
A Meta, TikTok e YouTube enfrentam uma análise minuciosa no Tribunal Superior da Califórnia em Los Angeles, após serem acusadas de contribuir para uma crise de saúde mental entre jovens. A questão central gira em torno de K.G.M., uma jovem de 19 anos que alega ter desenvolvido vício nas plataformas dessas empresas devido a designs cativantes e potencialmente prejudiciais.
K.G.M. afirma que esses aplicativos intensificaram sua depressão e pensamentos suicidas, além dela ter sido alvo de bullying e extorsão. Agora, ela busca responsabilizar judicialmente as empresas pelas consequências em sua saúde mental. A seleção do júri para o caso teve início no dia 27 de setembro.
Este processo é o primeiro de uma série planejada que aborda o "vício em mídia social" entre crianças, conforme indicado pelos autores. Pela primeira vez, gigantes da tecnologia serão pressionados a responder em tribunal sobre os danos que suas plataformas alegadamente causaram. O advogado de K.G.M., Matthew Bergman, destaca que as empresas estarão sujeitas a um escrutínio mais intenso do que em audiências no Congresso.
A decisão do júri será crucial para determinar se as empresas foram negligentes ao oferecer produtos que afetaram de maneira adversa a saúde mental de K.G.M. O júri também avaliará se o uso dos aplicativos foi um fator significativo em sua depressão, comparando com outras potenciais causas, como conteúdos de terceiros ou questões de sua vida offline.
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, está programado para testemunhar. A Meta argumenta que seus produtos não são os responsáveis pelos problemas de K.G.M. A par disso, Evan Spiegel, CEO do Snapchat, deve também participar do julgamento como réu, embora a empresa já tenha concordado anteriormente em resolver a ação judicial.
O YouTube planeja argumentar que suas plataformas são substancialmente diferentes de outras mídias sociais como Instagram e TikTok, não devendo ser generalizadas neste contexto. Por outro lado, o TikTok não divulgou suas estratégias e argumentos para o tribunal.
O processo movido por K.G.M. demanda compensações financeiras, mas o valor não foi especificado. Um componente chave do caso refere-se a uma lei federal que, em grande medida, exime plataformas como Instagram e TikTok de responsabilidade legal sobre conteúdos publicados por seus usuários.
Coincidindo com o início das audiências, essas empresas de tecnologia estão envolvidas em um esforço nacional para demonstrar que seus produtos são seguros para adolescentes. Elas lançaram ferramentas que prometem dar mais controle aos pais sobre o uso das plataformas por seus filhos e têm investido substancialmente para promover esses recursos de segurança.

No dia 6 de agosto de 2026, de 14h às 18h, entidades promoveram em Natal o evento 'Minerais Críticos para o Rio Grande do Norte', com foco em industrialização e valor agregado a recursos estratégicos. Líderes destacaram a importância dos minerais críticos e o potencial do tungstênio no Seridó.

As recentes decisões da Justiça sobre a recuperação de créditos de PIS e Cofins têm chamado a atenção de empresas do agronegócio. O entendimento, que ganhou força após as mudanças promovidas pela Lei Complementar 224/2025, pode representar uma oportunidade para produtores rurais, cooperativas e agroindústrias revisarem sua estratégia tributária e recuperarem valores pagos indevidamente.
A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) através do seu Programa Estadual de Certificação Fitossanitária e do Programa Estadual de Exportação de Produtos de Origem Vegetais, deu início nesta terça-feira, 21 de julho, a uma série de reuniões que têm como objetivo, abordar junto a Responsáveis Técnicos (RT’s) habilitados para a emissão de Certificado Fitossanitário de Origem e do Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFO/CFOC), as novas diretrizes do Sistema Nacional de Certificação Fitossanitária de Origem, o SINFITO. Até o dia 6 de agosto, engenheiros agrônomos percorrem o Estado para finalizar a série de sete encontros.
Com o início da fiscalização das novas regras de preços de transferência (Lei nº 14.596/23), especialistas apontam que a Receita Federal deve priorizar dois segmentos nos próximos meses: o setor de commodities (devido à nova obrigatoriedade do RTC mensal) e subsidiárias de risco limitado que operam com prejuízos recorrentes no Brasil.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.