
O sorgo brasileiro segue conquistando espaço no mercado externo. Segundo a Abramilho, mais um navio carregado com o grão foi embarcado com destino à China nesta semana, reforçando o ritmo de exportações que a entidade acompanha de perto.
Para o ano em curso, a Abramilho estima que as exportações brasileiras de sorgo para a China possam alcançar a marca de 30 navios — uma projeção que reflete o otimismo do setor com a demanda asiática pelo produto nacional.
No âmbito da produção, os dados da Conab apontam crescimento de 20% na produção de sorgo no Brasil. O levantamento da companhia não especifica o período de referência, mas indica uma trajetória de expansão consistente da cultura no país.
Em recorte regional, o Maranhão se destaca com desempenho ainda mais expressivo: o estado registrou alta de 115% na produção de sorgo, segundo a mesma fonte. Por se tratar de recortes geográficos distintos — nacional e estadual —, os dois índices refletem dinâmicas próprias de cada localidade e não devem ser somados ou comparados diretamente.
A expansão simultânea da produção interna e das exportações posiciona o sorgo como uma das culturas em ascensão no agronegócio brasileiro. A Abramilho tem acompanhado e celebrado esse movimento, que aponta para uma maior diversificação da pauta exportadora de grãos do país.

A colheita do milho de segunda safra chegou a 84,7% da área cultivada no Brasil, segundo a CONAB. O avanço é desigual entre os estados, enquanto o modelo COSMO / INMET indica temperaturas elevadas e umidade relativa abaixo de 20% em trechos do Centro-Oeste nos próximos sete dias.

O Brasil destina corretamente mais de 90% das embalagens de defensivos agrícolas geradas anualmente, resultado de uma cadeia coordenada que envolve produtores, indústria, cooperativas e poder público. Desde o início das operações do Sistema Campo Limpo, em 2001, já foram encaminhadas adequadamente mais de 900 mil toneladas de embalagens em todo o país.

O arroz em casca no Rio Grande do Sul avançou em agosto no mercado físico. O Indicador Safras fechou a R$ 75,10 por saca na quinta-feira (13), com alta semanal de 3,98%. Na terça-feira (18), o Cepea/Irga-RS cotou R$ 75,96 a saca de 50 kg. As exportações gaúchas de janeiro a julho cresceram em valor e volume, apesar da retração em julho.

A receita com vendas de máquinas e implementos agrícolas no Brasil recuou 17,9% de janeiro a abril de 2026, para R$ 17,07 bilhões, segundo a Abimaq. No mesmo período, as exportações do setor cresceram 20,1% e somaram US$ 583 milhões.

Goiás estima redução de 30% na colheita da safrinha de milho 2025/26, o equivalente a quatro milhões de toneladas a menos. Em paralelo, a Conab aponta produção de 8,7 milhões de toneladas, com 80% da área já colhida.