
O agricultor Pedro Foresto Crispim, da Fazenda Bela, em Goiatins (TO), conquistou a primeira colocação da região Norte na 18ª edição do Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB). Com uma produtividade de 136,64 sacas por hectare, o produtor registrou um dos principais resultados da safra 2025/2026, evidenciando o potencial produtivo da região e a importância do planejamento agronômico para a construção de altas produtividades.
O Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja, ocorre entre os dias 07 e 08 de julho em Indaiatuba-SP e reconhece anualmente agricultores de diferentes regiões do país que se destacam pelo elevado desempenho de suas lavouras, contribuindo para a evolução técnica da sojicultura brasileira.
Cuidados de manejo
Para o agricultor campeão, o reconhecimento é resultado de acompanhamento técnico, monitoramento constante da lavoura e uma estratégia voltada para preservar o potencial produtivo da cultura em uma região marcada por desafios climáticos e fitossanitários. Um dos destaques do manejo é o controle de pragas e doenças que podem reduzir a produtividade da soja.
Na área campeã, houve um acompanhamento contínuo da incidência de fungos que podem causar doenças como a ferrugem asiática e a cercospora. Por isso, foi realizada a aplicação de fungicidas para proporcionar maior sanidade das folhas. Neste contexto, as tecnologias Blavity® e Belyan® são aliadas dos agricultores para evitar que as doenças causem perdas nas lavouras.
O controle de pragas também foi fundamental para o sucesso da área premiada, com a aplicação da solução Pirate®, que atua sobre um amplo espectro de lagartas que podem atacar o cultivo.
“Em parceria com a equipe da BASF, desenvolvemos uma estratégia muito criteriosa para a proteção das plantas e tudo isso nos deu segurança de que havia potencial para alcançar esse nível de resultado”, afirma o campeão da região Norte.
Pedro também ressalta o agradecimento para os envolvidos na condução da área. “Eu gosto muito de trazer tanto a responsabilidade quanto os frutos para a equipe. Desde o time de plantio até a ponta comercial, todos fazem parte desse resultado. Faço questão de citar o nome da minha equipe técnica, do Luiz Gabriel, do Luiz Henrique e do Ângelo, que hoje estão na gestão da fazenda, além de todos os outros meninos que temos na operação.”
Sistema produtivo da soja
Para Rafael Vicentini, diretor de Marketing de Sistemas de Cultivo Soja no Brasil da BASF Soluções para Agricultura, os resultados reforçam como o manejo integrado da lavoura continua sendo determinante para altas produtividades.
“Os números desta edição mostram a evolução constante do agricultor brasileiro em planejamento, acompanhamento técnico e tomada de decisão no campo. Esse avanço é resultado não apenas da experiência acumulada nas propriedades, mas também da troca de conhecimento entre agricultores, consultores, pesquisadores e empresas do setor. A produtividade é construída ao longo de toda a safra, com estratégias adaptadas à realidade de cada área”, afirma.
Graciela Mognol, diretora de Marketing da BASF Soluções para Agricultura, acrescenta que a visão sobre o sistema produtivo é fundamental para entender a realidade do agricultor. “Após a soja, o agricultor também vai buscar um alto patamar de produtividade para o cultivo subsequente. A visão integrada sobre o manejo de uma cultura também deve considerar o cultivo seguinte, garantindo uma área com boa fitossanidade para dar continuidade ao legado da propriedade por mais uma safra”, finaliza.
O Desafio de Produtividade do CESB contribui há mais de uma década para o avanço da sojicultura brasileira, e a BASF está entre as principais parceiras da iniciativa. Há 15 edições a empresa sobe no pódio junto com agricultores campeões, reforçando seu compromisso com a inovação no campo. Esse compromisso se traduz em investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento para apoiar agricultores diante dos desafios do campo. Somente em 2025, os investimentos globais da BASF em Pesquisa e Desenvolvimento para o segmento de Soluções para Agricultura somaram aproximadamente 1 bilhão de euros.
Com a convicção de que os melhores resultados são alcançados quando diferentes tecnologias atuam de forma integrada, a BASF oferece um portfólio voltado para todo o sistema de cultivo da soja. A companhia reúne soluções em genética, tratamento de sementes, proteção de cultivos e agricultura digital, apoiando os produtores na construção de estratégias de manejo adaptadas às diferentes realidades do campo e contribuindo para uma produção cada vez mais eficiente e sustentável.
BASF na Agricultura. Juntos pelo seu Legado.
ATENÇÃO: este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Uso agrícola. Venda sob receituário agronômico. Consulte sempre um agrônomo. Informe-se e realize o manejo integrado de pragas. Descarte corretamente as embalagens e os restos dos produtos. Leia atentamente e siga as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita. Utilize os equipamentos de proteção individual.
Sobre BASF Soluções para Agricultura
Tudo o que fazemos, fazemos por amor à agricultura. A agricultura é fundamental para fornecer alimentos suficientes e acessíveis para uma população em rápido crescimento, ao mesmo tempo que reduz os impactos ambientais. É por isso que trabalhamos com parceiros e especialistas para integrar nossos compromissos de sustentabilidade em todas as decisões de negócio. Com € 990 milhões em 2025, investimos em uma sólida estrutura de P&D e no desenvolvimento de soluções para os diversos sistemas produtivos. Conectamos sementes e biotecnologias, soluções de proteção de cultivos, ferramentas digitais e iniciativas de sustentabilidade com o objetivo de contribuir com agricultores, agricultoras e outros elos da cadeia produtiva para que tenham os melhores resultados. Em 2025, nosso negócio gerou vendas de €9,6 bilhões. Para mais informações, visite www.agriculture.basf.com ou nossos canais nas redes sociais

A Embrapa anunciou o lançamento do projeto Do risco à decisão, com o objetivo de fortalecer o monitoramento de riscos climáticos na agricultura para que os produtores possam se prevenir contra problemas como geadas e secas que afetam a produtividade. O programa terá início em julho, duração de 48 meses e reunirá uma rede de 39 pesquisadores e analistas da estatal, sob a liderança da Embrapa Agropecuária Oeste. O foco inclui culturas estratégicas como soja, milho e trigo, além de arroz, feijão (comum e caupi), mandioca e frutíferas de clima temperado (uva e maçã). Entre os principais fatores de risco a serem analisados estão geadas e seca. O objetivo é transformar dados climáticos em informações acionáveis para orientar decisões de manejo e prevenção no campo. O texto também menciona conteúdos relacionados sobre El Niño e seus impactos no agronegócio brasileiro, ressaltando a importância de acompanhar variações climáticas para a produção nacional.

Resumo: A safra de milho do Brasil deve superar a soja como principal cultivo do país, impulsionada pela expansão da indústria de etanol de milho, segundo Paulo Bertolini, presidente da Abramilho, em Brasília. A Conab, em abril, projetou soja em 179,2 milhões de toneladas para a safra 2025/26 e milho total (em três safras) em 139,6 milhões de toneladas. Mato Grosso já vê o milho à frente, enquanto o Paraná, segundo maior produtor, está a dois a três anos de ultrapassar a soja. Bertolini ressaltou o potencial do milho por ser cultivado em três safras no país e a possibilidade de gerar mais renda para o produtor com essa diversificação. O etanol de milho avançou nos últimos anos, trazendo ganhos a um setor historicamente dominado pela cana-de-açúcar. No âmbito financeiro, Bank of America e Santander enxergam viés de alta para soja e milho, sem ignorar o El Niño, em um ambiente que favorece investimentos. Além disso, o sorgo ganha tração: há demanda chinesa, com três empresas exportando hoje e mais de 100 na fila para liberar vendas ao exterior; a Conab estima alta de sorgo para 7,48 milhões de toneladas na temporada atual. Em janeiro, as exportações de sorgo para a China atingiram 25.800 toneladas, e o embaixador chinês no Brasil, Zhu Qingqiao, afirmou que as exportações devem crescer gradualmente.

Resumo: O mercado ainda observa atraso na decisão dos produtores, mas a expectativa é de equilíbrio entre oferta e demanda no ciclo 2026/27, diferente de 2025. Embora a expansão da área de cultivo tenha desacelerado, há potencial de crescimento no Brasil, especialmente em pastagens, dependente de demanda, rentabilidade e cenário geopolítico.
Resumo: A queda dos preços da soja, impulsionada pela oferta elevada e pelo endividamento no campo, combinada com as incertezas provocadas pela guerra no Oriente Médio, tem diminuído o ânimo dos agricultores para a próxima safra, mesmo após uma produção recorde no Brasil no ciclo 2025/26. O setor permanece cauteloso, ajustando planos de plantio diante desse cenário macroeconômico. Em nível regional, a Argentina busca manter embarques do grão para a UE após a rejeição da Holanda, sinalizando tensões logísticas que podem impactar os mercados.

Cultura avança como solução eficiente diante de custos elevados, riscos climáticos e busca por maior previsibilidade no campo