
Iowa, um dos principais estados produtores de aves nos Estados Unidos, confirmou o primeiro caso de influenza aviária altamente patogênica (IAAP) em 2026. O surto foi detectado em um rebanho de galinhas caipiras e faisões de caça no condado de Kossuth. Este surto alarmante foi informado pelo Departamento de Agricultura e Administração de Terras de Iowa.
A doença é causada pela cepa H5N1, conhecida por sua alta contagiosidade entre aves domésticas e silvestres, podendo levar a perdas severas na produção de carne e ovos. Desde que o surto começou em 2022, mais de 186 milhões de aves nos EUA já foram afetadas, de acordo com dados do Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal (APHIS), uma divisão do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Somente em janeiro de 2026, mais de 1,1 milhão de aves foram atingidas, especialmente em Minnesota e Kansas.
Além de Iowa, a APHIS confirmou nesta semana dois novos focos da doença em granjas comerciais: uma produção de frangos de corte no condado de Kent, Delaware, e uma unidade de reprodução em Walker, Geórgia.
A influenza aviária é uma preocupação constante para produtores e autoridades, pois sua rápida disseminação pode levar ao abate preventivo de grandes lotes de aves. Isso impacta significativamente os preços de carne e ovos, assim como as exportações. Iowa, como um dos maiores produtores de aves do país, sente fortemente o impacto econômico do surto.
O USDA destaca que a detecção precoce, isolamento efetivo das aves doentes e medidas rigorosas de biossegurança são essenciais para conter a doença. Recomenda-se o monitoramento constante das granjas, restrição de acesso de pessoas e veículos, e comunicação imediata em casos de suspeita ou confirmação de infecção.
A preocupação não se limita apenas ao ambiente local. A IAAP também desperta temores no comércio internacional, uma vez que países importadores podem impor restrições temporárias às compras de carne e ovos provenientes de regiões afetadas.
O caso em Iowa marca o início de um novo ciclo de vigilância em 2026, exigindo atenção máxima de produtores e autoridades. Especialistas destacam que a velocidade da resposta é crucial para conter os impactos no mercado de aves, tanto doméstico quanto global.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

A fruticultura de Santa Catarina celebra uma melhora nas exportações de maçãs com a realização de inspeções fitossanitárias diretamente nos packing houses, fortalecendo a segurança e a credibilidade do produto. Essa decisão, fruto de uma parceria entre entidades como a Faesc e ABPM, garante conformidade sanitária e solidifica a competitividade do estado, consolidando-o como referência na produção de maçãs no Brasil. Além disso, a Reforma Tributária, em vigor a partir de 2026, trará mudanças significativas para os produtores, como a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), demandando adaptação e planejamento tributário. A implementação da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico são outras inovações que prometem simplificar processos fiscais e melhorar a identificação dos produtores.