
Uma tecnologia revolucionária desenvolvida pelo Instituto de Tecnologia Canavieira (ITC) em Piracicaba (SP) está transformando o setor sucroenergético. Com um efeito projetado de até R$ 9 milhões anuais em crescimento médio no EBITDA, o sistema inaugura um novo patamar de eficiência industrial em usinas.
O novo sistema integra sensores de última geração com inteligência artificial para monitorar em tempo real processos industriais críticos, incluindo moenda, fermentação, produção de biogás e transformação de açúcar. Em uma usina padrão, que processa 3,8 milhões de toneladas de cana a cada colheita, são obtidos ganhos médios de R$ 3,07 por tonelada sem necessidade de alteração na equipe ou estrutura operacional.
Simulações e implantações práticas demonstram que a tecnologia oferece incrementos médios de 0,5% nem extração e fermentação, variando de acordo com características individuais das usinas. Além disso, a redução de dois milhões de metros cúbicos de água usada por safra traduz-se em economia significativa e melhor gestão de recursos. O retorno sobre o investimento é garantido já no primeiro ano de operação.
"O retorno advém tanto da eficiência aumentada quanto das perdas evitadas, com a inteligência artificial antecipando desvios e minimizando desperdícios", destaca Jaime Finguerut, engenheiro químico e diretor técnico da ITC.
Denominado MM.IA (Monitoring Mills com Inteligência Artificial), o sistema está aguardando patente e faz uso de sensores baseados em espectroscopia de infravermelho próximo (NIR on-line) combinados com algoritmos de aprendizado de máquina. Esta tecnologia interpreta variáveis industriais automaticamente e ajusta os processos de acordo com a qualidade da cana, relevante para parâmetros como o conteúdo de fibra, brix, pol e impurezas.
A Usina São Manoel, em São Manuel (SP), foi a primeira a adotar integralmente este sistema. Durante a safra 2024/25, processou cerca de 4 milhões de toneladas de cana, alcançando um aumento de 127% no lucro líquido em comparação com o período anterior. O sucesso foi resultado do aumento no rendimento por tonelada, diminuição dos custos operacionais e controle energético aprimorado.
Além da eficiência, a implementação de IA proporcionou melhorias operacionais significativas, como maior estabilidade, previsão de falhas e planejamento melhorado para manutenções preventivas. "A tecnologia potencializa a equipe ao prever desafios e direcionar ações antes que perdas ocorram", afirma Wokimar Teixeira Garcia, especialista em espectroscopia vibracional.
O diferencial do sistema MM.IA está na calibração dos sensores NIR diretamente na linha de produção, permitindo medidas contínuas de mais de 40 parâmetros. Isso possibilita o fornecimento de dados para um sistema de IA personalizado, integrando-o ao histórico operacional da usina.
Com as perspectivas de preços mais baixos para a próxima safra, maior concorrência do etanol de milho e o avanço dos veículos elétricos, a eficiência industrial se torna fundamental para a sustentabilidade das usinas. "Neste novo ciclo, é essencial aumentar consistentemente a eficiência para garantir a viabilidade econômica das operações", conclui Finguerut.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando ensaios para avaliar materiais de EPIs agrícolas, liderados pelo IAC-Quepia em colaboração com a cientista Anugrah Shaw. Os testes realizados no CEA, em Jundiaí, visam subsidiar a atualização da norma ISO 27065, garantindo maior segurança. Hamilton Ramos, coordenador do programa, destaca que as pesquisas analisam a resistência e durabilidade de aproximadamente 40 materiais impermeáveis, com o objetivo de validar e ampliar conhecimentos sobre EPIs agrícolas. O IAC-Quepia é referência internacional em segurança no agronegócio, e suas pesquisas são essenciais para revisões normativas e para garantir a proteção dos trabalhadores rurais.

Pesquisadores do Brasil e dos EUA estão realizando testes com materiais de EPIs agrícolas no IAC para revisões na norma ISO 27065, focando em resistência e durabilidade. Liderado pelo programa IAC-Quepia, em colaboração com a Universidade de Maryland Eastern Shore, o estudo analisa cerca de 40 materiais para garantir segurança no uso de agroquímicos. O projeto busca validar dados anteriores e fortalecer a liderança do Brasil em pesquisas de segurança no agronegócio. Enquanto isso, a Reforma Tributária prevê mudanças fiscais para o setor a partir de 2026, incluindo a introdução do IBS e CBS e a simplificação através da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico, visando melhor planejamento e competitividade para produtores rurais.

A Rawer, empresa de alimentação animal, surgiu de uma inquietação de Keila Bezi sobre a qualidade dos alimentos para pets. Após deixar seu emprego em uma clínica veterinária, Bezi iniciou a produção de alimentos naturais para animais na cozinha de sua mãe com um investimento inicial modesto. O negócio cresceu rapidamente, passando de um projeto artesanal a uma planta industrial em Mar del Plata, tendo sido finalista na competição Naves do IAE no final de 2022. A empresa, que enfatiza o bem-estar animal, enfrenta desafios logísticos devido à natureza perecível dos seus produtos, vendidos principalmente via e-commerce e em uma rede de clínicas veterinárias. Em 2026, planejam lançar dietas específicas para patologias animais e expandir a operação para Rosário, com a visão de desafiar o sistema tradicional falho e promover a mudança cultural na alimentação de pets.

No artigo, destaca-se a evolução das agrorevendas no Brasil, que passaram de pontos simples de venda para centros de curadoria tecnológica. Cada vez mais conectadas, elas enfrentam transformações significativas, migrando das tradicionais relações pessoais para um cenário digital, onde o WhatsApp e as redes sociais despontam como ferramentas essenciais. A necessidade de manter a confiança e os vínculos pessoais, agora formalizados, é essencial em um ambiente onde o suporte técnico e a informação de qualidade se tornam diferenciais decisivos para os produtores rurais. A intermediação entre oferta tecnológica e as demandas do campo é vital para o sucesso e a continuidade dessas relações.

A busca com inteligência artificial está transformando radicalmente o panorama da internet, alterando como marcas são descobertas e avaliadas. Ao invés de simples posições de ranking, a visibilidade agora depende da inclusão em respostas geradas por IA. Com o foco na recuperação de informações, a qualidade do conteúdo é avaliada em nível de fragmento, privilegiando clareza e concisão. A mídia conquistada ganha destaque em consultas de consideração, enquanto estratégias de GEO medem a eficácia em se obter visibilidade. É imperativo melhorar a estrutura e representação do conteúdo para otimizar sua citação em respostas generativas, ajustando as práticas de SEO para se alinhar com as novas exigências impostas por sistemas de inteligência artificial.