
O governo da Estônia revelou um extenso plano para revitalizar o setor de suinocultura, severamente afetado pela Peste Suína Africana em 2025. A estratégia inclui a construção de seis novas granjas de suínos, com um investimento significativo.
De acordo com o Ministério da Agricultura da Estônia, a produção suína sofreu uma retração considerável após o abate de cerca de 62 mil suínos devido a 11 surtos da PSA em 2025. A consequência foi uma diminuição dramática na quantidade de animais e unidades produtivas, atingindo 141 granjas com aproximadamente 216,5 mil suínos até o final do ano.
A partir de 2026, projetos que buscam auxílio estatal para a construção de novas unidades produtivas poderão se inscrever no programa governamental, que é visto como essencial para reestruturar a cadeia de suinocultura.
Os efeitos da PSA também afetaram o abastecimento interno de carne suína. Priit Dreymann, do conselho da Maag Agro, destacou a queda da autossuficiência de 72% para 50%, agravando o cenário em que a indústria enfrenta dificuldades para atender à demanda doméstica.
Dreymann alertou que qualquer interrupção no comércio internacional poderia intensificar a escassez no mercado interno e impactar os preços ao consumidor.
Embora o governo tenha anunciado iniciativas para mitigar a crise, muitos representantes do setor questionam sua eficácia. Dreymann ressaltou que a PSA permanece ativa e, com a chegada do verão, existe a preocupação de um novo surto.
"Medidas mais robustas deveriam ter sido implementadas no verão passado", pontuou Dreymann.
A disseminação contínua do vírus entre os javalis é outra preocupação significativa. Conforme o Ministro da Agricultura, Johannes Terras, um em cada cinco javalis mortos nas florestas está infectado, o que demonstra a dificuldade das ações de controle realizadas em 2025.
O crescimento da PSA na fauna silvestre sublinha os desafios enfrentados pela suinocultura estoniana e a necessidade crucial de estratégias abrangentes envolvendo biosseguridade, controle da população de javalis e suporte ao setor produtivo.
As autoridades estonianas, portanto, estão focadas em implementar um sistema que promova a segurança biológica e aumente a resiliência do setor contra futuros surtos, mantendo a saúde dos rebanhos e a estabilidade do mercado interno.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

A fruticultura de Santa Catarina celebra uma melhora nas exportações de maçãs com a realização de inspeções fitossanitárias diretamente nos packing houses, fortalecendo a segurança e a credibilidade do produto. Essa decisão, fruto de uma parceria entre entidades como a Faesc e ABPM, garante conformidade sanitária e solidifica a competitividade do estado, consolidando-o como referência na produção de maçãs no Brasil. Além disso, a Reforma Tributária, em vigor a partir de 2026, trará mudanças significativas para os produtores, como a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), demandando adaptação e planejamento tributário. A implementação da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico são outras inovações que prometem simplificar processos fiscais e melhorar a identificação dos produtores.