
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) anunciou na última terça-feira o lançamento do Programa Regulariza Rural Tangará, com o objetivo de promover a regularização ambiental gratuita de 1.300 propriedades rurais em Tangará da Serra. O programa deverá ser concluído em um período de 10 meses e abrangerá áreas de até 320 hectares, o equivalente a 4 módulos fiscais na região.
A iniciativa é financiada por um montante de R$ 1,8 milhão através de uma colaboração entre o Governo de Mato Grosso, o Serviço Florestal Brasileiro e o Banco Alemão KFW. A execução está a cargo do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), com apoio da Prefeitura Municipal de Tangará da Serra, Sindicato Rural, Instituto Produzir, Conservar e Incluir (PCI), REM, Secretaria de Estado de Agricultura Familiar, Embrapa e Empaer.
Cerca de 300 produtores locais participaram da cerimônia de abertura para se inteirar sobre o programa e as condições de adesão. O vice-governador Otaviano Pivetta prestigiou o evento e ressaltou o compromisso do governo na harmonização entre produção e conservação ambiental.
"Queremos que todos os produtores que queiram trabalhar possam fazer respeitando o Código Florestal Brasileiro", afirmou Pivetta.
Segundo Mauren Lazzaretti, secretária de Estado de Meio Ambiente, o Regulariza Rural Tangará proporcionará suporte técnico qualificado para a produção de cadastros ambientais rurais, através de uma empresa equipada e habilitada que utilizará as informações do órgão ambiental. Em casos de passivos ambientais, orientações para o Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas serão disponibilizadas, assegurando acesso ao crédito e segurança jurídica aos produtores.
O prefeito de Tangará da Serra, Vander Masson, destacou a contribuição do programa para a preservação dos recursos hídricos, reforçando o papel da cidade como referência em produção sustentável.
"A recuperação é extremamente importante para o fornecimento de água no município", afirmou Masson.
Maria Salete Souza, produtora da Comunidade Bezerro Vermelho, expressou sua satisfação com o recebimento do Cadastro Ambiental Rural. Ela cultiva colorau, açafrão e mandioca, e está otimista em continuar sua produção de forma responsável.
Romeu Ciochetta, presidente do Sindicato Rural de Tangará da Serra, classificou a inauguração do programa como uma "virada de chave", vislumbrando uma diversificação econômica para a região.
Luciane Bertinatto, secretária-adjunta de Gestão Ambiental da Sema, assinalou que o Regulariza Rural Tangará dá sequência a um trabalho de regularização iniciado em fevereiro do ano passado, graças a um acordo de cooperação técnica com o município, Sindicato Rural e outras entidades.
"Mostramos que é possível promover a regularização com a união de esforços", declarou Bertinatto.
O evento contou com a presença do deputado estadual Dr. João, do presidente da Câmara Municipal Edmilson Porfírio e de Richard Smith, diretor do Instituto PCI, além de outras autoridades.
Com o Regulariza Rural Tangará, Mato Grosso reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e a preservação ambiental, fortalecendo a produção agrícola local através de medidas que respeitam a legislação ambiental.

Sumário: Em entrevista realizada durante um dia de campo na lavoura de milho safrinha, Fábio Christovam, da RouteLife & AgroShield Seguros, explica como o seguro agrícola funciona como ferramenta de estabilidade para produtores. O destaque é o planejamento antecipado para entrar na fila da subvenção governamental federal e estadual, que reduz o custo da proteção. Mesmo quem já foi plantado pode contratar, mediante avaliação técnica, com a vantagem da cobertura de replantio caso haja atraso na emergência das plantas devido às chuvas. O seguro é dividido em estágios: replantio até 15 cm e, depois, a cobertura básica contra eventos climáticos severos. Em caso de sinistro, peritos avaliam o laudo inicial, e na colheita ocorre nova perícia para validar a produtividade, liberando indenização pela diferença entre o garantido e o rendimento efetivo. A RouteLife oferece portfólio amplo para o agronegócio, com visitas técnicas às propriedades, cotações personalizadas sem custo e atendimento no campo e na cidade; seguros de vida, automóveis e empresariais também integram a oferta.

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O vereador Pedro Kawai (PSDB) visitou a SCI-AGRO, empresa vencedora na categoria de médio porte no 18º Destaque Industrial promovido pelo Ciesp-Piracicaba. A premiação, que homenageou 15 empresas em 2025, reconhece indústrias de vários portes e uma categoria especial com impacto econômico e social significativo. Durante a visita, Kawai conheceu a estrutura e o funcionamento da SCI-AGRO, um laboratório de análises químicas e biológicas que contribui para o desenvolvimento da região. A empresa destaca-se por seu rigor técnico, empregando mais de 100 colaboradores.

O Sistema Faep e outras entidades do setor agropecuário entregaram um documento ao Instituto Água e Terra solicitando ajustes nas regras de licenciamento ambiental no Paraná. A proposta visa simplificar processos burocráticos que impactam cadeias produtivas como bovinocultura e avicultura, que atualmente enfrentam insegurança jurídica. Paralelamente, o Hackathon Show Rural Digital Coopavel, marcado para fevereiro, busca soluções inovadoras para o agronegócio, destacando-se como um impulsionador da transformação digital no setor. Em Goiás, o Valor Bruto da Produção Agropecuária cresceu 13,6% em 2025, reforçado principalmente pela soja, bovinocultura e milho. O Relatório de Perspectivas para Commodities 2026 da StoneX aponta uma estabilidade no setor de commodities, com riscos geopolíticos e impactos nos custos de fertilizantes. A economia global mostra crescimento, mas enfrenta incertezas políticas e econômicas.

A fruticultura de Santa Catarina celebra uma melhora nas exportações de maçãs com a realização de inspeções fitossanitárias diretamente nos packing houses, fortalecendo a segurança e a credibilidade do produto. Essa decisão, fruto de uma parceria entre entidades como a Faesc e ABPM, garante conformidade sanitária e solidifica a competitividade do estado, consolidando-o como referência na produção de maçãs no Brasil. Além disso, a Reforma Tributária, em vigor a partir de 2026, trará mudanças significativas para os produtores, como a introdução do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), demandando adaptação e planejamento tributário. A implementação da Nota Fiscal Fácil e do CNPJ Alfanumérico são outras inovações que prometem simplificar processos fiscais e melhorar a identificação dos produtores.