada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca do Uruguai.
Em 6 de agosto de 2026, as autoridades sanitárias da China informaram a suspensão das importações de carne bovina sem osso produzida nessa unidade uruguaia. O comunicado do governo do Uruguai, de 7 de agosto de 2026, atribuiu a restrição à detecção de resíduos de imidocarb acima do limite permitido em embarque de carne bovina sem osso.
Ainda no comércio de carne bovina com a China, Gularte afirmou que há uma tarifa de 55% sobre a exportação brasileira quando a cota sem tarifa é preenchida.

A família Brelsford, em Des Moines, Iowa, mantém armazenagem própria com secador para toda a produção. As lavouras de milho no estado americano chegam a 500 sacas por hectare, enquanto juros e ritmo de plantio diferem do cenário brasileiro.

O Hortifrúti/Cepea estima que Vargem Grande do Sul (SP) acumule 50% da safra de inverno de batata colhida até o fim de agosto, com até 35% do volume concentrado no próprio mês. O rendimento médio em julho ficou em torno de 30 t/ha; para agosto, a expectativa é se aproximar de 40 t/ha.

A Abiec estima que os envios de carne bovina do Brasil às Filipinas fiquem entre 80 mil e 96 mil toneladas em 2026. No primeiro semestre, o volume chegou a 35,9 mil toneladas, com receita de US$ 162,4 milhões, enquanto a ABPA apontou alta de cerca de 15% no frango e de cerca de 30% nos suínos nesse mercado.

A Noruega não importará carnes e derivados do Brasil com certificados sanitários emitidos a partir de 3 de setembro de 2026, por falta de garantias sobre o não uso de antimicrobianos. Em 2025, o país comprou 279 toneladas de carne bovina brasileira, gerando US$ 3,8 milhões.

Até 10 de agosto de 2026, as importações chinesas de carne bovina in natura do Brasil chegaram a 995,4 mil toneladas, ou 90% da cota anual de 1,106 milhão de toneladas. Frigoríficos reduziram envios em julho, com faturamento em queda.