
Data de Publicação: 26/01/2026
Os contratos futuros alcançaram ganhos moderados ao longo do pregão, fechando a semana em alta na Bolsa de Chicago. Este desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelo aumento da demanda internacional e condições climáticas favoráveis na América do Sul.
De acordo com a análise da TF Agroeconômica, o crescimento observado reflete uma melhoria significativa nas vendas externas norte-americanas durante o atual ano comercial. Além disso, a alta foi apoiada por ajustes realizados no cenário de produção e câmbio, destacando a adaptação dos mercados às novas condições econômicas.
O fortalecimento dos contratos futuros evidencia uma recuperação e uma expectativa otimista no mercado financeiro, com investidores observando atentamente os desdobramentos do mercado internacional que influenciam a dinâmica das exportações.
Para os próximos períodos, as projeções indicam que, se mantidos o mesmo ritmo de crescimento da demanda internacional e as condições climáticas, poderá haver uma continuidade nos ganhos. Especialistas sugerem que a atenção deve se voltar para eventuais variações climáticas e políticas de exportação que podem impactar os resultados futuros.
Com um olhar direcionado ao cenário macroeconômico, os investidores seguem atentos às movimentações de mercado que possam influenciar os contratos futuros, garantindo um ambiente de incertezas e oportunidades para o fechamento de novos acordos e ajustes no setor financeiro.
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A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.