
O Banco de Brasília (BRB) reafirmou, por meio de uma nota oficial divulgada recentemente, sua capacidade operacional de cumprir todos os compromissos firmados, mesmo após os desdobramentos da tentativa de aquisição do Banco Master. A instituição financeira destacou que não há risco para a gestão dos depósitos judiciais sob sua responsabilidade.
Segundo o comunicado, o BRB mantém uma posição sólida, tanto em termos de liquidez quanto em operações, garantindo o cumprimento contínuo das obrigações contratuais e regulatórias. A instituição reforçou que as investigações atuais sobre operações específicas vêm sendo realizadas com total transparência, sem impactar o funcionamento normal das suas atividades, incluindo o serviço de pix judicial.
O BRB esclareceu que o pix judicial não caracteriza um produto financeiro, mas sim uma tecnologia de pagamento que facilita a transferência imediata de valores, após autorização judicial, sem alterar a natureza jurídica dos recursos. Atualmente, esse sistema é utilizado pelos Tribunais de Justiça do Distrito Federal, Bahia, Alagoas, Paraíba e Maranhão.
É importante enfatizar que os depósitos judiciais administrados pelo BRB não fazem parte do ativo do banco. Esses recursos permanecem sob custódia judicial, atuando como garantias determinadas por ordens judiciais e não apresentam ligação direta com a estabilidade financeira do BRB.
Diante do cenário de quase R$ 30 bilhões em depósitos judiciais sob gestão do BRB, alguns tribunais manifestaram preocupação quanto à possível influência da crise sobre as verbas das cortes estaduais. No entanto, a instituição reitera sua capacidade de honrar os compromissos contratuais relacionados aos tribunais.
Transparência e SustentabilidadeO BRB sublinhou que a manutenção da transparência e o compromisso com os padrões regulatórios são fundamentais para garantir a continuidade dos seus serviços e tranquilizar os parceiros e clientes sobre a sustentabilidade de suas operações.
Por fim, o banco reforça que cada passo tomado será comunicado de forma clara e precisa, garantindo que todos os envolvidos estejam cientes do progresso e das soluções adotadas para assegurar o pleno funcionamento dos serviços que dependem da instituição.

A preferência chinesa pela soja brasileira é sustentada por uma relação de preços favoráveis, apesar das pressões no mercado interno devido ao câmbio valorizado e avanço da colheita. Segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, os preços voltaram a mínimas, aumentando a dependência da demanda externa para o escoamento da produção nacional. O acesso a esse conteúdo é exclusivo para usuários cadastrados no Agrolink.

O IPCA-15 subiu 0,20% em janeiro, ligeiramente inferior à alta de 0,25% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula aumento de 4,50%. Habitação e Transportes caíram, enquanto Saúde e cuidados pessoais lideraram o aumento com alta de 0,81%. Alimentação e bebidas aceleraram, com alta influenciada por tomates e batata-inglesa. Embora passagens aéreas e transporte urbano tenham caído em Transportes, combustíveis subiram 1,25%.

O setor de lácteos da Argentina, em 2025, alcançou seu melhor desempenho externo em 12 anos, graças à modernização da cadeia produtiva e condições de mercado favoráveis. O país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando US$ 1,69 bilhão, um aumento de 11% em volume e 20% em valor em relação ao ano anterior. O volume exportado representou 27% da produção nacional, que atingiu 11,618 bilhões de litros, o maior da década. O leite em pó integral liderou as exportações, com o Brasil como principal parceiro. A expansão do setor leiteiro integra um crescimento mais amplo do agronegócio argentino.

A soja teve queda nos preços no Paraná e em Paranaguá, com desvalorizações de 1,12% e 2,18%, respectivamente. No interior do Paraná, a saca é cotada a R$ 119,83, enquanto no litoral chega a R$ 124,76. Em contraste, o trigo presenta reajustes para cima, com aumentos de 0,13% no Paraná (R$ 1.176,36 por tonelada) e 0,31% no Rio Grande do Sul (R$ 1.057,34 por tonelada). A padronização da saca em 60 kg facilita a comercialização e monitoramento de preços.

As importações brasileiras de fertilizantes atingiram um recorde histórico de 45,5 milhões de toneladas em 2025, superando o total de 44,28 milhões de toneladas em 2024, conforme o Boletim Logístico divulgado pela Conab. Esse aumento de 2,68% destaca a confiança do setor agrícola no Brasil, com Mato Grosso, Paraná e São Paulo liderando o consumo. O crescimento nas importações apoia o planejamento para expansão da área plantada e melhorias na produtividade, reforçando a robustez da cadeia de suprimentos agrícolas no país.