
Senador Jayme Campos levanta questão sobre dívida acumulada em impostos pelo ex-governador do estado, Blairo Maggi, figura notória do agronegócio brasileiro.
O ex-governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, possui uma dívida bilionária referente ao não reconhecimento de impostos estaduais, segundo acusações do Senador Jayme Campos. Maggi, identificado como um dos barões do agro, teria uma dívida estimada em 2 bilhões de reais aos cofres do estado.
Em declaração polêmica, o senador destacou sua intenção de, caso eleja-se governador, agir contra a medida judicial que atualmente impede o pagamento desses tributos. "Se eu for governador, vou atrás dessa liminar, vamos cassar essa liminar. Você, Blairo Maggi, terá que pagar ao estado de Mato Grosso," afirmou Campos, enfatizando sua determinação em combater o que chamou de "máfia".
O caso levanta questões sobre a relação entre o poder público e grandes empresários do agronegócio, um setor crucial para a economia de Mato Grosso. A taxa FETHAB (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) é uma contribuição obrigatória para produtores rurais, voltada para investimentos em infraestrutura estadual.
Com a polêmica em curso, o possível desfecho poderá impactar significativamente as finanças do estado e marcar a pauta política futura. A busca por uma solução que combine justiça fiscal e crescimento econômico continua no centro das discussões.
Esta situação ressalta a importância do monitoramento preciso e da aplicação justa das leis fiscais, essenciais para a sustentação econômica e social do estado.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

A fruticultura de Santa Catarina celebra uma melhora nas exportações de maçãs com a realização de inspeções fitossanitárias diretamente nos packing houses, fortalecendo a segurança e a credibilidade do produto. Essa decisão, fruto de uma parceria entre entidades como a Faesc e ABPM, garante conformidade sanitária e solidifica a competitividade do estado, consolidando-o como referência na produção de maçãs no Brasil. Além disso, a Reforma Tributária, em vigor a partir de 2026, trará mudanças significativas para os produtores, como a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), demandando adaptação e planejamento tributário. A implementação da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico são outras inovações que prometem simplificar processos fiscais e melhorar a identificação dos produtores.